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	<title>Me Emblogando &#187; Marketing</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>O que Carros me ensinou sobre marketing e relevância</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 12:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Há filmes que transmitem as mais variadas mensagens. A cada vez que os assistimos um novo<em> insight</em> pode surgir. Ao rever o filme <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carros_(Filme)" target="_blank">&#8220;Carros&#8221;, da Disney/Pixar</a>, percebi que além das mensagens de amizade e gratidão, existe algo ali que vale muito em termos de marketing: a <strong>relevância</strong>. Acho que esse conceito ficou um pouco banalizado, pois ser relevante para muitos significa ser famoso, o que não necessariamente é verdade. Uma pessoa relevante é alguém cujo conhecimento em um determinado assunto é capaz de influenciar uma audiência e fazê-la seguir uma determinada opinião, seja esse influenciador famoso na grande mídia ou não. Gosto de pensar que a relevância é a consequência de um bom trabalho, de boas ações, do caráter pessoal, enfim, da paixão pelo que se faz.</p>
<p>No filme, o personagem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rel%C3%A2mpago_McQueen" target="_blank">Relâmpago McQueen</a> se vê obrigado a prestar serviços a uma comunidade do interior por ter destruído o asfalto da rua principal da pacata Radiator Springs. Como McQueen é <del>uma pessoa</del> um carro de caráter, ele retira o melhor daquela punição e retribui a hospitalidade dos seus novos amigos com sua amizade e relevância. Antes de McQueen passar por aquela comunidade, a cidade era um marasmo, sem atividade econômica, sem esperança. E mesmo não ganhando a grande corrida da sua vida no final do filme McQueen sai dela como herói e devolve à cidade a alegria e os clientes que haviam desaparecido. A chegada de dois carros famosos &#8211; um deles na voz de Michael Schumacher &#8211; à loja de pneus do Luigi demonstra a melhor definição de relevância pra mim. O que antigamente era o &#8220;Deu no New York Times ou Deu no O Globo&#8221;, hoje em dia não basta mais.</p>
<p><center><iframe src="http://www.youtube.com/embed/8qAW0eSKkXA" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></center>A cada dia que trabalho com comunicação e marketing penso que minha missão é fazer com que as pessoas acreditem em seu potencial e saibam explorar o que de melhor podem oferecer. Relâmpago McQueen fez isso com Radiator Springs. Eu faço isso com meus clientes, amigos e comigo mesmo. Afinal, se todos fizerem o que gostam com paixão e dedicação, não vai faltar relevância a ninguém. Lembro que o grande <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_schmidt" target="_blank">Oscar Schmidt</a> disse um dia que ele fazia o que mais gostava no mundo e os clubes ainda o pagavam por isso. &#8220;Carros&#8221; me ensinou que antes de ser relevante, devemos ser apaixonados por aquilo que fazemos. Assim, meus queridos, não há como dar errado. Feliz <del>relevância</del> 2012 a todos.</p>
<p>Dedico esse post aos amigos <a href="http://cristianoweb.net/" target="_blank">Cristiano &#8220;Web&#8221; Santos</a>, <a href="http://bonslivrosparaler.blogspot.com/" target="_blank">Luiz Guilherme de Beaurepaire</a>. Dois caras de muito caráter, relevância e apaixonados pelo que fazem.</p>
<p>Também dedico esse post ao meu pai, Ivan Peixoto de Carvalho. Um homem que sempre entrou de cabeça em tudo que fazia. Valeu, velho!</p>
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		<title>Seu nome vale muito</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 15:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim. Seu nome é muito importante. E não estou falando sobre o valor dele em uma pesquisa de crédito financeiro ou mesmo de palavra empenhada. Estou falando do nome que você recebeu de seus pais quando nasceu. E quando falamos de serviço, o nome é parte fundamental da excelência no atendimento. Até mesmo quem não gosta do próprio nome pode informar a maneira curta de como gosta de ser chamado que já vale.</p>
<p>Quem me conhece sabe que sou apaixonado por marketing de serviços e pelas oportunidades que uma gestão correta de serviços pode proporcionar a uma empresa ou negócio. Outro dia, percebi que o nome que carregamos é um diferencial no atendimento a um cliente e pode significar muito mais que isso. Explico.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-494" title="Marketing de serviços - MeEmblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Marketing-de-serviços-MeEmblogando.jpg" alt="" width="293" height="172" /></p>
