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	<title>Me Emblogando &#187; Ruptura 2.0</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>Bleffe dá uma aula de co-criação nas mídias sociais</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Feb 2011 15:49:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
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		<description><![CDATA[Já escrevi um post aqui sobre como o Bleffe divulga o seu som nas mídias sociais. Na minha opinião, a banda é um dos melhores cases sobre o uso das possibilidades que a internet trouxe para músicos que desejam mostrar seu trabalho na grande rede. Não bastasse a ação da blogagem coletiva, que rendeu muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já escrevi <a href="http://www.meemblogando.com.br/bleffe-lanca-novo-clipe-com-apoio-das-midias-sociais/" target="_blank">um post aqui sobre como o Bleffe divulga o seu som nas mídias sociais</a>. Na minha opinião, a banda é um dos melhores <em>cases</em> sobre o uso das possibilidades que a internet trouxe para músicos que desejam mostrar seu trabalho na grande rede.</p>
<p>Não bastasse a ação da blogagem coletiva, que rendeu muitos posts bacanas sobre o clipe de &#8220;Tarde demais&#8221;, dessa vez o Bleffe foi ainda mais longe: organizou uma promoção que vai sortear iPods e um iPad entre os amigos que patrocinarem o novo single da banda. Além disso, todos os participantes da ação vão aparecer na capa do próximo CD do grupo. Eu achei a ideia genial e resolvi bater um papo online com Christian Garcia, vocalista do Bleffe.</p>
<p><strong>Como surgiu a ideia pra ação?</strong></p>
<div id="attachment_381" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/banda-bleffe-me-emblogando-novo-clipe.jpg"><img class="size-medium wp-image-381 " title="banda bleffe me emblogando novo clipe" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/banda-bleffe-me-emblogando-novo-clipe-300x129.jpg" alt="" width="300" height="129" /></a><p class="wp-caption-text">Christian Garcia, líder do Bleffe (terceiro da esq. para dir.)</p></div>
<p>Infelizmente, a grande maioria das bandas independentes tem pouquíssimos recursos financeiros pra investir eu suas próprias carreiras. Grande parte encerra suas atividades por isso. É um ciclo vicioso: não tem show> a banda não faz $$> não aparecem shows, etc, etc&#8230;</p>
<p>Então o que resta fazer? Dar/criar um “jeitinho”, criar alguma(s) forma(s) de manter a atenção do público, mesmo que “online”, já que o público “offline” está complicado atender, por conta da escassez de espaços e oportunidades.</p>
<p>Eu tinha acabado de ganhar dois iPods Shuffle numa promoção online, e, vendo que há quase um ano e meio o Bleffe não lança música nova, resolvi pensar em algo. Inicialmente pensei numa rifa online, pura e simples, mas aí, vendo uma série de ações de <em><a href="http://crowdfundingbr.com.br/post/2071750126/queremos" target="_blank">crowdfunding</a></em> dando certo por aí, resolvi juntar tudo: fazer uma rifa e, ao mesmo tempo, mobilizar as pessoas que gostam do som do Bleffe a “tomarem parte”.</p>
<p>Conversei com o <a href="http://www.brunofrancesco.com.br" target="_blank">Bruno Francesco</a>, que, além de cantor também é publicitário, e ele deu o toque final, dando a ótima idéia de embutir as fotos dos doadores na capa do CD. Daria o toque de “colaborativismo” necessário pra ideia ao menos chamar a atenção.</p>
<p>Já com a ação “no ar”, eu pensei no cunho comercial dessa idéia das fotos e passei a oferecer a campanha pra quem tem algum tipo de empreendimento, empresa, sei lá&#8230;A pessoa/empresa, dando uma colaboração<br />
com um valor maior, teria sua marca exposta com maior destaque, como no caso do pessoal do “<a href="http://www.queremos.com.br" target="_blank">Queremos</a>”.</p>
<p>Nesse meio tempo, o Bruno acabou tendo outra idéia: “porque não aumentarmos o desafio, e incluirmos um iPad no sorteio, caso esse desafio seja igualado/superado?”. Então estabelecemos a meta de 1000 doações pra sortearmos o iPad.</p>
<div id="_mcePaste"><strong>Você espera com essa ação mudar a forma como o mercado da música pensa em relação aos novos modelos de negócio?</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div id="_mcePaste">Sinceramente, não tenho essa pretensão, mas olha, seria muito legal se essa ação causasse isso. Já existem bandas/artistas que pensam diferente, que sabem que o fã <strong>é</strong> o balizador do seu sucesso. Às vezes eu acho que o próprio fã ainda não se deu conta do poder que tem. O fã precisa “se ligar” de que é sim, capaz de mudar as programações de rádio e TV. Basta não alimentar essa</div>
<div id="_mcePaste">indústria, basta procurar ouvir algo que realmente o agrade, o faça sentir bem. E a internet <strong>já é</strong> a “fonte dos desejos musicais” das pessoas.</div>
<div id="_mcePaste">Pra descobrir bandas/artistas nacionais eu indico a <a href="http://www.melodybox.com.br" target="_blank">Melody Box</a> e pra descobrir artistas gringos eu indico o <a href="http://www.thesixtyone.com" target="_blank">The Sixty One</a>. Todos os dois são “minas de ouro” de boa música. Você fã de boa música, que me lê, não precisa ser escravo do jabá, não precisa “enfiar” em seus ouvidos o que</div>
<div id="_mcePaste">a “indústria” QUER que você ouça.</div>
<div>
<a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/thesixtyone.jpg"><img class="size-medium wp-image-380" title="thesixtyone" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/thesixtyone-300x134.jpg" alt="" width="300" height="134" /></a>
<p><strong>Você acha que o Bleffe pode virar uma referência para as futuras bandas que ainda procuram os seu espaço?</strong></p>
</div>
<p>Modéstia à parte, espero que sim. É aquilo, Fábio, eu tenho o segundo Grau, cara, não sou formado em publicidade e nem em Marketing Digital ou coisa do tipo. Cometo, sim, erros na divulgação do Bleffe na internet. Claro que muito menos erros do que cometia há 5 anos, quando comecei, mas ainda erro.</p>
