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A Copa das mídias sociais

Com menos de cem dias para começar a Copa do Mundo, imagino a euforia dos estrangeiros que virão curtir o maior evento mundial do futebol. Muitos deles já estão com os passaportes prontos para o Brasil, mas ainda há ingressos à venda, ou seja, o número de torcedores aqui será ainda maior.

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Tenho certeza de que junto com esses fãs internacionais da bola seremos invadidos por milhares de celulares e, claro, lotados de aplicativos de mídias sociais. Será um festival de hashtags em vários idiomas, que também poderão ser usadas para falar com as marcas aqui no Brasil. Analise comigo. Como teremos muitos estrangeiros no país, o monitoramento de serviços, produtos deverá ser redobrado para saber o que os turistas falarão sobre as marcas. O marketing das empresas deve estar atento não somente à exposição de marca, mas também à percepção gerada nos visitantes, especialmente hotéis, restaurantes até, por que não, o pipoqueiro da esquina.

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Outro aspecto extremamente interessante é que essa Copa do Mundo será a primeira que contará com as ferramentas de mídias sociais mais populares efetivamente estabelecidas. Isto é, teremos um volume infinitamente maior de geração de conteúdo do que em 2010, quando o Twitter ainda era o dominante. WhatsApp, Facebook, o próprio Twitter, Instagram e até mesmo o mais recente Google+, mais usado por estrangeiros, hoje já são ferramentas mais que populares.

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Como em todo grande evento, ainda mais nesse que tem 12 sedes, geograficamente espalhadas por um país de grandes distâncias, a busca por informações será enorme, conteúdos sobre transportes, o entorno dos estádios, hotelaria e serviços em geral devem ser espontaneamente gerados pelas mídias sociais, por isso será importante que as marcas estejam ainda mais atentas ao que falam sobre elas. E falando em serviços especiais para o evento do próximo mês de junho, se você ainda precisar comprar ingressos para a Copa a Brasil IguanaTickets te dá aquela força. Boa Copa, bons posts e bons serviços.

 

 

Conteúdo velha com nova roupagem

Como vender conteúdo antigo com roupagem nova

Pela enésima vez nesta segunda (24), a Rede Globo exibiu o filme Karatê Kid. Até aí, tudo normal. Sr. Miyagi ensinando Daniel San a lutar karatê pintando a cerca, as paredes da casa e encerando o chão. Coisas que os fãs já estão cansados de saber. Então, como a Globo conseguiu engajar um número elevado de fãs, que deram mais de 80 mil curtidas, para vender um conteúdo tão antigo? A resposta: redes sociais e conteúdo inteligente, perspicaz e, sobretudo, atual.

A postagem sobre o filme exibido na Sessão da Tarde veio com o texto que é na verdade um mashup de um ensinamento do Sr. Miyagi e um trecho da música “Beijinho no Ombro“, de Valeska Popozuda. A ideia foi tão bem pensada e executada que eu mesmo #RIALTO por um bom tempo vendo o post.

karate kid popozuda

Conversei com Carlos Alberto Ferreira Jr., coordenador de mídias sociais da Rede Globo, primeiro para parabenizar pela sacada da sua equipe e depois para trazer a vocês os números da ação. Segundo Carlos Alberto, os números somente no Facebook, somando os quatro posts produzidos para divulgar a Sessão da Tarde desta terça (24), foram:

  • 99.097 interações;
  • 81.092 curtições;
  • 3.561 comentários;
  • 14.444 compartilhamentos.

Sozinho o post o post do mashup Miyagi/Popozuda alcançou:

  • 45.551 interações; 
  • 33.819 curtições;
  • 1.116 comentários;
  • 10.616 compartilhamentos.

O que isso prova?

Que pessoas gostam de conteúdos inteligentes, carregados de bom humor, inteligência e que as engajam pelo sentido de pertencimento (quem não vibrou por Daniel San no cinema que atire o primeiro troll). Outra característica matadora desse tipo de post é possuir, de alguma forma, uma característica memética. Sim, “Beijinho no Ombro” é um meme.

Cada vez mais, a Cauda Longa de Chris Anderson se mostra mais forte, como um mar cheio de excelentes peixes, basta saber pescar no oceano azul. E o recalque fica pra quem ainda não se convenceu disso, né?

