Arquivo da tag: Mark Zuckerberg

15 Minutos de Fama #12 – Mark, seu lek lek lek!

Ah, lek lek lek… A nova edição do 15 Minutos de Fama está no ar. Cristiano Santos, José Telmo e Roney Belhassof e eu trazemos pautas interessantes e variadas, discutidas com inteligência e bom humor. O “15” é um projeto que acontece ao vivo, todos os domingos, por volta das 9h30, 10h, na ferramenta Hangout on Air, do Google+. Os episódios anteriores também podem ser assistidos no canal do YouTube ou na página do site Carreira Solo.


Dessa vez, quem abriu os trabalhos do programa de número 12 foi esse que vos bloga, com a entrevista de Mark Zuckerberg à revista Wired, em que o CEO do Facebook fala sobre o recém-apresentado Facebook Home. Você sabia que “Zuck” também dá aulas em uma escola? Confira essas e outras nessa edição.

Em seguida, o tema homossexualidade voltou a ter espaço no 15. Depois da polêmica criada pala saída da cantora Daniela Mercury do armário, Roney Belhassof falou sobre uma postagem do ator Alexandre Nero, no Instragram, em resposta a uma fã que é contra o casamento gay.

José Telmo falou sobre a promulgação da lei Carolina Dieckmann, que pune crimes digitais, como roubo de dados, invasão de computadores etc. Um tema que ainda precisa de muita análise e especialistas que auxiliem na aplicação correta da lei.

Cristiano Santos fechou o programa falando sobre o comercial do carro Classe A, da Mercedez-Bens, embalado pelo funk do “Lek Lek Lek”. O vídeo já está sendo considerado o novo “pôneis malditos”. Será?

Esse foi o 15 dessa semana, Fique ligado e confira a página do programa no Google+. Até o próximo 15!

Pinterest - logo - MeEmblogando

Pinterest – Será essa a grande aposta de 2012?

Há duas semanas, criei meu perfil no Pinterest, uma “nova” rede social que se baseia em imagens que recebem “pins” (algo como marcadores, em português). Esses marcadores são para demostrar que você tem interesse por um determinado tema (o site já oferece um número de “boards” padrão). Daí, o “interest”, que forma o nome Pinterest. De cara, eu gostei da ideia, mas será que o Pinterest vai ser o grande nome das interwebs em 2012? Antes de responder essa pergunta, acho que vale a pena abordar o caminho que uma nova rede social leva para chegar aos usuários.

Early adopters (aqueles usuários mais antenados, criadores de tendência) criam seus perfis e experimentam os novos ambientes. Se aprovados, esse vanguardistas digitais podem até virar embaixadores das novas redes sociais. Meu exemplo é o Google+, que a cada dia cresce mais no meu conceito e é sempre comentado por mim quando alguém se diz insatisfeito com a falta de privacidade do Facebook. Depois dos “early adopters”, vêm os outros usuários das redes, motivados ou indicados pelos vanguardistas.

Lançado há pouco mais de dois anos, só agora o Pinterest desponta no universo das mídias sociais. O interessante é que com o mínimo de esforço, você pode conseguir o máximo de retorno no Pinterest. Como o conteúdo na web é quase infinito, tudo o que você tem a fazer é marcar imagens ou vídeos com seus pins – já existem extensões da rede para Chrome e Firefox – e reblogar esses conteúdos em seus “boards”, áreas delimitadas para cada tema. Você pode também dar um “repin” em algo que tenha gostado na rede e fazer seus comentários sobre cada conteúdo, semelhante ao que acontece em outras redes.

O que percebo é que empresas cujos negócios permitem uma experiência visual para os consumidores têm muito a ganhar com o Pinterest. A Tecnisa, uma das pioneiras na presença em redes sociais no Brasil, já criou seu perfil na rede e mostra imóveis decorados, entre outros produtos. Mark Zuckerberg também tem perfil no Pinterest. Será que ele quer abocanhar uma fatia da nova rede? Li nesse post da Proxxima que o interesse do dono do Facebook se deu pelo sistema de login do Pinterest, que é integrado à rede de Zuckerberg. Vejo também que hotéis, pousadas, restaurantes e bares temáticos, galerias de arte e empresas de arquitetura e design podem se aproveitar da rede para criar perfis. Se você tem boas imagens para mostrar, o Pinterest pode ser o seu lugar. Pense nisso na hora em que pensar em um novo espaço para divulgar o seu negócio.

Pinterest Tecnisa - MeEmblogando

O movimento das redes sociais é muito dinãmico e o Pinterest pode ser a grande aposta do ano, mas é sempre cedo para previsões. O fato é que a rede tem grande apelo entre as mulheres, pois moda, decoração e artes são temas recorrentes nos “boards” que sigo, além de dicas de livros. Essa pode ser uma boa para o projeto Bons Livros para Ler, do qual participo.