<p>Venho estudando, consultando pessoas do meio, ouvindo um conselho aqui, um “esporro” ali (é, eu tomo esporro&#8230;hehehe), lendo matérias, enchendo meus favoritos de links&#8230; Mas vejo que poucas bandas/artistas têm a dedicação e atenção ao online. É LÓGICO que eu não estou pregando aqui que o online é “tudo”. Não estou aqui “demonizando” o palco, o show. Mas num momento onde os espaços são pouquíssimos ou em que brotam às centenas movimentos onde o artista paga pra tocar, ao invés de receber, a internet vira uma alternativa, e, em alguns casos, se transforma na tábua de salvação de alguns artistas.</p>
<p>Temos exemplos sabidos de artistas que retomaram suas carreiras por conta da internet, das redes sociais. E, indo um pouco mais longe, também existe o caso de uma boa parte dos artistas que AINDA pensam que só tocando, ensaiando e gravando vão conseguir algo. Tem que por a mão na massa, correr atrás do seu espaço, produzir seus próprios eventos (como fiz com o “Bleffe convida” em 2007 e 2008, onde dividimos o palco com mais de 35 bandas, algumas até de fora do RJ). Sem contar a falta de união da classe, que é latente! Um monte de exemplos por aí de junção de forças que levam ao sucesso, independente da área, e na música o “farinha pouca meu pirão primeiro” ainda rola, e com força!</p>
<p><strong>Vejo muito você à frente das ações do Bleffe. E o resto da banda, tem o mesmo engajamento? </strong></p>
<p>Bela pergunta, mas com resposta triste. Não. O resto da banda não tem o mesmo engajamento. O baterista nem perfil tem, em lugar algum. O baixista tem Orkut e Facebook, só. O guitarrista tem Orkut, Facebook e Twitter. Eles não tem essa ligação com as redes que eu citei ser primordial, mas, fazer o que? Eu é que não vou esperar por ninguém, né? Hahahahaha&#8230; Eles aprovam e aplaudem a maioria das ações que eu realizo, mas nada muito além disso.</p>
<p>Ainda dá tempo de participar da <a href="http://www.bleffe.com.br/promo.html" target="_blank">promoção do Bleffe</a> e, quem sabe, levar iPods e um iPad pra casa. Por isso, <strong>#CORRAO!!!</strong></p>
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		<title>Will.I.Am: o novo diretor de inovação da Intel</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/will-i-am-o-novo-diretor-de-inovacao-da-intel/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 00:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Ruptura 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[inovação criativa]]></category>
		<category><![CDATA[intel]]></category>
		<category><![CDATA[Will.I.Am]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana, a Intel anunciou o nome do seu novo diretor de inovação criativa. Teria sido um comunicado normal, se o escolhido não fosse o líder do Black Eyed Peas, o cantor Will.I.Am. Quando fiquei sabendo da notícia, pensei: que jogada de marketing sensacional. Mas, aí eu parei pra pensar melhor e resolvi olhar pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana, a Intel anunciou o nome do seu novo diretor de inovação criativa. Teria sido um comunicado normal, se o escolhido não fosse o líder do Black Eyed Peas, o cantor Will.I.Am. Quando fiquei sabendo da notícia, pensei: que jogada de marketing sensacional. Mas, aí eu parei pra pensar melhor e resolvi olhar pelo lado bom da coisa.</p>
<p>Empresas geralmente nomeiam para seus cargos de diretoria um profissional com muitas graduções e títulos. Mas, acho que com Will.I.Am a Intel viu a oportunidade rara de trazer um artista e, também, um usuário dos seus produtos, para o seu staff. Quero imaginar que a empresa realmente pensou no<a href="http://www.meemblogando.com.br/palestra-universidade-castelo-branco/" target="_blank"> conceito da co-criação</a>, alinhando uma área de inovação constante, como a tecnologia, a uma nova forma de pensar os negócios.</p>
<p>A Intel teve uma sacada interessante, mas não foi a pioneira. Em 2009, <a href="http://www.polaroid.com/en/blogs/2010/4/17/lady-gaga-leads-polaroid-creative-session-tokyo" target="_blank">Lady Gaga já havia sido contratada pela Polaroid</a> para pensar a área criativa da empresa. De qualquer forma, quando empresas começam a sentir que as ideias de criação corporativa também podem vir daqueles que trabalham diariamente com o pensamento criativo, a possibilidade de oferecer produtos mais adequados ao que o consumidor &#8211; fã, influenciado por esses artistas -, quer aumenta significativamente. Bom seria se os próprios funcionários fossem chamados para brainstorms sobre novas soluções e posicionamentos. Mas, isso é outra história. Tomara que a Intel não fique somente no <a href="http://www.meemblogando.com.br/e-na-real-ou-no-hype/" target="_blank">hype</a> e no marketing.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hl2h-Ol0pSI&amp;feature=youtube_gdata">Will.I.Am &#8211; novo diretor de inovação criativa da Intel</a></p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="600" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/hl2h-Ol0pSI" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
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		<title>Internet líquida &#8211; A rede centrada no consumidor</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/internet-liquida-a-rede-centrada-no-consumidor/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 22:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Ruptura 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[IQNOMY]]></category>
		<category><![CDATA[morphing]]></category>
		<category><![CDATA[SaaS]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo, escrevi um post que falava sobre a tecnologia que permitia mudanças na estrutura dos sites, de acordo com o estilo de navegação do internauta, em tempo real, o chamado &#8220;morphing&#8220;. Recentemente, conheci a IQNOMY, uma empresa holandesa que promete levar essa tecnologia a empresas, agências e desenvolvedores. Segundo a IQNOMY,  o objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo, escrevi um post que falava sobre a tecnologia que permitia mudanças na estrutura dos sites, de acordo com o estilo de navegação do internauta, em tempo real, o chamado &#8220;<a href="http://www.meemblogando.com.br/morphing/" target="_blank">morphing</a>&#8220;. Recentemente, conheci a <a href="http://www.iqnomy.com/" target="_blank">IQNOMY</a>, uma empresa holandesa que promete levar essa tecnologia a empresas, agências e desenvolvedores.</p>