<p>Outro dia, ao chegar a um restaurante com minha filha, fui levado à mesa. Lá, fui recebido por um garçom, que me cumprimentou e disse: &#8220;olá, meu nome é Gustavo e servirei vocês hoje&#8221;. Na hora, percebi que aquele hábito antigo de apelidar o garçom (bigode, baixinho etc) tinha caído por terra. Naquele restaurante, aquela prática tinha se tornado obsoleta e ultrapassada. Quando a gente sabe o nome de uma pessoa que nos atende a resposta a essa informação é imediata. Eu disse: &#8220;obrigado, Gustavo.  Poderia me ver o menu&#8221;. E daí por diante, ficou muito mais fácil falar com o Gustavo. Chamá-lo quando precisava, enfim, pedir qualquer coisa. Isso por quê? Porque eu sabia o nome dele. Não era preciso um número, um apelido, um psiu. Simplesmente, um nome.</p>
<p>Outra vez, ao pegar um taxi, o motorista me surpreendeu dizendo o seu nome e que é uma praxe dele, não da empresa, se apresentar aos clientes. Disse a ele que tentasse passar essa ideia à cooperativa como um todo. Assim, todos os clientes se sentiriam mais bem cuidados. Lembrem-se de que a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos vêm aí.</p>
<p><strong>E o que minha empresa pode ganhar com isso?</strong></p>
<p>Se sua empresa serve pessoas, oriente seus funcionários a dizerem seus nomes na hora em que estiverem servindo os clientes. Perceba o enorme iceberg que é quebrado naquele momento. Note a personalização do atendimento e como a relação de confiança no serviço prestado pode mudar. Você pode ter um cliente voltando para ser atendido pelo Paulo, a Andrea ou a Natália, o Otávio etc. Informe seu nome a quem você serve. Não esqueça: seu nome vale muito.</p>
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		<title>Como o Facebook pretende conquistar as pequenas empresas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 17:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sheryl Sandberg]]></category>

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		<description><![CDATA[No último post, falei sobre as vantagens que as pequenas e médias empresas têm sobre os concorrentes, quando decidem monitorar as redes sociais para saber o que seus consumidores estão dizendo. Agora é hora de saber como as redes sociais podem atrair pessoas para comprar com você. Afinal de contas, a propaganda é a alma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último post, falei sobre as vantagens que as pequenas e médias empresas têm sobre os concorrentes, quando decidem monitorar as redes sociais para saber o que seus consumidores estão dizendo. Agora é hora de saber como as redes sociais podem atrair pessoas para comprar com você. Afinal de contas, a propaganda é a alma do negócio.</p>
<p>Uma possibilidade de divulgação para pequenos e médios é oferecida pelo Facebook: créditos &#8211; oferecidos gratuitamente -, para anunciar um negócio na maior rede social do mundo. A oportunidade parece boa também para os brasileiros, já que <a href="http://tecnoblog.net/76670/facebook-ultrapassa-orkut-ibope/" target="_blank">o Facebook, segundo o Ibope, ultrapassou o Orkut em volume de tráfego no Brasil</a>.</p>
<p>De acordo com a Chefe de Operações do Facebook (COO), Sheryl Sandberg, a rede social de Mark Zuckerberg quer ver todos os pequenos e médios negócios anunciando seus produtos e serviços e não apenas criando páginas de fãs, que precisam em média de pelo menos 10 mil curtições para oferecer um alcance satisfatório de vendas a uma empresa.</p>
<p>&#8220;Meu sonho é realmente simples. Acho que todas as pequenas empresas devem usar o Facebook. Nós não vamos parar até que todos eles estejam usando (a rede social) para o crescimento de seus negócios&#8221;, disse Sandberg, 42, que antes trabalhava vice-presidente de vendas online para o Google.</p>
<p><center><object id="flashObj" width="486" height="412" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashVars" value="videoId=1160191736001&amp;playerID=102195605001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABvaL8JE~,ufBHq_I6Fnyou4pHiM9gbgVQA16tDSWm&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" /><param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /><param name="seamlesstabbing" value="false" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="swLiveConnect" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" /><param