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Jornalismo & Mídias Sociais – Livro

Se você é estudante de Comunicação e pensa em seguir a carreira jornalística, leia esse livro. Se você já é um jornalista mas quer entender melhor como é esse negócio de redes sociais, Twitter etc, leia esse livro. E se você não quer ser jornalista, mas se interessa por internet e novas mídias, leia esse livro. Jornalismo & Mídias Sociais – um novo papel além das redações é uma deliciosa compilação, que mostra com clareza tudo o que um jornalista tem que saber para poder exercer uma profissão que cada vez mais ganha novas características e quase força os profissionais a se adequar ao atropelamento de informações e conteúdos  gerados por internautas no mundo atual.

Os organizadores da obra Rafael Louzada, Eduardo “Lá vem o Leão!” Mansell e Maurício Louro formaram um time de responsa: Paulo Henrique de Oliveira Ferreira, Pollyana Ferrari, Luciano Kreuzburg-Miranda, Mirna Tonus, Mário Cavalcanti, Raphael Perret, Jaqueline Pedreira e Nino Carvalho.

O livro traz ótimas dicas e conta histórias muito interessantes. Meus queridos amigos Louza e Mansell falam sobre a importância das métricas no jornalismo online, o que muda ou não na home de um site, em função dos números obtidos em tempo real, a história das primeiras agências de notícias e o que elas têm feito para se manter nesse novo “momento Twitter” da comunicação. Já Maurício Louro traz o tema SEO de uma forma divertida e com um texto gostoso de ler.

Mário Cavalcanti dá uma aula sobre o universo mobile ressaltando a importância de se pensar em sites criados exclusivamente para os dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Raphael Perret e Jaqueline abordam com didatismo a questão da democracia no jornalismo online, falando sobre o conteúdo gerado pelo usuário, e da arte de se construir um site que respeita todos os aspectos da usabilidade, respectivamente.

Não dá pra fala sobre todos os capítulos em detalhes aqui, mas vale a pena ler o que Mirna Tonus escreve sobre o jornalismo hipermultimídia. E ainda temos Nino Carvalho, que fecha o livro, citando a Amazon, claro, e mostrando o impacto causado pela internet no jornalista que está chegando ao mercado e àquele que já está nele.

Enfim, Jornalismo & Mídias Sociais é um prato feito pra quem tem fome de conhecimento e não quer ser só um coadjuvante na profissão.

Sou + Web #13 E-branding

Eu, Fábio Carvalho, como moderador do evento e os palestrantes Daniela Meirelles, Gabriel Rossi e Andrei Scheinei (Crédito: Bruno Fontes)

Publicado originalmente no blog da Textual

Há uma música do Phil Collins que diz “sempre temos que ouvir os dois lados da história” (Both sides – WEA, do álbum de mesmo nome). Eu concordo e assino embaixo, pois no último sábado (13), eu que sempre participei da plateia, tive a feliz oportunidade de ser o moderador do Sou + Web, evento que discute os caminhos das mídias digitais no Brasil.

Essa foi a 13ª edição, realizada no auditório do Curso IBEU, em Copacabana, contou com as participações de Gabriel Rossi (@gabrielrossi, @digitalbranding), sócio fundador da consultoria em branding digital que leva o seu nome e profissional focado na construção e gerenciamento de marcas na websocial, considerado referência no Brasil sobre o assunto; Andrei Scheiner (@inobvio); publicitário pela ESPM, MBA em Marketing Digital e Serviços (ESPM), Mestre em Comunicação Social pela PUC-Rio com pesquisa focada em branding, tatuagens e consumo, consultor da Terra Forum (@terraforum); e Daniela Meirelles (@dmeirelles), 15 anos de larga experiência internacional em várias áreas de marketing e comunicação (publicidade, B2B, varejo, pesquisa de marketing, CRM e branding). CEO da DBrand, com atuação no Rio, São Paulo, Nova Iorque e Londres, além de palestrante em eventos nacionais e internacionais.