<p>Segundo a IQNOMY,  o objetivo é permitir que sites, especialmente os de e-commerce, se adaptem a cada visitante. A empresa batizou este conceito de &#8220;internet líquida&#8221; e pretende transformar websites em canais de negócios centrados nos clientes.</p>
<p>Ainda de acordo com a IQNOMY, ao contrário do que pode parecer, a implantação dessa forma de <em>morphing</em> ao site não demora muito. Bastam alguns ajustes para o conteúdo mais relevante começar a ser oferecido ao visitante certo, no momento certo e em tempo real.</p>
<p>A solução da IQNOMY se baseia no sistema S.a.a.S. Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_como_servi%C3%A7o" target="_blank">Wikipedia</a>, o S.a.a.S é um instrumento mercadológico para fornecer um software, em forma de um serviço ou prestação de serviços.</p>
<p>O software é executado em um servidor, não sendo necessário instalar o sistema no computador do cliente, bastando acessá-lo por meio da internet. O sistema Google Docs, do Google, oferece esse sistema, permitindo que o usuário acesse um pacote de programas.</p>
<p>O fato de ajudar na transformação de sites em canais voltados ao consumidor é sem dúvida uma diferencial no serviço online. Mas, penso que não se deve esquecer que a experiência do usuário não termina no clique final para a compra. Uma logística bem montada e um serviço de atendimento preparado para lidar com consumidores, cada vez mais acostumados às redes sociais, continuam sendo fundamentais para o completo funcionamento do e-commerce ideal.</p>
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		<title>Tatuagens, relacionamento e marcas</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/tatuagens-relacionamento-e-marcas/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 15:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketiing de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tatuagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando tive aulas com o professor Andrei Scheiner,  feraça em branding, fiquei muito curioso sobre a defesa da dissertação de mestrado que ele desenvolveu: &#8220;um estudo sobre as narrativas do consumo a partir das tatuagens de marcas de produtos&#8221;. Achei aquela uma grande sacada para mostrar até onde um fã marca iria para mostrar seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tive aulas com o professor <a href="http://twitter.com/inobvio" target="_blank">Andrei Scheiner</a>,  feraça em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Branding" target="_blank">branding</a>, fiquei muito curioso sobre a defesa da dissertação de mestrado que ele desenvolveu: &#8220;um estudo sobre as narrativas do consumo a partir das tatuagens de marcas de produtos&#8221;. Achei aquela uma grande sacada para mostrar até onde um fã marca iria para mostrar seu amor por ela.</p>
<p>Uma vez, me peguei zapeando pelos canais a cabo, quando me interessei pelo Miami Ink, programa em que tatuadores mostram seu estilo de vida e conversam com os tatuados sobre suas vidas e aventuras. Naquele momento, pensei: esses caras poderiam servir como o melhor exemplo de atendimento ao cliente que já existiu. Por quê? Explico.</p>
<p>Muita gente já conhece esses programas &#8216;Miami ou LA inks&#8221; da vida, mas pra quem nunca ouviu falar, funciona assim: a pessoa chega ao estúdio com uma ideia do que quer tatuar. Daí, o tatuador prepara o rascunho do que será pintado no corpo do cliente, se ele gostar, claro. Como os tatuadores são feras, raramente o cliente se sente insatisfeito, até porque, como disse, a ideia de tatuar é do próprio cliente. É ele que procura o serviço, seja por referência de amigos ou conversas em mídias sociais.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/11/marketing-e-relacionamento.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-358" title="marketing e relacionamento" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/11/marketing-e-relacionamento-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Passada a fase do rascunho, o tatuador começa a pintar o desenho na pele do cliente. É nessa hora que surge o componente fundamental para um bom atendimento: o relacionamento. As pessoas geralmente têm tatuagens por algum motivo e querem expressar seus sentimentos com esse gesto. Os tatuadores também sentem isso e trocam ideias in loco, perguntam aos clientes o que os levou a querer fazer tal tatuagem. Surgem histórias bacanas, motivos nobres, às vezes bem-humorados, mas o principal é que ali a relação &#8220;empresa&#8221; e cliente está muito bem fundamentada.</p>
<p>Ao terminar a tatuagem, o tatuador pergunta ao cliente o que ele achou. Novamente, é raro alguém dizer que não ficou satisfeito. Temos um grande follow-up, na hora, e muito bem conduzido, sem as formalidades do mercado tradicional. Assim, o cliente vai embora satisfeito, com a promessa de voltar ao tatuador para fazer mais uma tatuagem, pois quem gosta, geralmente, tem mais de uma. Se bem tratado, o cliente obviamente voltará ao mesmo tatuador. Olha o share of mind, aí gente!</p>
<p>É ou não é um serviço a ser copiado por quem pensa em um bom branding? Um viva aos bons tatuadores.</p>
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		<title>Livro: Rework &#8211; 37 Signals</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 16:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[ideias]]></category>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Rework]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando Jason Fried e David Heinemeier Hansson fundaram a 37Signals, eles não estavam satisfeitos com os softwares de planejamento disponíveis no mercado. Decidiram, então, criar o Basecamp: um programa próprio, muito melhor que os seus concorrentes. Com o tempo, o Basecamp passou a ser utilizado por outras empresas, gerando milhões de dólares para Fried e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Jason Fried e David Heinemeier Hansson fundaram a <a href="http://37signals.com/" target="_blank">37Signals</a>, eles não estavam satisfeitos com os softwares de planejamento disponíveis no mercado. Decidiram, então, criar o Basecamp: um programa próprio, muito melhor que os seus concorrentes. Com o tempo, o Basecamp passou a ser utilizado por outras empresas, gerando milhões de dólares para Fried e Hansson. No livro <a href="http://37signals.com/rework/" target="_blank">Rework</a>, os caras contam essa e muitas outras histórias que provam o valor das ideias em ação sobre as intermináveis reuniões de planejamento.</p>
