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	<title>Me Emblogando &#187; colaboração</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>Redes sociais &#8211; Colaboração e evolução para todos</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 18:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em junho, fui convidado pela Sociedade Brasileira de Administração em Oftalmologia para escrever um artigo que englobasse os temas redes sociais e saúde. Acrescentei o tempero &#8220;colaboração&#8221; pra dar um gostinho especial ao molho. Como a revista é restrita aos associados, reproduzo o artigo aqui no blog. Agradeço a especial ajuda do meu querido amigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em junho, fui convidado pela <a href="http://www.sbao.com.br/" target="_blank">Sociedade Brasileira de Administração em Oftalmologia</a> para escrever um artigo que englobasse os temas redes sociais e saúde. Acrescentei o tempero &#8220;colaboração&#8221; pra dar um gostinho especial ao molho. Como a revista é restrita aos associados, reproduzo o artigo aqui no blog. Agradeço a especial ajuda do meu querido amigo Cristiano Santos, o <a href="http://twitter.com/cristianoweb" target="_blank">@cristianoweb</a>, que me ajudou a enriquecer o artigo com a história do seu filho Nicolas.</p>
<p>Sempre que me pedem para pensar, escrever ou palestrar sobre redes sociais,gosto de lembrar  o amor romântico. Aquele que colocava a mulher em um pedestal,bem longe do alcance daquele  que a desejava. Para demonstrar seu amor, o romântico dedicava várias linhas e versos ao  objeto de sua admiração, porém jamais conseguia chegar perto da sua amada. Enfim, ela não  tinha como saber o quanto era desejada, nem o quanto seu admirador a queria.</p>
<p>A relação entre consumidores e marcas tem muito a ver com o berço do romantismo. Da mesma forma que os poetas românticos amavam platonicamente, sem que suas amadas soubessem dos  seus sentimentos, as marcas, as empresas, as instituições em geral, até pouco tempo, não conheciam e nem mesmo se interessavam por aqueles que dedicavam comunidades, blogs e fóruns de discussões a elas. Hoje, em dia, esse cenário está mudando, com o crescimento e adesão de mais pessoas ao fenômeno das redes e mídias sociais.</p>
<p>Esse aumento do número de usuários às novas mídias forçou a descida das empresas de seus pedestais. Podemos dizer que o desenvolvimento da internet e das redes promoveu uma horizontalização na forma de diálogo entre quem provê um serviço ou produto e quem os consome. O que deve ser destacado nesse processo é o sentido de colaboração que as mídias  digitais proporcionaram a consumidores e profissionais.</p>
<p>É como se essa vontade, essa latência já estivesse presente em nós – afinal redes sociais não acontecem somente na internet; todos nós fazemos parte delas desde o início de nossas vidas -, mas não tivesse uma válvula de escape que a fizesse acontecer.</p>
<p><strong>Colaboração é a chave</strong></p>
<p>Entretanto, quando se fala em redes sociais, logo vem à cabeça a ideia de que um diálogo é  estabelecido, ou seja, todos passamos a ter opinião. Hoje, todos nós somos mídias. E, se o assunto é saúde, todo cuidado é pouco. O recente caso de boatos sobre a vacina contra a gripe H1N1, que se espalhou pelo Twitter e teve os e-mails do tipo spam como grande disseminadores de informações equivocadas, provocou o não comparecimento de muitas pessoas aos postos de vacinação. Isso demonstra que é cada vez maior a necessidade de um monitoramento do que é dito nos ambientes digitais por parte dos governos, para evitar que fatos como esse voltem a ocorrer. Felizmente, temos outros bons exemplos do uso das redes, como empresas farmacêuticas que investem em estratégias online e o nosso próprio Ministério da Saúde, que hoje além do Twitter (mídia social de comunicação rápida, com textos de até 140 caracteres), Orkut (ainda a maior rede social no Brasil), Facebook (o mais recente fenômeno das redes sociais), Flickr (redesocial para fotos) e YouTube (mídia social para vídeos), conta com uma ferramenta social para responder às duvidas dos cidadãos: o Formspring.</p>