name="flashvars" value="videoId=1160191736001&amp;playerID=102195605001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABvaL8JE~,ufBHq_I6Fnyou4pHiM9gbgVQA16tDSWm&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="swliveconnect" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash" /><embed id="flashObj" width="486" height="412" type="application/x-shockwave-flash" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" flashVars="videoId=1160191736001&amp;playerID=102195605001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABvaL8JE~,ufBHq_I6Fnyou4pHiM9gbgVQA16tDSWm&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" base="http://admin.brightcove.com" seamlesstabbing="false" allowFullScreen="true" swLiveConnect="true" allowScriptAccess="always" flashvars="videoId=1160191736001&amp;playerID=102195605001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABvaL8JE~,ufBHq_I6Fnyou4pHiM9gbgVQA16tDSWm&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" allowfullscreen="true" swliveconnect="true" allowscriptaccess="always" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash" /></object></center><span class="Apple-style-span" style="font-size: 20px; font-weight: bold;"><br />
Como funcionam anúncios para pequenos e médios no Facebook</span></p>
<p>Por enquanto lá fora, mas em breve no Brasil também, o Facebook planeja oferecer $50,00 em créditos de publicidade (anúncios online) para até 200 mil pequenas empresas. Quando um anúncio for clicado, serão cobrados valores que podem variar entre 5 a 25 centavos. Os primeiros $50,00 serão pagos pelo Facebook.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<p>Segundo Sandberg, os créditos podem ter um ótimo alcance para as pequenas e médias empresas. &#8220;Por US $ 50, a maioria dessas empresas pode atingir seu público-alvo de forma rápida e efetiva, podendo assim crescer os seus negócios com essa ferramenta. Com o Facebook, as empresas podem direcionar seus anúncios pagos com uma precisão não encontrada na maioria das outras formas de propaganda&#8221;.</p>
<p>Pensando de modo prático, um fotógrafo de casamentos, por exemplo, poderia anunciar apenas para mulheres, de um CEP específico, listadas no Facebook. Uma locadora de filmes poderia falar apenas para fãs de cinema em São Paulo etc.</p>
<p>De fato, o uso do Facebook por pequenas e médias empresas pode ser muito lucrativo uma vez que a página pode se tornar uma espécie de &#8220;site&#8221;. Nesse caso, <a href="http://www.meemblogando.com.br/dica-seja-dono-do-seu-conteudo/" target="_blank">eu sempre aconselho a criação de um blog próprio da empresa para que você tenha sempre o conteúdo do seu negócio nas mãos</a> e a utilização do Facebook como catalisador de vendas.</p>
<p>A estratégia do Facebook para ganhar os pequenos e médios é bem interessante. Enquanto o Google não apresenta a sua versão para empresas, o Facebook pode ser uma saída para aqueles que não têm muito dinheiro para investir em anúncios  e precisam atingir uma audiência específica.</p>
<p>Se você quer criar uma página para a sua empresa no Facebook, mas não sabe como, talvez esse <a href="http://www.bigsense.com.br/" target="_blank">blog</a> possa ajudar.</p>
<p>Informações para a produção desse post: <a href="http://www.usatoday.com/tech/news/story/2011-09-16/facebook-small-business-sandberg/50419654/1" target="_blank">USA Today.com</a></p>
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		<title>5 dicas de monitoramento online para pequenos e médios negócios</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 16:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tem um pequeno ou médio negócio, saiba que o seu público já está falando da sua empresa nas redes sociais. Claro que pequenos e médios não são tão comentados em redes sociais, como os grandes players do mercado, mas quem sabe você não está perdendo boas oportunidades de melhorar o relacionamento com seus clientes, podendo até estabelecer um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management" target="_blank">CRM</a> via mídias sociais ou acões em e-mail marketing?</p>
<p>Todos os dias, 100 milhões de posts são partilhados no Facebook, 90 milhões de mensagens são postadas no Twitter e quase 50 mil novos blogs são criados. E o que é que você pequeno ou médio empreendedor tem a ver com isso? Tudo.</p>
<p>Como disse antes, mesmo que você não tenha um grande share (porção) do mercado, seus consumidores podem estar te oferecendo oportunidades de ótimas ações de relacionamento e, claro, vendas. Algumas possibilidades do uso do monitoramento online são:</p>
<ul>
<li>gestão da reputação da sua empresa ou de percepção do atendimento ao cliente</li>