<p>Rework é um injeção de ânimo naqueles que desejam se tornar empreendedores. E não é necessário estar no negócio de software ou internet para aproveitar as dicas do livro. Os autores deixam claro que, se você tem uma ideia, o que deve fazer é colocá-la em prática.</p>
<p>O título Rework, ainda sem edição em português , deve ser entendido como uma forma de &#8220;rever a maneira como trabalhamos hoje em dia&#8221;. Não tem nada a ver com o temido &#8220;retrabalho&#8221;, que todos evitamos no corre-corre da vida. O pensamento dos autores é baseado no fato de que estamos em tempos de mudanças rápidas, por isso, segundo eles, &#8220;o planejamento deve ser encarado como achismo&#8221;.</p>
<p>Segundo os autores, quando &#8220;achamos&#8221;, as coisas tendem a ficar mais simples. Ao transformar &#8220;achismos&#8221; em planos, entramos em uma zona de perigo. Planos fazem o passado guiar o futuro, nos cegam e não nos permitem improvisar. E o improviso nos deixa aproveitar oportunidades que não são percebidas antes das ações entrarem em prática. Como planejador, penso que devemos, sim, ter uma linha a seguir, mas concordo com o livro quando diz que o que deve ser decidido é o hoje e não o que vai acontecer em um ano. Em um ano, as coisas mudam muito.</p>
<p>O livro aconselha &#8220;ignorar o mundo real&#8221;. Se alguém diz que uma ideia não vai dar certo, ignore essa pessoa. Se você não lutar contra a maré, não conseguirá fazer algo inovador. Não deixará sua marca no mundo, como dizem os autores.</p>
<p><strong>Foco no que não muda é o caminho</strong></p>
<p>Essa passagem do livro me fez lembrar do grupo de estudos do professor <a href="http://nepo.com.br/" target="_blank">Carlos Nepomuceno</a>. Entender o que não muda significar basear o seu negócio em argumentos duradouros e não em modinhas passageiras. Pensar no que é viável e simples sempre ajuda na tomada de decisões das empresas.</p>
<p><strong>Gere conteúdo sobre o seu negócio</strong></p>
<p>Rework também toca no assunto geração de conteúdo (que bom!). A dica é construir uma audiência, mostrando como fazer, sem esconder &#8220;segredos&#8221;. Fazendo isso,  você terá mais gente acompanhando o seu trabalho. Como consequência disso, uma audiência que gosta de você vai indicar o seu trabalho a mais clientes, que irão comprar de você e manter um ciclo positivo para os negócios.</p>
<p><strong>Comece pequeno</strong></p>
<p>Crescer aos poucos é um conselho valioso dos autores. Não é nada absolutamente novo, mas devemos sempre lembrar que passos maiores que a perna podem levar um empreendimento ao fim. Quando se é menor é mais fácil mudar a direção e implementar um novo pensamento para os negócios &#8211; uma vantagem em relação aos gigantes do mercado.</p>
<p>São muitas as dicas do livro. Rework deve ser lido e relido. Não dá pra colocar todas em um só post. Se você quiser conhecer outras opiniões sobre a obra, indico esses posts:</p>
<p><a href="http://miguelcavalcanti.com/2010/04/09/resenha-do-livro-rework-da-37signals/" target="_blank">Blog do Miguel Cavalcanti</a></p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/gestao20/gestao/de-getting-real-a-rework/" target="_blank">De Getting real a Rework</a></p>
<p><a href="http://bluesoft.wordpress.com/2010/05/18/rework/" target="_blank">Blog da Bluesoft</a></p>
<p><a href="http://www.agileway.com.br/2010/08/03/resenha-do-livro-rework/" target="_blank">Agile way</a></p>
<p>Agradeço o <a href="http://twitter.com/mauroamaral" target="_blank">Mauro Amaral</a> por me fazer conhecer o trabalho da 37Signals e a amiga <a href="http://leticiabade.com.br/" target="_blank">Leticia Bade</a> pela dica e empréstimo do livro. Valeu!</p>
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		<title>E você&#8230; já entendeu a revolução?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 12:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrevi este post para um projeto coletivo chamado Digital Já e, como gosto desse texto, reproduzo-o aqui no blog. Atualmente, para muitos internautas, os blogs são uma coisa normal. Todos já leram ou passaram os olhos em um blog, pelo menos uma vez. E se ainda não o fizeram, devem conhecer alguém que já tenha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi este post para um projeto coletivo chamado <a href="http://digitalja.com/" target="_blank">Digital Já</a> e, como gosto desse texto, reproduzo-o aqui no blog.</p>
<div id="_mcePaste">Atualmente, para muitos internautas, os blogs são uma coisa normal. Todos já leram ou passaram os olhos em um blog, pelo menos uma vez. E se ainda não o fizeram, devem conhecer alguém que já tenha feito. Isso não significa que todos conheçam a força dos blogs ou saibam que um conjunto deles pode promover e fomentar mudanças sociais, políticas e até econômicas. Entender e saber usar esta força transformadora é a proposta do livro <a href="http://www.ediouro.com.br/site/products/content_book/5868" target="_blank">Blog – Entenda a revolução, escrito por Hugh Hewitt, lançado em 2007 pela editora Thomas Nelson Brasil</a>.</div>
<div>
<p>Para aqueles que ainda não sabem ou nunca ouviram falar na palavra blog, vale um explicação. Blog vem da abreviação de web log. *Trata-se de um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou “posts”. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog. Se você, depois de ler esta resenha, pretende conferir o livro, aqui vai uma dica: procure não se importar com alguns aspectos relativos ao autor.</p>
</div>
<div>Hugh Hewitt é americano, republicano ferrenho, defensor das políticas reacionárias de George Bush, que permearam os anós pré-Barack Obama. Tirando isso, Blog é um livro muito bom e útil para se entender o porquê muita gente hoje já lê e confia mais nos blogueiros como fonte primeira de informação do que nos grande e consagrados nomes da mídia de massa. É importante lembrar que esse “muita gente” representa – e por algum tempo a situação ainda será assim -, um número infinitamente menor que a audiência formada pelas grandes redes de televisão e jornais, mas já é um começo.</div>