Daniela Meirelles fez sua apresentação com base em uma análise criteriosa de métricas que tem acompanhado ao longo de sua carreira. Dani citou uma linha estratégica, que aconselha aos seus clientes:

  • COMPARTILHAR – ferramentas de mídias sociais;
  • OUVIR – entender melhor o consumidor;
  • INTERAGIR – exemplo de uma rede de comida japonesa, que impactou clientes via Twitter.

Meirelles destacou o Yelp como uma boa ferramenta de alcance e no final de sua apresentação, mostrou sua análise de branding e presença online do banco Bradesco.

Andrei Scheiner falou sobre o poder e influência das marcas nas pessoas. Baseado em seu trabalho de mestrado, que destaca pessoas que tatuaram marcas em seus corpos, Scheiner estudou o quanto as marcas podem promover uma leitura sobre o consumo e de que forma elas podem se relacionar com seus consumidores. Para Andrei, não é absurdo entender o conceito das marcas-religião, ou das lovemarks. Basta que se perceba que quando um indivíduo tatua uma marca, ele está declarando seu amor por ela. E esse sentimento diz muito sobre a relação entre consumidor e marca.

O professor Scheiner também comentou a questão da pós-venda, uma das mais importantes fases do processo de compra de um produto. Pare ele, esse ainda é um serviço muito deficiente no nosso país. “Isso é um terror no Brasil. Parece que estão no fazendo um favor”, disse.

O último e mais esperado palestrante foi Gabriel Rossi. Afinal, foi sua primeira participação em um evento sobre a web, no Rio de Janeiro. Rossi esbanjou simpatia e estava realmente feliz em estar no Rio, falando de e-branding ou branding digital.

Para Rossi, as empresas não devem construir uma estratégia baseada em ferramentas. O que elas devem ter é uma estratégia sólida. Gabriel foi o autor de uma das frases mais marcantes do evento: “hoje em dia, as marcas não são mais substantivos; marcas são verbos”. Considerado pela plateia um dos melhores palestrantes de todos os Sou+Web, Gabriel Rossi destacou que as métricas, a análise, o entendimento do consumidor são as formas mais adequadas de observar oportunidades para que uma marca estabeleça um bom relacionamento com seu consumidor. “Marcas são atalhos”, afirmou.

Voltando à música do Phil Collins, como moderador desse Sou+Web, o mais importante pra mim foi entender o quão importante é a participação da galera: o outro lado da história seja presencialmente ou via Twitter. Parabéns a todo mundo que ficou ligado no mais democrático evento de internet no Brasil.

Depois de uma de suas melhores edições, o Sou+Web começará a viajar pelo Brasil. A próxima parada deve ser em São Paulo. Amigos paulistanos, fiquem atentos!

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Sou+Web #12

Batendo um Bolão

Na véspera da “final” do Campeonato Brasileiro, é claro que o Sou+Web tinha que falar de esportes na internet. Se a discussão tivesse acontecido em outro país, talvez o tema princial não fosse o futebol americo, beisebol ou basquete. Mas como, graças a Deus, o evento aconteceu no Rio de Janeiro, o esporte bretão foi o centro das atenções. Também, com uma Copa do mundo ano que vem e a próxima no Brasil, fica difícil não querer saber como os grandes portais esportivos estão preparando suas coberturas. Quando a galera do Sou+Web entra em campo, não tem bola perdida. Toda opinião é ouvida e respeitada por todos. Isso faz o evento diferente de tudo o que se vê por aí, ajudando instituições como o Pró-criança Cardíaca. Golaço!

Abrem-se as cortinas e os artistas entram em cena

Cristina Dissat foi a moderadora dessa décima segunda edição. Cris é a @fimdejogo, que faz um trabalho muito respeitado com o blog de mesmo nome, cobrindo os jogos no Maracanã de uma forma diferenciada, informativa e super interativa. Os debatedores vieram dos timaços da Lancenet!, Infoglobo e ESPN Brasil.

