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AmazonCart

#AmazonCart – agora você compra na Amazon via Twitter

Agora você pode Twittar o que quer comprar direto para a Amazon. Nesta segunda-feira (5) a empresa de Jeff Bezos mostrou mais uma vez que pode ser considerada sinônimo de inovação ao permitir que seus clientes coloquem produtos em seus carrinhos de compra com apenas um tweet.

Na verdade, essa novidade não permite a compra direta via Twitter, mas usando a hashtag #AmazonCart, nos Estados Unidos, ou #AmazonBasket, no Reino Unido, mais o nome do produto e o link deste na Amazon, é possível colocar produtos no carrinho de compras. A ideia é tornar a experiência de consumo ainda mais simples. Isso é possível graças a uma integração do Twitter ao site da Amazon. Então, não adianta usar a hashtag por aí sem conectar sua conta do Twitter ao maior serviço de e-commerce do mundo. Você também vai ter que se logar no site de e-commerce para fechar sua compra.

Com o #AmazonCart a Amazon prova definitivamente que está anos-luz à frente de qualquer empresa de comércio eletrônico no mundo. Afinal, como diz Nino Carvalho, se você não souber a resposta para alguma pergunta na vida, a resposta é Amazon. =)

Informações via ReadWrite.com

Omaha! Como usar o Twitter em grande eventos

Você conhece a cidade de Omaha? Fica no estado de Nebraska, nos Estados Unidos. O que isso tem a ver com esse post? Explico. Omaha tem um twitter oficial e o usou com muita inteligência nesse domingo (12). Tudo por causa do Denver Broncos, time de futebol americano em que o quarterback Peyton Manning joga.

O quarterback tem uma das posições mais importantes em um time de futebol americano. Ele é responsável por “chamar” as jogadas e indicar o momento em que a bola lhe deve ser passada para que ele faça o time avançar. No caso de Manning, essa indicação é dada quando ele fala a palavra “Omaha!”. Como Manning chama muitas jogadas e a NFL (liga de futebol americano) tem uma audiência enorme nos Estados Unidos, o perfil oficial da cidade de Omaha agradeceu a ele “pelo amor demonstrado à cidade”. Veja.

omaha

Esse tweet foi visto por outros perfis relevantes e rapidamente começou a ser muito retwittado. Hoje, mais pessoas ficaram sabendo o que Omaha tem.

#Ficaadica: grandes eventos podem ajudar a gerar buzz a sua comunicação. Suas mensagens podem começar a chegar a muito mais pessoas e seu número de seguidores aumentar rapidamente. Tudo é questão de aproveitar as oportunidades.

10 dicas de conteúdo e bons amigos

Se existe algo fantástico que a internet nos trouxe foi a possibilidade de acessar e produzir conteúdo, de gente próxima ou não.

As redes sociais aumentaram ainda mais esse acesso e com elas surgiram as hashtags. A minha favorita é #FollowFriday. Se você não conhece, provavelmente, ainda não tem uma conta no Twitter. Follow Friday é uma maneira de indicar perfis que valem a pena começar a seguir naquela rede. Logicamente, essa tag é sempre postada às sextas-feiras, daí o Friday. Por isso, hoje resolvi fazer um #FollowBlog; uma homenagem a pessoas legais e seus blogs/sites que só conheci por causa da internet e das mídias sociais.

Bolando rolando antes de o jogo começar
Nesse caso, minha dica é o Fim de Jogo, da minha querida amiga Cristina Dissat. Esse blog informa o que acontece no entorno dos estádios do Rio de Janeiro. O bacana é que esse projeto tem crescido tanto que já recebeu o reconhecimento de coleguinhas da mídia esportiva. Se você quer saber se ainda há ingressos para um jogo ou se o trânsito vai mudar no entorno dos estádios, a dica é o Fim de Jogo

Design é com designer
Minha admiração por esse cara vem de um bom tempo. Quando nos conhecemos, ela aumentou ainda mais. Cristiano Santos, o @cristianoweb, é o cara pra mim, quando o papo é web design. O que acho mais interessante no trabalho do Cris é que antes de fazer qualquer projeto, ele gosta de entender o funcionamento das empresas dos seus clientes, como eles pensam, que marketing fazem, enfim, o Cris gosta de conhecer a parte mais importante de uma empresa antes de começar a desenhar um site.