<div>
<p>A obra traz casos em que a blogosfera ganhou pontos com a sociedade e desbancou a verdade das mídias de massa. Um dos significativos ficou conhecido com “Rathergate”, parodiando o famoso Watergate, que forçou a renúncia do então presidente Richard Nixon. O termo “Rathergate” veio de um escândalo protagonizado por Dan Rather, um dos âncoras mais respeitados da CBS, rede americana de TV. Dois meses antes das eleições entre o democrata, John Kerry, e o republicano, George W. Bush, Rather apresentou documentos que afirmavam que Bush teria servido na Guarda Aérea dos Estados Unidos, entre os anos de 72 e 73, e proibido de voar por não ter passado nos testes de aptidão física e técnica. A blogosfera republicana foi atrás dos documentos e provou que eles eram forjados. Não houve autenticação dos órgãos oficiais da Força Aérea daquele país. Esse fato, aliado à união dos blogueiros, forçou a CBS a pedir desculpas pelo “erro”, em rede nacional.</p>
</div>
<div>No aspecto profissional, o mais importante do livro são as dicas que Hewitt dá sobre a criação de blogs para empresas. O autor os divide em:</div>
<blockquote>
<ul>
<li>O blog da liderança – mostra o quão importante é a comunicação dos diretores, presidentes de uma empresa com seus empregados. Segundo Hewitt, um blog desse tipo pode inspirar, informar, elogiar e até pedir, ou seja, a trazer a voz oficial da empresa sem a chatice das comunicações internas.</li>
<li>O blog da gerência – dinamiza a comunicação dos gerentes com seus comandados. Antecipa decisões e defende ideias junto à equipe.</li>
<li>O blog do empregado – os empregados podem contribuir com links de artigos valiosos, checar ações dos concorrentes etc.</li>
</ul>
</blockquote>
<p>De acordo com Hugh Hewitt, blogs são uma oportunidades quase gratuitas de defender uma marca, introduzir novos produtos ou produzir agitação, por um tempo indefinido. Várias vezes no livro, o autor se refere ao termo “infestação”: um conjunto de blogs falando sobre o mesmo tema, produzindo massa crítica para incentivar a reflexão.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, um bom livro sobre blogs não deixaria de citar o religioso Martin Lutero, com certeza o grande responsável pela transformação da sociedade através do livro. Hewitt contempla o trabalho de Lutero e o considera o fato mais importante para o que hoje chamamos de blogosfera.</p>
<p>* Texto extraído de Wikipedia.org</p>
<p>Mais sobre:</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rathergate" target="_blank">Rathergate (em inglês)</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_lutero" target="_blank">Martin Lutero</a></p>
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		<title>Novas mídias na Unipli</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/novas-midias-na-unipli/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 15:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava devendo esse post e, por falta de tempo, tive que adiar um pouco. No dia 17 deste mês, estive na Universidade Plínio Leite &#8211; Unipli, em Niterói. A convite do professor e amigo, Andrei Scheiner, realizei com alunos de 1º a 5º períodos um workshop sobre o Pensamento 2.0. A ideia foi mostrar aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava devendo esse post e, por falta de tempo, tive que adiar um pouco. No dia 17 deste mês, estive na <a href="http://www.unipli.com.br/siteunipli2/" target="_blank">Universidade Plínio Leite &#8211; Unipli</a>, em Niterói. A convite do professor e amigo, <a href="http://twitter.com/inobvio" target="_blank">Andrei Scheiner</a>, realizei com alunos de 1º a 5º períodos um workshop sobre o Pensamento 2.0. A ideia foi mostrar aos estudantes que novas mídias são muito mais que entretenimento e que elas pautarão o mercado em que os alunos estarão inseridos daqui há um tempo.</p>
<p><span id="more-272"></span></p>
<div id="_mcePaste">Durante o workshop, mostrei um panorama das redes sociais mais usadas no Brasil, bem como a relação existente hoje entre empresas e consumidores cada vez mais bem informados e conectados. O mais interessante foi perceber que os alunos veem as ferramentas digitais apenas como meio de comunicação ou entretenimento. Orkut e MSN são suas redes favoritas. Procurei mostrar uma visão sobre o trabalho de planejamento digital de uma agência.</div>
<p>No final, infelizmente, não houve tempo suficiente para a criação de uma proposta de planejamento para o site da Unipli. Os alunos me disseram que desejam melhorar a área interna do site e então sugeri que o transformassem em uma rede social, com fóruns para discentes e docentes, promovendo a colaboração e a troca de conhecimentos.</p>
<div>Agradeço e parabenizo a direção da Unipli pelo evento. Fiquei com gostinho de quero mais.</div>
<div></div>
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<div class="prezi-player-links">
<p><a title="Mídias sociais e a criação de uma rede social dos universitários da UNIPLI" href="http://prezi.com/ct5w7cmb5dye/">Workshop &#8211; UNIPLI</a> on <a href="http://prezi.com">Prezi</a></p>
</div>
</div>
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		<title>Menos e-mails, mais inteligência</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 13:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Você, que trabalha mandando e recebendo e-mails, já deve ter passado por essa situação. Chega ao seu local de trabalho, liga o computador e abre o seu programa de e-mail seja lá qual for. Em seguida, começa a ver que o número de e-mails não para de crescer na caixa de entrada e esse quadro não muda durante o dia. Aí, você pensa: será que existe necessidade de um número tão grande de e-mails assim. Muitas mensagens que recebemos são para apenas dizer “obrigado”, ou dar um ok pra alguém fazer alguma coisa. Algo que poderíamos muito bem resolver via instant messenger ou outro comunicador qualquer. Mas, nós já estamos tão acostumados a essa prática do e-mail, que não nos damos conta da perda de tempo precioso que isso nos causa. Isso sem falar naquelas piadas que os colegas insistem em mandar dos e-mails profissionais. Nada contra elas, mas e-mail profissional não é pra isso.</p>