Maurício Louro
Jornalista formado na Universidade Federal Fluminense,  duas pós-graduações: em Gestão de Marketing Digital, e em Jornalismo Cultural. Atualmente é Editor de Conteúdo do Lancenet! com atuação em jornalismo esportivo, desenvolvimento de comunicação em websites, jornais impressos, rádio, agência de notícias e assessoria de imprensa. Criador e instrutor do curso “Técnicas de Comunicação na Web”.

Márcio Mac Culloch Jr.
Está à frente do projeto de cobertura do Mundial da África do Sul. Foi editor de esportes do site do jornal O Globo de 2001 a 2008 e atualmente é coordenador de projetos esportivos da Infoglobo. Comandou a cobertura on-line das Copas do Mundo da Coréia do Sul/Japão e da Alemanha; dos Jogos Olímpicos de Atenas e Pequim e dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007. É formado em comunicação social pela PUC-RJ, com MBA em gestão de negócios pelo IBMEC e pós-graduação em jornalismo pela Faculdade da Cidade-RJ.

Cássio Brandão
Publicitário, já realizou projetos para internet, celular e TV Digital. Iniciou sua carreira no start-up do iG. Teve passagens por Claro, Globo.com, TVA e Editora Abril. Hoje trabalha na ESPN como Gerente de Novas Mídias. Já foi premiado duas vezes com o iBest, uma com o Prêmio Info e recentemente recebeu o Prêmio ABANET com o projeto do ESPN.com.br. Está, nesse momento, envolvido em diversos projetos, entre eles o Planejamento Digital para a Copa do Mundo, a plataforma de VOD ESPN360 e a central de conteúdos para dispositivos móveis.

Para Cássio Brandão, não basta atuar em uma só frente. Segundo ele, a ESPN Brasil não é apenas uma televisão. É um conceito multimídia, aliado à internet, que a consolida como um dos cinco melhores portais esportivos do Brasil. Brandão diz que, nos Estados Unidos, os números da ESPN são muito maiores, assim como o investimento. Mas, a estratégia de comunicação da filial brasileira vem provando ser um sucesso de audiência. O site da ESPN Brasil é todo tagueado. A empresa aposta na especialização e refino do conteúdo. Se o internauta não achar material sobre um determinado assunto digitado no site, ele é direcionado a esse conteúdo por uma ferramenta de busca. Para Cássio, o emocional tem que fazer parte da estratégia de comunicação, especialmente quando o assunto é esporte.

Até quanto vale ser imparcial no jornalismo esportivo?

Marcio MacCculloch Jr., do Infoglobo,  abordou a questão da competição com os profissionais da mesma empresa. Ele também falou da questão da imparcialidade no jornalismo esportivo. Segundo Marcio, não há como ser 100% imparcial, pois o componente da paixão está muito presente nos sentimentos de todos que trabalham com esporte. Para ele, isso é bom, porque mostra ao público que o conteúdo é feito por gente que gosta do assunto.

Para Mauricio Louro, a saída é a interatividade. Mauricio que é jornalista de formação se viu “forçado” a fazer uma especialização em marketing para ter uma melhor visão do mercado, além de abrir um leque maior de possibilidades.  Nesse momento, toquei no assunto da proibição do Twitter nos torneios da ATP (o tenista Andy Roddick queria interagir com seus fãs no Twitter, durante o US Open, mas foi proibido pela organização), e também, nos jogadores que têm twittado no Brasil, caso de Petkovic, Léo Moura – ambos do Flamengo -, e do técnico Mano Menezes. Todos os debatedores concordaram com a interatividade promovida pelos atletas e condenaram a proibição da ATP, embora entendam que ainda existe um motivo forte para que se “proteja” o conteúdo que as empresas de comunicação pagam para ter com exclusividade. Quando empresas impedem que seus astros se conectem com os fãs é uma bola fora sem tamanho.