<li>inteligência de negócios (BI) e para obter feedback sobre sua marca</li>
<li>encontrar conversas que são interessantes para o seu negócio, ouvir as pessoas e depois, se juntar a elas</li>
<li>saber o que a sua concorrência está fazendo</li>
</ul>
<p>Como as ferramentas utilizadas para monitorar o que os consumidores falam sobre as marcas mais famosas geralmente necessitam de investimentos mais altos, que com certeza não fazem parte do orçamento da sua empresa, preparei 5 dicas para você começar a ouvir seus clientes na internet gratuitamente.</p>
<p><strong>1. Crie uma lista de palavras que falem sobre o seu negócio</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/faça-uma-lista-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-478" title="faça uma lista meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/faça-uma-lista-meemblogando.jpg" alt="" width="448" height="299" /></a></p>
<p>Comece com o básico. Abra um documento do Word e escreva sua lista. Limite as palavras àquelas que sejam essenciais ao seu negócio, para que você não pegar muito &#8220;lixo&#8221;. Alguns exemplos do que você pode querer incluir na sua lista de palavras:</p>
<ul>
<li>nome da organização</li>
<li>Nomes dos produtos que você produz</li>
<li>Nomes das pessoas na sua organização</li>
<li>Nome do seu site</li>
<li>Seus perfis em mídias sociais. Se você já os tiver, claro.</li>
</ul>
<p><strong>2. Comece a procurar</strong></p>
<p>Com as palavras da sua lista em mãos, vá até ao <a href="http://www.google.com.br/alerts" target="_blank">Alertas do Google</a> e crie seus alertas de monitoramento, incluindo os termos escolhidos por você para o seu negócio. Além do Google Alertas, você pode procurar ferramentas gratuitas que investigam melhor as redes sociais: <a href="http://pipes.yahoo.com/pipes/" target="_blank">Yahoo Pipes</a>, <a href="http://twitter.com/#!/search" target="_blank">Search Twitter</a>  (para buscas específicas no Twitter) e o <a href="http://hootsuite.com/" target="_blank">Hootsuite</a>, que permite a criação de listas sobre termos específicos as suas necessidades), entre <a href="http://midiassociais.blog.br/2011/02/03/ferramentas-gratuitas-de-monitoramento-em-midias-sociais/" target="_blank">outras ferramentas que só requerem o seu trabalho</a>.</p>
<p><strong>3. Relacione o que encontrar ao que realmente acontece no seu dia a dia</strong></p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/oportunidade-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-477" title="oportunidade meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/oportunidade-meemblogando.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Seja sincero com você mesmo. Se encontrou posts de sentimento negativo, ótimo. Faça a relação dos post em uma planilha de Excel, mesmo. Categorize-os e classifique as opiniões dos clientes por sentimento (positivo, negativo e neutro). Encare os posts como <strong>OPORTUNIDADES</strong> de melhorar o seu negócio.</p>
<p>Marque os nomes de quem reclamou. Procure entrar em contato com essas pessoas nas redes em que elas se manifestam e mostre a elas que você está agradecido pelos comentários e que pretende melhorar seu negócio baseado na opinião delas. Se eu estiver certo, você já vai perceber uma mudança de pensamento dos seus consumidores só por esse contato. Mas, não deixe de melhorar. Dizer que vai fazer e depois não fazer é pior ainda.</p>
<p><strong>4. Decida o que vale a pena</strong></p>
<p>Depois de catalogada a lista de posts encontrada é hora de decidir o que vale a pena. Nem todos os posts em redes sociais devem ser respondidos. Não há tempo pra isso. Você não tem tempo pra isso, certo. Então, haja com inteligência e foco. Ninguém melhor que você conhece o seu negócio e vai entender o que deve ser respondido. Mais uma vez, seja honesto consigo mesmo e encare as críticas.</p>
<p><strong>5. Continue o relacionamento com seus consumidores.</strong></p>
<p>Esta talvez seja a etapa mais difícil. Mantenha o contato com quem você conquistou na internet. Pense em ações de relacionamento capazes de construir laços mais fortes entre o seu negócio e quem gosta dele. Podem ser ações simples, mas que toquem o coração e o bolso de quem se importa. Descontos para quem falar do seu post no Twitter pode ser uma ideia, por exemplo. O mais importante é que você perceba o oceano azul de oportunidades que os seus concorrentes ainda não puderam ver. Se você sair na frente, poderá levar vantagem. Esse processo de monitoramento não deve levar mais que 30 a 45 minutos do seu dia. Boa sorte e boas buscas. Se precisar de mais dicas, me procure: <strong>fabio@meemblogando.com.br</strong></p>
