Experiência FACHA – de volta às raízes

Nesta segunda (13), estive na Faculdade Hélio Alonso – FACHA (Campus Méier) debatendo redes sociais, novas mídias entre assuntos, na companhia de Mario Cavalcanti, do  Jornalistas da Web, e do professor Felipe Franceschini, que moderou nosso bate papo. Essa conversa fez parte do evento Experiência Facha e foi gravada no estúdio da faculdade. Espero ter o vídeo para mostrar aqui no blog,  em breve.

Entre os tópicos abordados falamos sobre a importância do novo texto jornalístico, feito com técnicas voltadas para um bom posicionamento do conteúdo nas páginas das ferramentas de busca, como o Google (SEO), o uso da tecnologia móvel para aumentar o alcance da comunicação, a preparação de conteúdos específicos para cada rede social e do jornalismo hiperlocalista, que se utiliza cada vez mais das redes sociais, principalmente do Twitter para saber o que é tendência na web.

Abordei o assunto Twitter falando sobre o hiperlocalismo. Lembrei o último apagão, quando as rádios usaram as mensagens postadas no microblog para informar os ouvintes, e as recentes chuvas que inundaram o Rio de Janeiro, originando a hashtag #chuvarj.

Mario Cavalcanti falou dos nichos de mercado que cresceram com a chegada das novas mídias, dos espaços ocupados pelo conteúdo online e da importância de uma boa estratégia voltada para o conteúdo via mobile.

Perguntado sobre a importância que as empresas dão às novas mídias, eu disse que o monitoramento online é cada vez mais solicitado pelas empresas. Isso demonstra que as marcas começam a levar as discussões na web mais a sério. O que antes era visto como uma manifestação isolada, em alguns casos, começa a ganhar peso nas decisões estratégicas das empresas que já existem na internet.

O papo tão positivo que o professor Franceschini cogitou a abertura de cursos para os alunos ainda em fase de graduação. Acho isso muito interessante. As pós-graduações já possuem essa visão, mas por que não trabalhar esses conceitos já na universidade? Tenho visto alunos ávidos por este conhecimento e percebo que aqueles cursos que sairem na frente poderão servir de referência no futuro.

Ah! Debatemos também a questão sobre todos sermos mídia. Mas, isso é um assunto para os próximos posts.

4 ideias sobre “Experiência FACHA – de volta às raízes

  1. Leo Bragança

    Legal essa visão de que “todos somos mídia”, Fábio. Vou deixar uma questão: não acha que antes das empresas se preocuparem com “monitoramento” precisam “se educar” em termos de mídias sociais? Monitorar é um segundo passo. Tem gente por aí que não entende nada. Daí você pega gente falando em “sua marca deve estar no Twitter”. Pra quê, caso não precise? Caso não seja o momento? É como ensinar meteorologia a uma criança de 10 anos, né? Algo assim. Abração.

  2. Jeffrey H. Costa

    Oi, pessoal, meio q botando lenha na fogueira ;-)
    Nas redes sociais não é muito importante primeiro ouvir para depois falar/ agir? O monitoramento é um importante tipo de “ouvir”, certo? Então monitorar antes de falar/ fazer qq coisa deveria ser primordial ;-))
    Até pq posso escolher com calma o momento de usar as redes sociais como mídia, mas não posso deixar de responder/ me relacionar com que já está usando as redes sociais como canal de atendimento/ relacionamento…
    Abs, Jeffrey

  3. Fábio Carvalho Autor do post

    Concordo, Jeffrey. O consumidor não quer esperar a “estratégia de mkt” de uma empresa ficar pronta. Ele quer ser atendido na hora. A questão é como responder. Acho que para isso as empresas devem se preparar e organizar os seus fluxos de resposta.

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