Conteúdo copiado e publicado sem autorização. Oh, bandeira! É impedimento!

Como sempre, o Sou+Web traz um assunto que gera polêmica. Dessa vez, o escolhido da galera foi o conteúdo copiado e publicado por sites que atuam como pseudo-compiladores, mas que são monetizados e vivem de anúncios devido à boa audiência. O Lancenet! teve que proibir o site Netvasco de usar seu conteúdo. Já a ESPN Brasil optou por uma solução: passou a disponibilizar widgets da emissora, que podem ser colocados em blogs e sites. Assim, os créditos de quem criou um determinado conteúdo não se perdem.
A maior preocupação das empresas com o roubo de conteúdo é o retorno sobre o investimento, sendo desviado para sites que não investem em profissionais capacitados para produzir aquele mesmo conteúdo. O sempre relevante RoneyB sugeriu uma proposta interessante para isso: a doação do internauta pelo conteúdo oferecido, a exemplo do que fez a banda Radiohead. A proposta de Roney não encontrou apoio nos debatedores. Eu penso que poderiam, pelo menos, fazer uma tentativa. Claro que a maior fatia da receita virá e continuará vindo da publicidade. Mas, já que todos os debatedores se mostraram favoráveis a interatividade, porque não levá-la ao nível econômico também? #ficadica

No final, todos tiramos uma bela foto intitulada “Paz entre as torcidas”. Pena que os fatos que se seguiram a este dia não reverbaram a união da galera, vide as cenas de violência em Curitiba, São Paulo e Rio. Quem sabe um dia as coisas mudam. Vamos torcer!

Foto: Celso Pupo

Leia esse e outros posts sobre web, marketing digital etc no Digital Já

#soumaiswebcainarede

A 11a. edição do Sou + Web aconteceu no Rio de “Janeura”, no auditório do curso Ibeu, em Copacabana. Enquanto a cidade fervia negativamente com um helicóptero da polícia sendo derrubado, ônibus queimados e outras tragédias que nossos governos há muito não têm capacidade de evitar, o debate sobre o futuro das agências – o que fazer para garantir a sobrevivência numa nova era – também pegava fogo e gerava longas e produtivas e positivas discussões, marca já registrada do evento capitaneado pelo gripadíssimo Nino Carvalho.

O evento contou com as participações de Risoletta Miranda (@rizzomiranda), diretora-executiva da FSB PR Digital (www.fsb.com.br), formada em jornalismo, MBA Marketing COPPEAD/UFRJ, especializada em Planejamento Estratégico de Marketing e Comunicação Digital e uma das criadoras do Conceito de VRM – Virtual Relationship Management; George “Benson” Acohamo (@superbenson), publicitário formado pela Escola de Comunicação da UFRJ, pós graduado em Administração de Marketing. É Gerente de Comunicação Interativa da DPZ, com passagens por agências como Y&R, Africa, MLab e Fbiz, e ainda pelo portal Zip.Net e TV Globo; Nick Ellis (@nickellis), editor e autor do Digital Drops e Meio Bit, que juntos tem mais de 1 milhão de visitas únicas por mês. Com mais de 20 anos de experiência como designer e diretor de arte, atualmente trabalha na In Press Porter Novelli como Especialista em Mídias Digitais, cuidando da criação de conteúdo para blogs corporativos, monitoração online e criação de campanhas virais usando redes sociais como Facebook e Twitter; e Alexandre Carvalho (@acarvalho), jornalista formado em 2003 pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), há oito anos vem estudando as profundas mudanças que a internet vem provocando na comunicação digital, tanto no jornalismo quanto no marketing e na publicidade. Tem larga experiência em assessoria de imprensa, no atendimento a empresas dos setores de tecnologia e esportes, e atualmente é executivo de mídias sociais da LVBA Comunicação, cuidando exclusivamente das ações de RP da Nokia do Brasil para este segmento. Desde janeiro, mantém em atividade o blog Almanaque da Fórmula-1 , onde busca resgatar a história da categoria em seus quase 60 anos de existência, enfim, só fera.