<div id="_mcePaste">Recentemente, li um post bacana do <a href="http://twitter.com/cesfranco" target="_blank">Carlos Franco</a>, no <a href="http://www.terraforum.com.br/blog/Lists/Postagens/Post.aspx?ID=177" target="_blank">blog do TerraForum</a>, e resolvi elaborar meu pensamento sobre essa questão. Sim, isso me aflige um pouco. No momento em que falamos sobre redes sociais, centralizadas ou não, em redes internas sendo construídas em empresas, em comunicação cada vez mais 2.0, acho que o e-mail está ficando ultrapassado, embora saiba que ele será usado ainda por um tempo até que todas as empresas se sintam mais seguras sem ele. O volume de informação que recebemos é enorme atualmente. Mas, o que fazer para organizar essa quantidade de dados que nos chega sem piedade?</div>
<div><span id="more-262"></span></div>
<div><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/zilhoes-de-emails.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-263" title="zilhoes de emails" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/zilhoes-de-emails.gif" alt="" width="270" height="350" /></a></div>
<p>Uma ideia para melhorar a organização da informação são os filtros. Por que não criar um sistema interno que não permita que uma mensagem ultrapasse um certo número de caracteres. Não precisa ser ao estilo Twitter, mas se analisarmos o conceito dessa ferramenta, veremos que o seu objetivo foi sintetizar a mensagem, como dizia o poeta: “cortar palavras”.</p>
<p>Penso que uma rede social interna teria muito a ajudar nessa questão. Intranets, wikis, fóruns também seriam de grande valia para evitar que todos nós nos afoguemos no mar de e-mails. Uma comunicação mais rápida e integrada é o que as empresas realmente precisam para melhorar a relação com seus clientes e consumidores. As chamadas “políticas de uso de ferramentas” em nada podem contribuir, pois são limitadores da comunicação. A chave para um melhor atendimento está na diminuição do tempo de resposta aos consumidores.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/email-is-dead.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-264" title="email is dead" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/email-is-dead.jpg" alt="" width="340" height="260" /></a></p>
<p>É necessário entender que o chamado 2.0 não é simplesmente levar tudo pra web, e sim renovar o que já existe, levando as empresas ao caminho da inovação. Cabe aos seus funcionários o importante papel de analisar para que servem as ferramentas profissionalmente e o tempo que se deve dedicar ao seu uso no horário de trabalho. Responsabilizar a empresa por uma comunicação incompetente é se eximir da responsabilidade de melhorar esse processo.</p>
<p>Para entender melhor como o tempo útil de trabalho é afetado por essa prática do e-mail improdutivo, vale a pena ler <a href="http://bit.ly/lbtmp0" target="_blank">esse post, no blog do meu amigo Leo Bragança</a>.</p>
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		<title>Todos são mais web</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 14:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a alegria de todos, mais um Sou + Web aconteceu hoje no Ibeu, de Copacabana. Devido a ida do Nino para São Paulo, muitos pensaram que o S+W iria acabar. Porém, graças a bravos guerreiros &#8211; eu tenho orgulho de ter me unido a eles, e ao próprio Nino que agitou com a gente online &#8211; o evento voltou e como sempre foi um sucesso.</p>
<p>O tema dessa edição não poderia ser outro que não colaboração. Para falar sobre projetos que tem essa como principal característica, convidamos Laila Sena, fundadora do site Veia Social e responsável pelo planejamento e ações de marketing offline; Mackeenzy, fundador do portal de vídeos Videolog; além de Natália Santos e Patricia Azevedo, integrantes da Rede Jovem, responsáveis pelo projeto Wikimapa, que promove o mapeamento, inclusão social e digital de comunidades pobres. A moderação ficou a cargo do Renato Cozta, o <a href="http://twitter.com/evidente" target="_blank">@evidente</a>, do jornal O Dia.</p>
<p><span id="more-248"></span></p>
<p>A primeira a falar foi <a href="http://twitter.com/lailasena" target="_blank">Laila Sena</a>, do <a href="http://veiasocial.com.br/" target="_blank">Veia Socia</a>l. Segundo ela, a ideia para o projeto surgiu da dificuldade que a própria Laila teve para conseguir doadores quando ela teve linfoma não-Hodgkin anaplásico de alto grau. Na época, Laila tinha 19 anos e precisou de muitas bolsas de sangue. Sensibilizada pelo que passou e pelos outros pacientes, ela chegou a ser voluntária do Inca. Laila nos trouxe um dado impressionante: a cada ano, 100 mil pessoas têm câncer e cerca de metade possuem leucemia.</p>
<div id="attachment_249" class="wp-caption aligncenter" style="width: 279px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/laila-sena.jpg"><img class="size-full wp-image-249 " title="laila sena" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/laila-sena.jpg" alt="" width="269" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Laila Sena, falando do Veia Social</p></div>
<p>O projeto Veia Social, feito em parceria com o consultor de Marketing Digital e webdesigner <a href="http://twitter.com/lularibeiro" target="_blank">Lula Ribeiro</a>, tem por objetivo principal mobilizar as pessoas a se tornarem doadores. Apesar de conseguir uma boa divulgação online, especialmente via Twitter, a cada mobilização somente cerca de 20 a 30 pessoas efetivamente se levantam e saem da frente do monitor para ajudar. A assessoria de imprensa offline também não deu muito retorno. Somente um jornalista, de um mailing extenso de coleguinhas, respondeu a um contato de Laila. Apesar do número baixo de reais doadores, Laila comemora os três meses de vida do Veia Social. Ela nos disse que as pessoas têm muitos mitos sobre a doação de sangue. &#8220;O Veia serve também para tirar dúvidas básicas das pessoas&#8221;, afirmou.  Ainda segundo Laila, o projeto está se organizando para promover um evento, com apoio de faculdades, instituições etc. Para ela, os depoimentos dos participantes do Veia Social têm grande importância para fomentar mais engajamento.</p>