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Como compartilhar conteúdo com mais amor

Compartilhe! Isso é o que mais ouvimos quando falamos sobre redes sociais. O que fico me perguntando é se não estamos compartilhando demais e com as pessoas erradas. Sim, porque, sinceramente, você acha que tudo o que compartilha é realmente lido pelos seus amigos? Será que não estamos enchendo o saco de alguém com conteúdos inúteis e repetidos?

Nesse post, quero falar sobre a forma mais amorosa de se compartilhar posts em redes sociais. Minha sugestão é: pense no que está compartilhando como um presente; algo que você oferece para alegrar alguém. alguém que você está marcando no seu post. Pronto, você Já está compartilhando com amor; e seu conteúdo passa a ganhar uma relevância muito maior.

Acredito que a melhor ferramenta para esse compartilhar mais fraternal é o Google+. Nele, você pode marcar um grupo (através dos círculos) ou apenas uma pessoa. Claro que pode compartilhar publicamente, mas esse não é o assunto aqui. Outras ferramentas também possibilitam isso, mas esbarram na questão da usabilidade mais complexa.

Experimente, por exemplo, enviar um link sobre cupcakes para aquele amigo(a) que adora fazer ou comer cupcakes e perceba se ele/ela não se sentirá mais especial. Faça sua mensagem chegar a quem realmente se interessa por ela.

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Compartilhando com dois amigos fotógrafos via Google+. Eles foram os únicos que marquei para receber essa postagem.

E as empresas? Podem atuar da mesma forma, mas para isso é preciso entender o que e quem de sua audiência se interessa por qual tipo de conteúdo. Minha dica, de novo, é o Google+. Separe as pessoas por círculos de interesse. Se você é uma livraria, pergunte aos seus clientes que categoria de títulos eles mais gostam e os coloque em círculos específicos, como: romance, suspense, infantil, culinária etc. Analise os resultados e compare as informações depois. Garanto que eles ficarão mais próximos e a livraria mais íntima deles.

Compartilhe, mas com amor.

Instagram: 8 dicas para você ganhar mais clientes

Recentemente adquirido pelo Facebook, o Instagram se firmou como a rede de conteúdo fotográfico mais acessada via celular. O crescimento dessa rede é acompanhado com a frequente chegada de famosos e marcas ao Instagram, que fazem dele uma fonte de informação para os fãs e consumidores.

Segundo uma das especialistas em Instagram, Sue B. Zimmerman, há fatores importantes que fazem do Instagram “a rede” para quem deseja divulgar mais seus trabalhos, seja um produto, como um serviço.

#1 “Selfies” de clientes satisfeitos

Aquelas fotos tiradas por nós mesmos junto com os amigos, que o Obama a-do-rou tirar e deixou a Michelle digamos “xatiada”? Essas fotos, quando tiradas com clientes que aprovam o seu trabalho podem fazer a diferença, pois esses clientes podem compartilhá-las com outras pessoas, aumentando as possibilidades de novos contatos. Além disso, Sue B. Zimmerman incentiva o uso do geotagueamento nas fotos, caso você esteja em um evento específico.

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#2 Fotos dos bastidores

Muitas pessoas gostam de saber o que acontece por trás das câmeras. Isso pode ser um valor interessante para quem trabalha com serviços. Eu, por exemplo, gosto de tirar fotos antes de começar minhas sessões Mary Kay. A ideia é mostrar o que acontece antes da mágica começar, diz Sue Zimmerman.

arrumando produtos mary kay

#3 Fotos com pessoas inspiradoras

Se gentileza gera gentileza, o bom networking traz bons resultados. Se você conhece pessoas relevantes ao seu negócio, não perca a oportunidade de postar um foto com elas. Isso vai validar você como profissional especialista daquela área e te tornar também relevante naquele mercado.

#4 Fotos de eventos em que você dá palestras ou participa

Essa dica nem precisava ser dada, mas eventos podem gerar hashtags utilizadas pelos participantes e até por aqueles que estão somente acompanhando online. Por isso, poste fotos dos eventos e utilize hashtags, de preferência as oficiais dos eventos. Hoje, não é difícil descobri-las.