“Tudo é digital” – Benson

George “Benson” Acohamo disparou uma afirmação que deve ter alegrado boa parte da plateia: “falta pouco para se começar a fazer dinheiro com mídia interativa”. Essa é uma preocupação de onze em cada dez profissionais de publicidade e marketing na web. Benson ainda afirmou que já há casos de empresas que dedicam 100% de seus esforços ao marketing digital. Essas devem ter tomado red pill, mesmo, pois é grande ainda o número daqueles que acham que um outdoor resolve boa parte dos seus problemas de comunicação. A pergunta é alguém ainda olha para outdoors?

#SouMaisWeb 11 - Futuro das Agências por Bruno Fontes.
Rizzo Miranda fazendo sua apresentação, com “Benson” (à direita) – Foto Bruno Fontes


“Tudo é comunicação” – Rizzo Miranda

Rizzo deliciou a plateia com uma explanação que me lembrou imediatamente das fantásticas aulas de Carlos Nepomuceno (professor da @posmktdig4 – FACHA/IGEC). Ela lembrou Paul Valerie que afirma que para entender um momento na história, temos que nos distanciar dele pelo menos 50 anos.

Rizzo afirmou que precisamos nos reinventar, pois os clientes são diferentes. Hoje, não há a famosa receita de bolo de anos atrás. E para promover essa reinvenção, ela propõe o caminho do diálogo, observação e criatividade, gerando credibilidade entre o cliente e seu parceiro. Ela ainda levantou a questão do surgimento de um novo perfil profissional: o Homo Digitalis – aquele que está inserido no contexto digital e se transforma a partir dele.

Por último, falou o blogueiro e twitteiro, como ele próprio diz, Nick Ellis. Ele contou sobre suas experiências no mundo digital, dando especial ênfase ao seu trabalho no Digital Drops. Atualmente, Nick é contratado da InPress e perguntei a ele que avaliação ele faz dessa experiência. Nick se mostrou bastante satisfeito e está gostando da troca positiva de informações que existe no ambiente de trabalho.

#SouMaisWeb 11 - Futuro das Agências por Bruno Fontes.
“Benson” e o futuro das agências, ao fundo Rizzo, Alexandre Carvalho e Nick Ellis – Foto Bruno Fontes

O case #portocainarede

O jornalista e blogueiro Raphael Crespo foi o responsável pela maior polêmica desse Sou+Web. Crespo perguntou aos debatedores o que eles tinham achado do critério de escolha da ação Porto cai na rede, que levou blogueiros conhecidos, mas nem sempre especialistas em turismo, para avaliar um resort em Porto de Galinhas, Pernambuco.

Ellis disse que não aceitou o convite por ter sido convidado pela Nokia para assistir ao lançamento de um satélite, nos Estados Unidos. Porém, ele afirmou que não concordou plenamente com a lista de blogueiros. As opiniões divergiram entre debatedores e plateia e Alexandre Carvalho entrou de sola. Carvalho disse que não concorda com “ações entre amigos”, que levam blogueiros a convidar conhecidos em detrimento de uma avaliação mais profissional das agências. Ele contou um caso em que chegou a ser ameaçado pelo “paizão dos blogs” (quem será) – em suas próprias palavras -, por ter exposto uma opinião contra a escolha de blogueiros que só causam buzz, mas nem sempre tem ligação com o conteúdo do que está sendo proposto por uma determinada ação. A discussão continuou no Twitter e ainda promete rolar por bastante tempo. Se você tiver uma opinião e quiser compartilhar, comente.

O próximo Sou+Web encerrará as atividades em 2009, abordando o esporte na internet. Promete marcar mais um golaço. Até lá.