Tecnologia é coisa de geek
Há vários e bons blogs sobre tecnologia por aí, mas meus favoritos são o Digital Drops e o Meio Bit, ambos capitaneados pelo Nick Ellis. Tive a oportunidade de trabalhar com o Nick e conhecer o profissional sério e dedicado que ele é. E se alguém duvida o que esse cara conhece de tecnologia, ele não teria sido eleito Geek do ano à toa, né?
Ainda sobre tecnologia, não dispenso uma olhada no Tecnoblog, sempre atualizado e com uma linguagem rápida e informativa, como um blog deve ser.

Google e ponto
Podem me chamar de fã do Google ou o que for, mas pra mim não existe outra empresa de tecnologia que reúna uma série de ferramentas tão úteis gratuitamente na internet. E sobre esse assunto minha referência é o Google Discovery, do Rene Fraga – que é uma exceção aqui, pois não o conheço pessoalmente. O GD está sempre à frente quando assunto é a gigante de Mountain View. Leio e indico.

Filósofos da rede
Blogs que fazem a gente pensar devem ser lidos e relidos. Mais importantes que suas opiniões são as perguntas que eles lanças sobre nós. Afinal, são as perguntas que movem a vida. Nessa linha, eu sempre recomendo o Meme de Carbono, do meu amigão Roney Belhassof, e Nepôsts, do mestre Carlos Nepomuceno. Quem gosta de entender o que acontece no mundo hoje deve dar uma olhada nessas fontes.

Deficientes ganham espaço na web
Por muitos anos, deficientes físicos vêm lutando por mais e melhores condições de mobilidade, empregabilidade e reconhecimento. Essa luta e suas conquistas é retratada no blog do Luis Ricardo, o The Best. O Blog do Deficiente Físico é uma fonte sempre atualizada e com posts relevantes para quem é deficiente e para quem deseja aprender a tratar e lidar com que tem alguma deficiência.

A história contada por quem conhece
Adalberto Day é um amigo que fiz por causa da paixão que ele e eu nutrimos pelo Vasco da Gama. Conheci o Blog do Adalberto com um post sobre histórias do futebol e do Vasco. A partir daí, comecei a conhecer histórias fantásticas sobre Santa Catarina e Blumenau; tanto que tenho vontade conhecer esse lugar desde que li os post do Day. Se você gosta de blogs que resgatam a memória das cidades, recomendo esse.

Profissão livreiro
Livros escolhidos a dedos para leitores que querem mais que uma best seller. Assim é o Bons Livros para Ler, do meu querido amigo Luiz Guilherme de Beaurepaire. Luiz Guilherme é um livreiro profissional de mão cheia que leva para o seu blog o universo literário, indicando obras que promovem uma reflexão sobre a difícil tarefa de escrever. Fica a dica.

Adoro Arquitetura
Realmente, adoro. Mas, além de gostar de arquitetura, a Adoro Arquitetura é feita por quem sabe. Gosto muito das dicas do blog, pois eles sempre procuram mostrar ideias que saem do lugar comum. Afinal, quem adora alguma coisa quer sempre fazer diferente e melhor.

Receitas gostosas, mesmo pra quem não é fera na cozinha
Se você precisa se virar na cozinha de vez em quando e ainda fazer bonito, minha dica é o Receitas Demais. Meu amigo e guru gourmet Rafael Vitoriano mostra que pratos rápidos e gostosos não são impossíveis; e podem fazer você ganhar bons elogios. Experimente!

Bônus Track
Sei que são dez as dicas, mas não quero deixar de fora o blog do Roberto Tostes. “Fazendo” tem uma linguagem super agradável, com posts que motivam nosso lado criativo. Roberto escreve com alegria e vontade de espalhar suas ideias mundo afora. Recomendadíssimo.

E aí, qual é a sua dica para o #followblog? Deixe sua dica nos comentários e boas leituras.

Jogos Olímpicos, redes sociais e a falta de assessoria aos atletas

Não é de hoje que as briguinhas e discussões via Twitter povoam as mais variadas timelines. Com o crescimento do uso das mídias sociais, vários famosos começaram a utilizar essas ferramentas de comunicação e, inevitavelmente, se viram diante de críticas e demonstrações de ódio explícito. Um exemplo clássico disso foi o da apresentadora Xuxa Meneghel, que brigou com seguidores que criticaram sua filha Sasha. O fato levou à criação do meme “vocês não merecem brincar comigo e nem com o meu anjo”, lembram?

Os Jogos Olímpicos de Londres são os primeiros a consolidar o uso da internet e das redes sociais como ferramentas efetivas de comunicação. Os expectadores assistem aos eventos esportivos com o celular ou tablet nas mãos e soltam suas impressões sobre o que veem. Assim como os fãs de esporte, os atletas também têm acesso às redes sociais e se sentem no direito de rebater críticas vindas dos seguidores. Isso pode gerar situações desnecessárias.