<p>Além do aspecto colaborativo das novas mídias, o fator emocional não pode ser deixado de lado. Muita gente pôde encontrar um caminho para tentar resolver questões práticas ou muito mais complexas graças ao contato online com outras pessoas, que passaram por situações semelhantes. Uma vez, em um evento sobre internet, ouvi o relato de um consumidor que achou a solução para o volume de sua televisão no Orkut &#8211; um plástico colocado pelo fabricante dentro da caixa de som impedia que o som se propagasse corretamente. Vai entender!</p>
<p>No tocante a questões relacionadas à saúde, um dos casos mais emocionantes que conheço é do designer Cristiano Santos, autor do blog “Eu tenho um filho especial”. Cristiano e a esposa encontraram nas redes sociais a força para lidar com a deficiência do filho Nicolas. Foi no Orkut que eles descobriram pais que conviviam com filhos que apresentavam o mesmo problema: a síndrome de Asperger, uma espécie de autismo. Hoje, Cristiano é uma referência para pais que o procuram na esperança de entender melhor essa síndrome e de como agir com seus filhos perante esse problema.</p>
<p>Acredito que mais instituições médicas deveriam criar seus ambientes online e participar mais das conversas que rolam pela internet. Isso promoveria uma aproximação maior e super vantajosa entre profissionais e pacientes. É claro que o papel dos médicos e demais profissionais de saúde nunca será substituído por diagnósticos online. O olho no olho, o carinho do médico com seu paciente é uma relação que deve existir sempre. O importante a ser lembrado é que o fundamental do relacionamento das instituições com consumidores nas redes sociais é a diminuição do tempo de resposta. Aliar as mídias digitais a uma nova postura dos profissionais de saúde pode ser o início de um novo relacionamento colaborativo, que poderá ser extremamente benéfico. Imagine o meu amigo Cristiano, tendo que obter informações sobre o problema do Nicolas, sem a ajuda das redes sociais? Que novos tempos venham e mais pessoas sejam ajudadas por esse horizonte que surge na internet.</p>
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		<title>Todos são mais web</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 14:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para a alegria de todos, mais um Sou + Web aconteceu hoje no Ibeu, de Copacabana. Devido a ida do Nino para São Paulo, muitos pensaram que o S+W iria acabar. Porém, graças a bravos guerreiros &#8211; eu tenho orgulho de ter me unido a eles, e ao próprio Nino que agitou com a gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a alegria de todos, mais um Sou + Web aconteceu hoje no Ibeu, de Copacabana. Devido a ida do Nino para São Paulo, muitos pensaram que o S+W iria acabar. Porém, graças a bravos guerreiros &#8211; eu tenho orgulho de ter me unido a eles, e ao próprio Nino que agitou com a gente online &#8211; o evento voltou e como sempre foi um sucesso.</p>
<p>O tema dessa edição não poderia ser outro que não colaboração. Para falar sobre projetos que tem essa como principal característica, convidamos Laila Sena, fundadora do site Veia Social e responsável pelo planejamento e ações de marketing offline; Mackeenzy, fundador do portal de vídeos Videolog; além de Natália Santos e Patricia Azevedo, integrantes da Rede Jovem, responsáveis pelo projeto Wikimapa, que promove o mapeamento, inclusão social e digital de comunidades pobres. A moderação ficou a cargo do Renato Cozta, o <a href="http://twitter.com/evidente" target="_blank">@evidente</a>, do jornal O Dia.</p>
<p><span id="more-248"></span></p>
<p>A primeira a falar foi <a href="http://twitter.com/lailasena" target="_blank">Laila Sena</a>, do <a href="http://veiasocial.com.br/" target="_blank">Veia Socia</a>l. Segundo ela, a ideia para o projeto surgiu da dificuldade que a própria Laila teve para conseguir doadores quando ela teve linfoma não-Hodgkin anaplásico de alto grau. Na época, Laila tinha 19 anos e precisou de muitas bolsas de sangue. Sensibilizada pelo que passou e pelos outros pacientes, ela chegou a ser voluntária do Inca. Laila nos trouxe um dado impressionante: a cada ano, 100 mil pessoas têm câncer e cerca de metade possuem leucemia.</p>
<div id="attachment_249" class="wp-caption aligncenter" style="width: 279px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/laila-sena.jpg"><img class="size-full wp-image-249 " title="laila sena" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/laila-sena.jpg" alt="" width="269" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Laila Sena, falando do Veia Social</p></div>