<p>O Sou + Web continuou com as representantes do site <a href="http://www.redejovem.org.br/" target="_blank">Rede Jovem</a>, que criou o projeto <a href="http://wikimapa.org.br/" target="_blank">Wikimapa</a>, Natália Santos e Patricia Azevedo. A Rede Jovem é uma iniciativa de promoção da participação social e cidadã da juventude através do acesso às novas tecnologias da comunicação e informação, especialmente a internet e a tecnologia móvel dos celulares.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/natalia-santos.jpg"><img class="size-full wp-image-252 alignnone" title="natalia santos" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/natalia-santos.jpg" alt="" width="230" height="307" /></a><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/patricia-azevedo.jpg"><img class="size-full wp-image-251 alignnone" title="patricia azevedo" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/patricia-azevedo.jpg" alt="" width="230" height="307" /></a></p>
<p>Natália (à esquerda) abriu a fala, contando um pouco da história da Rede Jovem e em seguida passou a palavra para Patricia, que nos contou mais sobre o Wikimapa. O projeto tem o objetivo de literalmente colocar no mapa as comunidades carentes, legitimando suas ruas, comércio, praças e locais mais conhecidos pelos moradores.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/logo-wikimapa.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-253" title="logo wikimapa" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/logo-wikimapa.gif" alt="" width="164" height="191" /></a></p>
<p>Segundo Patricia, outro objetivo do Wikimapa é acabar com o esquecimento dos mapas tradicionais (Google Maps), que mostram apenas um borrão quando se tenta localizar as comunidades. As primeiras áreas escolhidas para participar do projeto foram o Complexo da Maré, Santa Marta, Cidade de Deus, Pavão Pavãozinho e o Complexo do Alemão.</p>
<p>Cinco jovens moradoras foram escolhidas para mapear as comunidades. Elas ficaram conhecidas como wiki-repórteres. Responsáveis por blogs no site, as meninas contaram suas experiências e como o projeto tem ajudado os moradores.  O Wikimapa tem apenas um ano de vida, mas os objetivos são ambiciosos. A próxima etapa , além de ampliar a quantidade de comunidades atendidas, é criar oportunidade profissionais parar os moradores. Para isso ainda falta o principal: o dinheiro. O projeto é mantido pelo OiFuturo.</p>
<p><span style="font-weight: normal;"><strong>Poder paralelo não é reconhecido pelo projeto</strong></span></p>
<p>O jornalista <a href="http://twitter.com/raphaelcrespo" target="_blank">Raphael Crespo</a> se encarregou de fazer a pergunta mais polêmica do dia. Crespo perguntou se o projeto teve alguma tipo de problema nas comunidades ainda atingidas pelo tráfico de drogas. Segundo Patricia, o Wikimapa não reconhece esse &#8220;poder paralelo&#8221;. Para ela, as Unidades de Polícia Pacifadora (UPPs) tem ajudado muito a melhorar o trabalho. Patricia afirmou que não houve a necessidade de permissão dos traficantes para o trabalho. Raphael Crespo perguntou também sobre a atuação do PAC nas comunidades onde o Wikimapa atua. Patricia disse que a ideia é melhorar o projeto, amadurecê-lo para oferecer algo mais concreto e conseguir o apoio do Governo.</p>
<p>Para fechar essa décima-quarta edição com chave de ouro, <a href="http://twitter.com/Mackeenzy" target="_blank">Mackeenzy</a> falou sobre o <a href="http://videolog.uol.com.br/home.php" target="_blank">Videolog</a>, a maior comunidade de produtores de vídeo do país. Mack começou lembrando um personagem central do projeto, em sua opinião, o Cadu. Segundo Mackeenzy, os usuários do Videolog queriam ser reconhecidos e ganhar dinheiro com os vídeos que produziam. A história do Cadu demonstra isso. Ele era um operador de uma montadora de carros, que deixou seu emprego para trabalhar com produção de vídeos.</p>
<div id="attachment_254" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/mackeenzy_tvoto.jpg"><img class="size-full wp-image-254 " title="mackeenzy_tvoto" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/mackeenzy_tvoto.jpg" alt="" width="384" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Mackeenzy mostrando o tVoto à galera do Sou+Web</p></div>
<p>Mackeenzy mostrou em quase primeira mão para os participantes desse Sou + Web, seu mais novo empreendimento o <a href="http://www.tvoto.com.br/" target="_blank">tVoto</a>. A ideia desse proejto é mostrar a intenção de voto dos brasileiros nas próximas eleições. Penso que é uma forma bacana de dar voz àqueles que nunca foram entrevistados pelos tradicionais institutos de pesquisa, aumentando a amostragem e tentando torná-la mais real.</p>
<div id="attachment_255" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/caribe.jpg"><img class="size-full wp-image-255 " title="caribe" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/caribe.jpg" alt="" width="230" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">O emocionado Caribé</p></div>
<p>Para fechar esse post, gostaria de relatar um momento bem legal quando o <a href="http://twitter.com/caribe" target="_blank">Caribé</a> (na plateia) nos contou sobre o Social Camp, um grupo de discussão offline feito para congregar vários projetos de cunho social, que o próprio Caribé idealizou com a professora e pesquisadora da Escola de Comunicação da UFRJ, <a href="http://twitter.com/ivanabentes" target="_blank">Ivana Bentes</a>. Ao terminar sua participação, Caribé se disse emocionado com o que estava rolando ali  e acredito que sua emoção tocou a todos. Acho que esse foi o verdadeiro espírito que quisemos trazer com essa edição do Sou + Web; mostrar que é com a colaboração que faremos dessse mundo um lugar melhor para todos. Sem demagogia, sem &#8220;fumacinha 1.0&#8243;, mas com ação. Vamos continuar. Até a próxima!</p>
<div><span style="font-family: Verdana; line-height: normal;">Post relacionado:</span></div>
<div>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="line-height: normal;"><a href="http://twt.tl/B8xMrzw" target="_blank">compilado de Cristianoweb</a> (vale sempre a pena ler)</span></span></p>