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		<title>5 razões para CEO&#8217;s prestarem mais atenção às redes sociais</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 17:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há algumas semanas, estava em uma reunião de apresentação de relatório de uma campanha de comunicação aos diretores e ao CEO de uma empresa. Tudo ia bem até que chegou a hora de mostrar as menções dos consumidores à marca. Em uma delas, uma consumidora fez uma crítica à empresa e, no post, parecia furiosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algumas semanas, estava em uma reunião de apresentação de relatório de uma campanha de comunicação aos diretores e ao CEO de uma empresa. Tudo ia bem até que chegou a hora de mostrar as menções dos consumidores à marca. Em uma delas, uma consumidora fez uma crítica à empresa e, no post, parecia furiosa com o atendimento. Com o tempo, nossa equipe conseguiu reverter a imagem que a consumidora tinha da empresa e ela passou a ver a marca com outros olhos, chegando a agradecer pela atenção.</p>
<div>Após a apresentação, o que mais me impressionou foi o comentário do CEO da empresa: “nós temos call center, chat online etc, por que ela reclamou no Twitter?&#8221; O silêncio tomou a sala, mas eu não podia sair sem dizer: “o consumidor hoje não reclama onde a empresa deseja, e sim onde ELE quer!”. Por incrível que pareça, em 2011, aquela informação foi uma surpresa para aquele executivo. Daí, pensei, assim como aquele ele, devem existir vários outros que ainda não perceberam que o jogo mudou e quem manda agora é a voz do consumidor. Então, resolvi pensar em cinco razões para os empresários prestarem mais atenção às mídias sociais.</div>
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<blockquote><p>1. O caminho entre consumidores e empresas foi muito encurtado pelas mídias sociais. Empresas inteligentes já desceram de seus antigos pedestais para conversar e construir novos relacionamentos, que vão muito além do SAC via call-centers.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. Com vários consumidores instatisfeitos, manifestando suas angústias pelo Twitter, Facebook e Reclame Aqui, monitorar as opiniões sobre a concorrência e perceber oportunidades pode ser uma ótima fonte de novos negócios para as empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3. Um bom trabalho em mídias sociais pode transformar consumidores em embaixadores de marcas. Quem sabe sua marca não ganha uma legião de novos fãs e defensores?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4. Além de blogs de jornalistas da imprensa tradicional, a web proporcionou a chegada de novos formadores de opinião que, hoje em dia, são mais influentes que muita gente de rádio e TV. Um trabalho focado na audiência desses influenciadores pode trazer excelentes resultados para a sua empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5. Por último, o mais difícil: engajamento. É muito difícil engajar realmente os consumidores, mas se sua empresa se dedicar a uma causa que encontre apelo no seu público, a possibilidade de construção de uma rede engajada é grande. Por isso, observe o que o seu target gosta, dê valor a isso, relacione a sua empresa com esse valor, abrace a ideia e quem sabe você não conseguirá mais que curtidores para a página da sua marca.</p></blockquote>
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<div>Por aqui são cinco razões, mas quem quiser postar mais os comentários estão abertos.</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Camiseteria e a polêmica da troca dos cupons</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 14:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Participo de um grupo de discussões no Facebook chamado Entusiastas da Social Media e ontem fui surpreendido com o post da Renata Chelli Arcoverde, do blog Biscoitices. No post, Renata contou sobre uma promoção feita em seu blog, que deu às vencedoras cupons de desconto para o site Threadless, a versão americana do nosso Camiseteria. Depois de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participo de um grupo de discussões no Facebook chamado <strong>Entusiastas da Social Media</strong> e ontem fui surpreendido com o post da Renata Chelli Arcoverde, do blog <a href="http://rebiscoito.com.br/" target="_blank">Biscoitices</a>. No post, Renata contou sobre uma <a href="http://rebiscoito.com.br/2011/07/20/eba-presente-da-threadless-no-dia-do-amigo/" target="_blank">promoção feita em seu blog</a>, que deu às vencedoras cupons de desconto para o site Threadless, a versão americana do nosso <a href="http://www.camiseteria.com/" target="_blank">Camiseteria</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/07/rebiscoito-publicação-facebook-camiseteria-threadless.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-465" title="rebiscoito publicação facebook camiseteria threadless" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/07/rebiscoito-publicação-facebook-camiseteria-threadless.jpg" alt="" width="424" height="335" /></a></p>