<p>O projeto Veia Social, feito em parceria com o consultor de Marketing Digital e webdesigner <a href="http://twitter.com/lularibeiro" target="_blank">Lula Ribeiro</a>, tem por objetivo principal mobilizar as pessoas a se tornarem doadores. Apesar de conseguir uma boa divulgação online, especialmente via Twitter, a cada mobilização somente cerca de 20 a 30 pessoas efetivamente se levantam e saem da frente do monitor para ajudar. A assessoria de imprensa offline também não deu muito retorno. Somente um jornalista, de um mailing extenso de coleguinhas, respondeu a um contato de Laila. Apesar do número baixo de reais doadores, Laila comemora os três meses de vida do Veia Social. Ela nos disse que as pessoas têm muitos mitos sobre a doação de sangue. &#8220;O Veia serve também para tirar dúvidas básicas das pessoas&#8221;, afirmou.  Ainda segundo Laila, o projeto está se organizando para promover um evento, com apoio de faculdades, instituições etc. Para ela, os depoimentos dos participantes do Veia Social têm grande importância para fomentar mais engajamento.</p>
<p>O Sou + Web continuou com as representantes do site <a href="http://www.redejovem.org.br/" target="_blank">Rede Jovem</a>, que criou o projeto <a href="http://wikimapa.org.br/" target="_blank">Wikimapa</a>, Natália Santos e Patricia Azevedo. A Rede Jovem é uma iniciativa de promoção da participação social e cidadã da juventude através do acesso às novas tecnologias da comunicação e informação, especialmente a internet e a tecnologia móvel dos celulares.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/natalia-santos.jpg"><img class="size-full wp-image-252 alignnone" title="natalia santos" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/natalia-santos.jpg" alt="" width="230" height="307" /></a><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/patricia-azevedo.jpg"><img class="size-full wp-image-251 alignnone" title="patricia azevedo" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/patricia-azevedo.jpg" alt="" width="230" height="307" /></a></p>
<p>Natália (à esquerda) abriu a fala, contando um pouco da história da Rede Jovem e em seguida passou a palavra para Patricia, que nos contou mais sobre o Wikimapa. O projeto tem o objetivo de literalmente colocar no mapa as comunidades carentes, legitimando suas ruas, comércio, praças e locais mais conhecidos pelos moradores.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/logo-wikimapa.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-253" title="logo wikimapa" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/logo-wikimapa.gif" alt="" width="164" height="191" /></a></p>
<p>Segundo Patricia, outro objetivo do Wikimapa é acabar com o esquecimento dos mapas tradicionais (Google Maps), que mostram apenas um borrão quando se tenta localizar as comunidades. As primeiras áreas escolhidas para participar do projeto foram o Complexo da Maré, Santa Marta, Cidade de Deus, Pavão Pavãozinho e o Complexo do Alemão.</p>
<p>Cinco jovens moradoras foram escolhidas para mapear as comunidades. Elas ficaram conhecidas como wiki-repórteres. Responsáveis por blogs no site, as meninas contaram suas experiências e como o projeto tem ajudado os moradores.  O Wikimapa tem apenas um ano de vida, mas os objetivos são ambiciosos. A próxima etapa , além de ampliar a quantidade de comunidades atendidas, é criar oportunidade profissionais parar os moradores. Para isso ainda falta o principal: o dinheiro. O projeto é mantido pelo OiFuturo.</p>
<p><span style="font-weight: normal;"><strong>Poder paralelo não é reconhecido pelo projeto</strong></span></p>
<p>O jornalista <a href="http://twitter.com/raphaelcrespo" target="_blank">Raphael Crespo</a> se encarregou de fazer a pergunta mais polêmica do dia. Crespo perguntou se o projeto teve alguma tipo de problema nas comunidades ainda atingidas pelo tráfico de drogas. Segundo Patricia, o Wikimapa não reconhece esse &#8220;poder paralelo&#8221;. Para ela, as Unidades de Polícia Pacifadora (UPPs) tem ajudado muito a melhorar o trabalho. Patricia afirmou que não houve a necessidade de permissão dos traficantes para o trabalho. Raphael Crespo perguntou também sobre a atuação do PAC nas comunidades onde o Wikimapa atua. Patricia disse que a ideia é melhorar o projeto, amadurecê-lo para oferecer algo mais concreto e conseguir o apoio do Governo.</p>