</div>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="line-height: normal;">Créditos das fotos: <a href="http://twitter.com/_tatifernandes" target="_blank">Tati Fernandes<br />
</a></span></span></div>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="line-height: normal;"><br />
</span></span></div>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="line-height: normal;">Streaming da 14a. edição by <a href="http://twitter.com/roneyb" target="_blank">Roney Belhassof</a></span></span></div>
<p><object id="utv381614" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="386" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="utv_n_272782" /><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=7302459&amp;locale=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/video/7302459" /><embed id="utv381614" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="386" src="http://www.ustream.tv/flash/video/7302459" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=7302459&amp;locale=en_US" name="utv_n_272782"></embed></object><br />
Apresentação do Wikimapa no Slideshare</p>
<div id="__ss_3401338" style="width: 425px;"><strong><a title="WikiMapa" href="http://www.slideshare.net/redejovem/wikimapa">WikiMapa</a></strong><object id="__sse3401338" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentaowikimapa03-2010-100311134043-phpapp02&amp;stripped_title=wikimapa" /><param name="name" value="__sse3401338" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse3401338" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentaowikimapa03-2010-100311134043-phpapp02&amp;stripped_title=wikimapa" name="__sse3401338" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/redejovem">Rede Jovem </a>.</p>
<p>Vídeo sobre o Wikimapa<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/d4tAB-w09dY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/d4tAB-w09dY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Privacidade na web é possível, sim</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/existe-privacidade-na-web-sim/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 15:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você anda preocupado com o destino dos dados que armazena na internet, a solução para este problema pode estar chegando. Conheça o Diaspora. Desenvolvido por um matemático e três alunos da Universidade de Nova Iorque (NYU), Maxwell Salzberg, Daniel Grippi, Raphael Sofaer e Ilya Zhitomirskiy, a construção dessa nova rede social tem como premissa a proteção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você anda preocupado com o destino dos dados que armazena na internet, a solução para este problema pode estar chegando. Conheça o <a href="http://www.kickstarter.com/projects/196017994/diaspora-the-personally-controlled-do-it-all-distr" target="_blank">Diaspora</a>. Desenvolvido por um matemático e três alunos da Universidade de Nova Iorque (NYU), Maxwell Salzberg, Daniel Grippi, Raphael Sofaer e Ilya Zhitomirskiy, a construção dessa nova rede social tem como premissa a proteção e a garantia de que somente o usuário terá controle sobre o destino de suas fotos, vídeos etc.</p>
<div id="_mcePaste">De acordo com o <a href="http://www.joindiaspora.com/blog.html" target="_blank">blog do Diaspora</a>, o objetivo é criar uma rede distribuída, onde computadores completamente descentralizados se conectam diretamente (como no modelo peer 2 peer), sem comprometer a privacidade dos usuários. A ideia é que cada pessoa tenha seu próprio site, se conectando pela plataforma. O staff do Diaspora chama esses computardores de &#8220;seeds&#8221;, os mesmos que são usados por aqueles que conhecem o sistema de torrents. O &#8220;seed&#8221; é hospedado pelo próprio usuário ou em um servidor alugado. Uma vez instalado, este &#8220;seed&#8221; agregará todas as informações do usuário: perfis em outras redes sociais (não falam do Orkut no blog), tweets etc. Os desenvolvedores prometem desenvolver um framework <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GNU_Privacy_Guard" target="_blank">colaborativo</a> e de código aberto para integrar qualquer nova ferramenta que apareça no vasto leque das mídias sociais.</div>
<div><span id="more-239"></span></div>
<div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_240" class="wp-caption aligncenter" style="width: 589px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/diaspora-staff-maxwell-daniel-raphael-ilya.jpg"><img class="size-full wp-image-240  " title="diaspora staff - maxwell daniel raphael ilya" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/diaspora-staff-maxwell-daniel-raphael-ilya.jpg" alt="" width="579" height="384" /></a></p>
</dt>
</dl>
</div>
<pre style="text-align: center;"><strong>O staff do Diaspora: Maxwell, Daniel, Raphael e Ilya
</strong></pre>
<p>Segundo os desenvolvedores do projeto, totalmente financiados por doações via web, a descentralização da rede social permite a reconstrução dos nossos &#8220;gráficos sociais&#8221;, para que eles voltem a nos pertencer. O Diaspora terá os dados encriptados, o que vai totalmente ao encontro dos que têm criticado o Facebook por sua forma de tratar os dados dos usuários, expondo-os a terceiros sem a devida autorização.</p>
<p>Os idealizadores do projeto acreditam que, assim como na vida real, as redes sociais não precisam de centralizadores para existir. Resta saber se os usuários mais comuns e menos acostumados aos tecnicismos da internet terão vontade de usar o Diaspora como sua nova plataforma de redes sociais.</p>
<p>A grande ironia dessa história é que o vídeo explicativo do Diaspora* pode ser divulgado via <em>share</em> no Facebook, além do Twitter, Tumblr e e-mail. Então, te cuida Zuckerberg. Esse é mais um exemplo do que a ruptura 2.0 propõe: uma inteligência coletiva em prol de um bem comum. Nesse caso, a proteção à privacidade de todos na internet.</p>
<p>Mais sobre o Diaspora:</p>
<p>BBC &#8211; <a href="http://bit.ly/9fOIfO" target="_blank">http://bit.ly/9fOIfO</a></p>
<p>New York Times - <a href="http://nyti.ms/9c8VZQ" target="_blank">http://nyti.ms/9c8VZQ</a></p>
</div>
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