<p>Depois de a promoção ter se encerrado, o perfil do <a href="http://twitter.com/SACCamiseteria" target="_blank">SAC do Camiseteria</a> fez a proposta que causou toda a polêmica no grupo do Facebook: trocar os cupons de desconto da Threadless, de US$ 25,00 cada, das ganhadoras, por vale-compras do Camiseteria, no valor de R$ 80,00.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/07/tweet-saccamiseteria1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-462" title="tweet saccamiseteria" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/07/tweet-saccamiseteria1.jpg" alt="" width="372" height="281" /></a></p>
<p>As opiniões no grupo foram bem distintas. Uns aprovaram a atitude do Camiseteria, outros não gostaram. A pergunta que ficou é: <strong>será que ações mais agressivas de marketing, como essa, agradam ao público brasileiro?</strong></p>
<p>Na minha opinião, a ação do Camiseteria não foi bacana. Mas, acho que a empresa tem o direito de tentar esse tipo de abordagem. Só que poderia ter se pensado em uma forma de mostrar mais valor ao blog Biscoitices e às ganhadoras. Oferecendo os seus cupons, sem ter partipado da promoção do Biscoitices, o Camiseteria reduziu a importância do prêmio oferecido pela Renata, no seu blog. Nesse caso, o blog é a mídia a ser valorizada. Se fosse feito de outra forma, às vencedoras da promoção teriam uma chance de conhecer o Camiseteria &#8211; que é bacana, eu curto pra caramba, sem a necessidade de comparar tão explicitamente o produto do Camiseteria com a concorrência. Quem sabe algo como, &#8220;parabéns, pela promoção do Biscoitices. Queríamos que você (ganhadora) conhecesse o nosso produto também e gostaríamos de te enviar um cupon de&#8230;.&#8221;, não deixaria de validar a promoção do Biscoitices e, talvez, encantasse mais quem ganhou a promoção.</p>
<p>A conversa chegou a um ponto tal que o Fabio Seixas, criador do Camiseteria, resolveu participar, fato que eu e vários outros achamos muito louvável. Isso prova que o Camiseteria ouve opiniões de quem se interessa e curte seus produtos. <strong><em>Kudos</em>!</strong></p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/07/fabio-seixas-post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-460" title="fabio seixas post" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/07/fabio-seixas-post.jpg" alt="" width="456" height="650" /></a></p>
<p>Acho que há muitas possibilidades de ações de marketing. Mas penso que, assim como deve haver uma adequação de conteúdo às várias redes sociais, deve haver adequações à cultura de cada país e medir o nível de agressividade de cada ação.</p>
<p>O Camiseteria tem todo o direito de tentar e o público tem todo direito de opinar. De qualquer forma, achei DUCA o Fabio Seixas ter ido ao grupo &#8211; cerne da discussão -, se exposto e ouvido a galera. Isso é o bacana em midias sociais. Isso é <a href="http://www.meemblogando.com.br/bleffe-da-uma-aula-de-co-criacao-nas-midias-sociais/">co-criação</a>.</p>
<p>E você, o que acha dessa abordagem de marketing? Mesmo, que não participe do grupo, deixe a sua opinião por aqui.</p>
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		<title>Ben Settle &#8211; Como escrever e-mails que funcionam</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/ben-settle-como-escrever-e-mails-que-funcionam/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 12:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing 1:1]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um podcast que ouvi recentemente, conheci o trabalho do e-mail marketer Ben Settle e percebi que um bom texto e frequência podem mudar a maneira como vemos o uso do e-mail nos dias de hoje. Ben afirma que seus e-mails não são feitos para quem quer conteúdo gratuito, mas sim para quem quer conteúdo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um podcast que ouvi recentemente, conheci o trabalho do <em>e-mail marketer</em> <a href="http://www.bensettle.com/blog/" target="_blank">Ben Settle</a> e percebi que um bom texto e frequência podem mudar a maneira como vemos o uso do e-mail nos dias de hoje. Ben afirma que seus e-mails não são feitos para quem quer conteúdo gratuito, mas sim para quem quer conteúdo útil e está disposto a pagar por ele.</p>