<p>Para fechar essa décima-quarta edição com chave de ouro, <a href="http://twitter.com/Mackeenzy" target="_blank">Mackeenzy</a> falou sobre o <a href="http://videolog.uol.com.br/home.php" target="_blank">Videolog</a>, a maior comunidade de produtores de vídeo do país. Mack começou lembrando um personagem central do projeto, em sua opinião, o Cadu. Segundo Mackeenzy, os usuários do Videolog queriam ser reconhecidos e ganhar dinheiro com os vídeos que produziam. A história do Cadu demonstra isso. Ele era um operador de uma montadora de carros, que deixou seu emprego para trabalhar com produção de vídeos.</p>
<div id="attachment_254" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/mackeenzy_tvoto.jpg"><img class="size-full wp-image-254 " title="mackeenzy_tvoto" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/mackeenzy_tvoto.jpg" alt="" width="384" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Mackeenzy mostrando o tVoto à galera do Sou+Web</p></div>
<p>Mackeenzy mostrou em quase primeira mão para os participantes desse Sou + Web, seu mais novo empreendimento o <a href="http://www.tvoto.com.br/" target="_blank">tVoto</a>. A ideia desse proejto é mostrar a intenção de voto dos brasileiros nas próximas eleições. Penso que é uma forma bacana de dar voz àqueles que nunca foram entrevistados pelos tradicionais institutos de pesquisa, aumentando a amostragem e tentando torná-la mais real.</p>
<div id="attachment_255" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/caribe.jpg"><img class="size-full wp-image-255 " title="caribe" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/caribe.jpg" alt="" width="230" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">O emocionado Caribé</p></div>
<p>Para fechar esse post, gostaria de relatar um momento bem legal quando o <a href="http://twitter.com/caribe" target="_blank">Caribé</a> (na plateia) nos contou sobre o Social Camp, um grupo de discussão offline feito para congregar vários projetos de cunho social, que o próprio Caribé idealizou com a professora e pesquisadora da Escola de Comunicação da UFRJ, <a href="http://twitter.com/ivanabentes" target="_blank">Ivana Bentes</a>. Ao terminar sua participação, Caribé se disse emocionado com o que estava rolando ali  e acredito que sua emoção tocou a todos. Acho que esse foi o verdadeiro espírito que quisemos trazer com essa edição do Sou + Web; mostrar que é com a colaboração que faremos dessse mundo um lugar melhor para todos. Sem demagogia, sem &#8220;fumacinha 1.0&#8243;, mas com ação. Vamos continuar. Até a próxima!</p>
<div><span style="font-family: Verdana; line-height: normal;">Post relacionado:</span></div>
<div>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="line-height: normal;"><a href="http://twt.tl/B8xMrzw" target="_blank">compilado de Cristianoweb</a> (vale sempre a pena ler)</span></span></p>
</div>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="line-height: normal;">Créditos das fotos: <a href="http://twitter.com/_tatifernandes" target="_blank">Tati Fernandes<br />
</a></span></span></div>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="line-height: normal;"><br />
</span></span></div>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="line-height: normal;">Streaming da 14a. edição by <a href="http://twitter.com/roneyb" target="_blank">Roney Belhassof</a></span></span></div>
<p><object id="utv381614" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="386" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="utv_n_272782" /><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=7302459&amp;locale=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/video/7302459" /><embed id="utv381614" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="386" src="http://www.ustream.tv/flash/video/7302459" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=7302459&amp;locale=en_US" name="utv_n_272782"></embed></object><br />
Apresentação do Wikimapa no Slideshare</p>
<div id="__ss_3401338" style="width: 425px;"><strong><a title="WikiMapa" href="http://www.slideshare.net/redejovem/wikimapa">WikiMapa</a></strong><object id="__sse3401338" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentaowikimapa03-2010-100311134043-phpapp02&amp;stripped_title=wikimapa" /><param name="name" value="__sse3401338" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse3401338" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentaowikimapa03-2010-100311134043-phpapp02&amp;stripped_title=wikimapa" name="__sse3401338" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/redejovem">Rede Jovem </a>.</p>