#5 Mostre a sua personalidade

Seu modo de ver a vida, independentemente do seu trabalho, também pode atrair mais pessoas. Os conceitos de trabalho e vida pessoal mudaram muito e muitas pessoas já nem mais separam o que são do que fazem.

#6 Organize promoções

Apesar das dificuldades impostas pelos orgãos responsáveis por promoções no Brasil (uma idiotice sem tamanho, diga-se de passagem), organize promoções com os seus seguidores e aumente sua rede de seguidores.

#7 Mostre os livros que você ama

Lembra da parte da personalidade? Postagens de páginas de livros também mostram o que você admira e o que te inspira. Além disso, pode ajudar a divulgar o seu trabalho, quem sabe, até aos autores desses livros. Hoje, tudo é possível, pois os autores estão cada vez mais presentes em redes sociais e blogs.

#8 Use citações

Por fim, Sue B. Zimmerman aconselha a postagem de citações famosas. Só não esqueça de praticar o que elas dizem, senão de nada adianta enganar os seus clientes.

Gostou dessas Instadicas? Espero pelos seus comentários aqui ou no meu Instagram.

LinkedIn não é uma rede para os “amigos”

Sempre que penso em um planejamento estratégico em comunicação, lembro que cada rede social tem uma natureza. O Facebook é para aquelas pessoas que já conhecemos e com quem gostamos de trocar novidades ou para ficar informado sobre o meme mais recente. O Twitter já tem uma lógica diferente. Nele, estamos ligados nas últimas notícias, naquilo que gera mais interesse no público em geral: problemas nas cidades, ações de solidárias ou as hashtags mais usadas. No Google+, minha preferida, temos a possibilidade de cortar os chatos e ficar somente com o conteúdo que interessa. Afinal, os círculos foram criados para isso, mesmo. Talvez, isso torne o G+ ainda distante dos brasileiros que gostam do Facebook. O conteúdo disponível na rede do Zuck tem um filtro de usabilidade difícil e a grande maioria nem sabe como isso pode ser feito por lá. Como diz Guy Kawasaki: Facebook é para amigos e Google+ para aquilo que gostamos, ou seja, o CONTEÚDO que gostamos de consumir.

E o LinkedIN?

Não! O LinkedIN não é para fazer amizades, queridos leitores. Criado para ligar profissionais que atuam na mesma área, o LinkedIN recentemente chegou a 100 milhões de usuários e, se você não tem perfil por lá, leia esse post agora e depois vá fazer o seu, mesmo que você pense, “ah, ninguém do meu campo profissional está lá!”.

Mas, pra que serve o LinkedIn, afinal?

Muitas vezes, recebo pedidos de conexões na rede de pessoas que nem conheço ou com as quais nunca trabalhei. Uma premissa do LinkedIn é manter conexões com profissionais (que também podem ser amigos) que possam contribuir à sua rede de contatos, mas que também tenha a ver com a sua área de atuação. Nada impede que tenhamos profissionais alheios a nossa área profissional, mas se o seu perfil se conecta mais com profissionais de outros campos que não o seu, há algo de errado com ele.

O LinkedIn serve para promover a troca de ideias e o networking.
Por isso, para ganhar relevância nessa rede, se ligue nessas dicas:

  • Apresente profissionais em quem você confia e que possam se beneficiar desse contato promovido por você. Esse tipo de ação também trará relevância a você;
  • Junte-se a grupos de discussão que tenham a ver com o seu ramo de atividade. Você poderá conhecer outros profissionais tão bons quanto você e que enriquecerão ainda mais o seu networking;
  • Compartilhe conteúdos interessantes na rede. Às vezes, aquele post sobre seu trabalho, que seus amigos do facebook não curtem muito, pode ser um sucesso no LinkedIn. Pense que, às vezes, você pode estar pescando no rio errado;
  • Mantenha o seu perfil atualizado e completo. Cada vez mais RH’s de empresas procuram profissionais no LinkedIn.

Espero que esse post possa ter ajudado. Se precisar de mais dicas, entre em contato. Agora, corra e vá criar o seu perfil no LinkedIn. Até a próxima.