<p><strong>E-mails do tipo bate-papo</strong></p>
<p>Para Ben, o conteúdo dos e-mails depende da conversa que se tem com o público. De fato, essa colocação é interessante porque a técnica de Ben é produzir textos que lembram uma bate-papo com o leitor-assinante. Assim seus e-mails não são vistos como uma venda explícita. O assinante não se sente em uma vitrine, como as comunicações de e-commerces tradicionais fazem. &#8220;Muitas vezes, eu nem mostro que o e-mail é uma venda. Apenas coloco um link que leva a um determinado site e a venda se dá por lá&#8221;, afirma Settle.</p>
<p><strong>Envios diários???!!</strong></p>
<p>Para Ben Settle aquele pensamento de que não se deve enviar e-mails todos os dias caiu por terra. &#8220;Comecei a desafiar essa idéia experimentando envios diários e tive uma surpresa: não perdi um número significativo de assinantes. Cheguei até a conseguir mais pessoas querendo o meu conteúdo&#8221;.</p>
<p>Eu assino a lista de Ben Settle e o que mais gosto nela é que Ben responde os e-mails dos assinantes sem frescuras e sem demora. Ele é um ótimo exemplo do que o bom marketing direto, do tipo one-to-one, pode fazer pelas empresas.</p>
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		<title>Os 5 erros mais comuns das empresas no Foursquare</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/os-5-erros-mais-comuns-das-empresas-no-foursquare/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 02:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<category><![CDATA[5 Erros]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora ainda seja uma rede desconhecida da maior parte dos brasileiros que gravitam no mundo das mídias sociais, o Foursquare continua a conseguir novos adeptos. Atualmente, são 9 milhões de pessoas fazendo checkins no mundo e cerca de 250 mil empresas que já são donas das suas &#8220;venues&#8221; (estabelecimentos no Foursquare). As empresas começam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora ainda seja uma rede desconhecida da maior parte dos brasileiros que gravitam no mundo das mídias sociais, o <a href="http://foursquare.com" target="_blank">Foursquare</a> continua a conseguir novos adeptos. Atualmente, são 9 milhões de pessoas fazendo checkins no mundo e cerca de 250 mil empresas que já são donas das suas &#8220;venues&#8221; (estabelecimentos no Foursquare).</p>
<p>As empresas começam a prestar atenção ao potencial da ferramenta, mas cometem erros no seu uso. Recentemente, vi uma ação na rede propondo que os clientes de casa noturna respondessem a uma promoção na seção &#8220;tips&#8221; (dicas). Essa parte do site é como uma ouvidoria para os comerciantes e não deve ser usada para outros usos.</p>
<p>O site <a href="http://mashable.com" target="_blank">Mashable</a> levantou os cinco erros mais comuns que as empresas cometem no Foursquare. Na verdade, como os americanos estão mais acostumados à rede, o artigo do Mashable trata do uso da ferramenta por donos de pequenos negócios. Mas, acho que vale para grandes e médias empresas também, já que  por aqui todos ainda estão engatinhando no uso das promoções e outras características.</p>
<p><strong>1. Promoções muito complicadas</strong></p>
<p>Um checkin e uma dica já bastam. Criar promoções &#8211; os chamados &#8220;Specials&#8221; &#8211; no Foursquare deve ser uma forma de atrair clientes, não afastá-los. A ideia é fazer o simples. Há <a href="http://www.midiatismo.com.br/o-marketing-digital/utilizando-o-foursquare-como-meio-de-promocao-para-empresas" target="_blank">sete maneiras de se criar &#8220;specials&#8221;</a>. É só escolher a que mais se adequa ao seu negócio e criar as promoções.</p>
<p><strong>2. Desconhecimento dos funcionários sobre o Foursquare</strong></p>
<p>De que adianta promover seu negócio no Foursquare se os seus funcionários nem sabem o que é o Foursquare? Ao criar um &#8220;special&#8221;, você pode imprimir flyers para empregados e clientes. Assim, todos saberão que o seu estabelecimento tem uma promoção na rede de geolocalização.</p>
<p><strong>3. Não usar o painel do Foursquare</strong></p>