Atletas não devem prestar tanta atenção aos trolls e as assessorias precisam estar mais atentas

Os casos da judoca brasileira Rafaela Silva, que foi duramente criticada e até atacada com mensagens racistas, e do jogador de futebol olímpico Lucas Leiva, que bateu boca com um seguidor que o chamou de puxa-saco por torcer para nossa seleção de basquete, demonstram a clara necessidade de se preparar os atletas para essas críticas vindas das redes sociais. Aliás é impressionante como, parafraseando Bezerra da Silva, qualquer um com um twitter na mão é um bicho feroz; seja famoso ou não.

Penso que os esportistas de alto rendimento têm todo o direito de usar as redes e se comunicar com os seus fãs. Isso é saudável e do ponto de vista do marketing é ótimo para o esporte, pois aproxima os ídolos daqueles que os admiram. Porém, é importantíssimo lembrar que esses atletas representam confederações e federações esportivas, que devem e precisam manter suas imagens institucionais protegidas. Então, como lidar com esse novo momento?

É preciso estender o atendimento das assessorias de comunicação das entidades esportivas aos atletas, instruindo-os sobre como responder um tweet maldoso ou simplesmente não responder. Não faltam excelentes agências no Brasil prontas a prestar esse serviço com media trainings digitais. Muitas vezes, as mensagens mais cruéis são enviadas por adolescentes, que só desejam “trollar” os atletas e aparecer para os seus amigos, até entrarem nos trending topics. Hoje, vivemos uma nova era. O receptor, que por muito tempo não tinha um canal de resposta, está usando e abusando das redes sociais para falar tudo sobre tudo. Cabe aos assessores de comunicação orientar os atletas a perceber o que é realmente relevante e não desgastar suas imagens em discussões sem sentido. No caso da judoca Rafaela, sua conta no Twitter foi bloqueada e a Confederação Brasileira de Judô publicou nota oficial no site.

rafaela silva londres 2012

Rafaela Silva protestando contra sua desclassificação

Acredito que, quando um não quer, dois não brigam. Essa máxima se encaixa perfeitamente nas redes sociais. Atletas devem mostrar que são grandes naquilo que melhor fazem. Tomara que Rafaela volte em 2016, vença e receba tweets de parabéns pela medalha. Se te incomodam no Twitter, Rafaela, faça como os americanos: “talk to the hand“. Você chegou a uma Olimpíada. O que será que os seus críticos vão contar aos netos?

Twitter em português deve aumentar usuários no Brasil

Essa semana, o Twitter anunciou em seu blog a chegada oficial da língua portuguesa à terra do passarinho azul. Penso que, com o Twitter falando português, mais brasileiros devem se tornar adeptos da ferramenta. Podemos reconhecer essa atitude do Twitter como um reconhecimento da adoção da ferramenta por aqui, também. O Brasil já emplacou trending topics mundiais, como #calabocagalvão, além de ter alguns dos perfis mais populares no mundo do microblogging (já disse que odeio essa palavra?)

Falar a mesma língua deixa as pessoas mais à vontade

Em minha carreira, tive contato com vários profissionais estrangeiros, seja na área da comunicação ou em outras que atuei, todos essas pessoas se sentiam mais tranquilos com um interlocutor que as entendia. Apesar de uma recente pesquisa mostrar que o brasileiro ainda usa muito as redes sociais como e-mail, a comunicação via mídias sociais é sempre bem- vinda por aqui, a exemplo do Facebook que já ultrapassou o Orkut em tráfego.

Com o Twitter em português é possível que aconteça esse mesmo fenômeno. Mais confortáveis com língua, os brasileiros poderão se aproximar da ferramenta e passar a perceber o esforço cada vez mais frequente das empresas nessa mídia, fazendo do Twitter um canal de comunicação mais dinâmico e eficiente. Dizem que os brasileiros em geral não vão se acostumar à característica anacrônica da ferramenta, mas isso só o tempo dirá.

Tradução dos botões

Sobre a tradução em si, alguns pontos podem ser acertados, como ” trending topics”, que foi transformado em “tópicos da tendência”. Talvez, chamar de “tópicos ou temas do momento” fosse melhor. Outra tradução complicada é a de “timeline”. Não acho que “histórico” tenha sido a melhor escolha, mas vida que segue.

E você, acha que o Twitter em português vai melhorar a relação dos brasileiros com a ferramenta?