Vamos aguardar e ver o que o Pinterest vai trazer para os usuários. Buzz, a rede já conseguiu. Agora é hora de ganhar sustentação.

O Orkut não é mais o meu cafezinho

Há quase dois anos, escrevi um post que falava sobre a minha falta de familiaridade com o Facebook, que na época estava começando a aparecer por aqui. Realmente, não conseguia me acostumar com o formato dele. Mas, como dizem: o hábito faz o monge. Hoje, não tenho vergonha em dizer que muito do escrevi naquele post não fez sentido. O Orkut não é mais meu cafezinho. Depois de observar as melhorias, avanços e trocar ideias com outros colegas, estou convencido que o  Orkut ficou pra trás. O poder integrador do Facebook deixou a rede do Google, tecnologicamente falando, comendo poeira.

Acho que isso também se deve ao fato de várias empresas estrangeiras e nacionais adotarem o Facebook, e à característica principal da rede para quem trabalha com comunicação: as páginas. Essa separação entre perfis para pessoas (exceto celebridades) e páginas para empresas foi determinante para que a rede do Zuckerberg fincasse o pé no gosto daqueles que pensam a comunicação corporativa digital. Ao Orkut, restou uma série de “novidades” que não passaram de cópias do Facebook, como o botão “Gostou” ou os a replicação dos jogos sociais. Lamentável e triste para uma rede que teve um papel fundamental na inclusão digital da maior parte da população brasileira.

O mundo digital é cheio de ciclos. Nele, permeia a forte característica da obsolescência programada. Tudo aquilo que está na crista da onda hoje, morre ou se transforma amanhã. No caso do Orkut, talvez tenha havido uma falta de empolgação do Google com uma rede social que, de fato, só emplacou no Brasil e na Índia. Tudo bem. São países do BRIC e poderiam ter na sua emergente força econômica a explicação para uma estratégia reativa e mantenedora dos mais de 70 milhões de usuários do Orkut, mas não sei se vale o esforço financeiro de salvar uma rede que não consegue mais penetração no resto dos países.

Tecnicamente, o Orkut ainda não está morto. Ainda é a maior rede social do país. Mas, será que ainda é movimentada e cheia de interações, como era há um tempo? Enquanto isso, o Facebook cresce e assusta a cada dia. Recentemente, ele espetou o Skype com o Socialeyes e o Foursquare com o Places. Isso sem falar no Deals.

Acho que toda empresa que quer conquistar o mundo e mais um território a sua escolha corre o risco de ser derrotada com uma simples pedrada. Vamos ver no que isso vai dar. Será que o Facebook vai nos propor o enigma da Esfinge: decifra-me ou devoro-te. #MEDO =) Senhores, façam suas apostas.

Facebook quer aumentar interação com Grupos

Depois do fracasso das listas de amigos, serviço que atingiu apenas 5% dos usuários, o Facebook lançou ontem (6), um novo feature: Grupos. Os “New Groups”, como o site definiu são a mais nova forma de interação na rede social de Mark Zuckerberg.

Desenvolvido por Daniel Chai, engenheiro responsável pelo time do “Grupos”, o serviço teve que ser batizado como “novo” Grupos, pois o Facebook já tinha uma característica com esse nome.

Com os novos Grupos, os usuários poderão se organizar em comunidades, como no Orkut, fechando grupos de familiares, amigos, colegas de escola, além de terem um espaço para atualizar mensagens via chat, partilhar fotos, vídeos e o que mais quiserem.

Um exemplo do serviço "Grupos"

Páginas são para marcas. Grupos são para pessoas.

(Mark Zuckerberg)

No keynote (apresentação) do “New Groups”, dado por Zuckerberg e equipe, em Palo Alto, Califórnia, o CEO do Facebook disse algo interessante: “Páginas são para marcas. Grupos são para pessoas.” Fiquei pensando se o site pensa com isso em fortalecer o uso de páginas para ações de marketing na web.

Quem quiser pode ainda usar os grupos como um substituto para as listas de discussão. O serviço envia  um e-mail  toda vez que há uma atualização; um padrão do Facebook. É possível também configurar um endereço de e-mail do grupo para os membros manterem contato quando não estão no Facebook, ao estilo Google groups.

Achei interessante. Vamos ver se pega. Os Grupos podem ser uma resposta do Facebook sobre a questão da invasão de privacidade. Zuckerberg diz que o serviço não foi criado para responder a ninguém: “Pensamos muito sobre esse problema. Até mais do que as pessoas pensam”, disse o CEO, ontem.

Será que as marcas ouvirão o conselho de Zuckerberg ou tentarão investir na ideia de grupos, também?

O que você acha?