<p>Vídeo sobre o Wikimapa<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/d4tAB-w09dY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/d4tAB-w09dY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
</div>
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		<title>Morphing &#8211; sites que se comunicam com todos</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 18:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que você acha de ter um site que fale bem com todos os seus visitantes, mostrando a eles o conteúdo que os interessa diretamente? Sensacional, não? Pois agora isso é possível através de uma técnica batizada de morphing. Meu amigo Nepô me enviou um artigo sobre o tema, publicado na revista HSM, de abril,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que você acha de ter um site que fale bem com todos os seus visitantes, mostrando a eles o conteúdo que os interessa diretamente? Sensacional, não? Pois agora isso é possível através de uma técnica batizada de morphing. Meu amigo Nepô me enviou um artigo sobre o tema, publicado na revista <a href="http://br.hsmglobal.com/" target="_blank">HSM</a>, de abril,  e depois de lê-lo percebi que o morphing se encaixa perfeitamente com a necessidade de diminuição do tempo de resposta às demandas que as empresas recebem diariamente.</p>
<p>Morphing é uma tecnologia de computação que permite que um mesmo site se adapte a diferentes estilos cognitivos. A ideia é promover uma metamorfose na internet, mudando a forma como se comunica com os internautas até hoje. Imagine um CRM sempre ativo, estudando os passos dos internautas em tempo real e que possibilite uma nova experiência cada vez que o visitante entra no site?</p>
<p><span id="more-231"></span></p>
<p>Segundo a HSM, até agora o morphing era aplicado a imagens e gráficos, mas a possibilidade de metamorfosear automaticamente também a estrutura geral de um site, de acordo com as preferências do usuário, promete ser um divisor de águas. Assim, um site preparado com a tecnologia morphing conseguirá aumentar a empatia e a confiança por meio de comunicação melhorada e mais individualizada, aumentando consideravelmente a capacidade de relacionamento e conversão.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/2010/05/01/internet-midia-de-massa/comment-page-1/#comment-101" target="_blank">O amigo Rodrigo Braga comentou em meu último post</a> sobre o uso do CRM e percebo que, com o morphing, já estamos fazendo um CRM diferenciado, que ajuda a definir como os internautas percebem a usabilidade de um site, em tempo real.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pcbaby.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-232" title="pcbaby" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pcbaby.jpg" alt="" width="350" height="399" /></a> O termo morphing tem estreita relação com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Infer%C3%AAncia_bayesiana" target="_blank">Motor de Inferência Bayesiana</a>, um modelo probabilístico de redes de informação, que pode ajudar a antecipar os estilos cognitivos de cada usuário, ou seja, saber como cada visitante de uma site pensa e como ele percebe o conteúdo acessado. No <a href="http://nepo.com.br/2010/04/27/grupo-de-estudos-%E2%80%93-ruptura-2-0-%E2%80%93-vii-encontro/" target="_blank">grupo de estudos</a>, temos discutido vários assuntos, situações onde poderíamos aplicar nosso <a href="http://nepo.com.br/2010/03/25/os-agentes-de-mudanca/" target="_blank">modelo teórico sistêmico</a> e fiquei pensando na possibilidade do uso do morphing na área educacional. Penso que poderíamos avaliar como pensa a chamada geração Y, que não parece estar mais disposta a enfrentar horas dentro de uma sala de aula para aprender, pois não tem a placa-mãe programada para aceitar o modelo pedagógico atual, como eu tive. A técnica do morphing pode ajudar a identificar que tipo de assunto interessa mais aos novos estudantes e assim traçar um plano educacional mais próprio para eles.</p>
<p>Acredito cada vez mais que somente com a participação do consumidor de conteúdo (seja produto ou serviço) é que iremos modelar o novo sistema econômico: o capitalismo colaborativo, a verdadeira web 2.0, possibilitando a redução da resposta à experiência de consumo é que se fará uma fidelização efetiva do consumidor.</p>
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