<p>Se você já é dono da sua &#8220;venue&#8221; e ainda não analisou o seu painel do Fourquare, pode estar perdendo grandes oportunidades de fidelizar clientes. No painel, você tem acesso a informações sobre o percentual de homens e mulheres que fazem checkins no estabelecimento, o número de checkins feitos por dia, a idade de quem faz os checkins &#8211; importantíssimo se você trabalha com grupos etários etc. Lembre-se da frase: você não pode gerenciar o que não pode medir.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/foursquare-dashboard-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-435" title="foursquare dashboard meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/foursquare-dashboard-meemblogando.jpg" alt="" width="480" height="627" /></a></p>
<p><strong>4. Criar muitos &#8220;specials</strong>&#8221;</p>
<p>Promoções são, como diz o nome, uma maneira de promover seu negócio. Elas não são permanentes. Da mesma forma que seus clientes sentem falta dos &#8220;specials&#8221;, eles podem se cansar e parar de prestar atenção às promoções que você criar.</p>
<p><strong>5. Não indicar que o local está no Foursquare</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/checkin-here-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-436" title="checkin here meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/checkin-here-meemblogando.jpg" alt="" width="458" height="225" /></a></p>
<p>É muito fácil mostrar aos clientes que o seu estabelecimento está no Foursquare. Adesivos podem ser conseguidos no site e todos saberão que você está ligado no que seus clientes dizem sobre o seu negócio no Foursquare. Assim como as bandeiras de cartões de crédito anunciam que tipos de cartões são aceitos em um restaurante, por exemplo, porque não mostrar aos seus cliente que o seu comércio é antenado com o mundo digital e ganhar com isso?</p>
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		<title>CNI lança clube de benefícios para pequenos, médios e grandes</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/cni-lanca-clube-de-beneficios-para-pequenos-medios-e-grandes/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 22:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Clube Indústria de Benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[compras coletivas]]></category>
		<category><![CDATA[Confederação Nacional da Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Um clube de vantagens para a indústria. Essa foi a ideia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançada esta semana. No Clube Indústria de Benefícios é possível encontrar descontos em diversos segmentos, como software, vale-alimentação, planos de saúde, veículos,  capacitação empresarial, logística, transportadora, equipamentos etc. Atualmente, 58 empresas já estão cadastradas para oferecer produtos e serviços. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um clube de vantagens para a indústria. Essa foi a ideia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançada esta semana. No <a href="http://www.clubeindustria.com.br/portal/abertura.php" target="_blank">Clube Indústria de Benefícios</a> é possível encontrar descontos em diversos segmentos, como software, vale-alimentação, planos de saúde, veículos,  capacitação empresarial, logística, transportadora, equipamentos etc.</p>
<p>Atualmente, 58 empresas já estão cadastradas para oferecer produtos e serviços. A CNI espera que até o fim do ano 800 companhias disponibilizem suas ofertas de produtos e serviços.</p>
<p><strong>Diferenças com sites compras coletivas</strong></p>
<p>O Clube Indústria de Benefícios pode até lembrar os sites de compras coletivas, mas existem diferenças entre os dois modelos. No da CNI, o diferencial está no fechamento das transações. As compras não são concluídas no site e não é necessário um número mínimo de empresas participantes. Cada companhia que criar uma oferta no site pode determinar sua própria regra de compra. Após imprimir o cupom de oferta, o interessado passa a negociar diretamente com o anunciante.</p>
<p>Interessante perceber como a internet abriu novos caminhos para todos e em diferentes níveis de atuação. Tudo isso se resume a uma palavra: relacionamento. As conversas que aproximam pessoas online, agora, promovem relações econômicas mais amplas. #win</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Universitários, profissionais e um papo legal na Gama Filho</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/universitarios-profissionais-e-um-papo-legal-na-gama-filho/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 00:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamacom]]></category>
		<category><![CDATA[In Press Porter Novelli]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Tasca]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Schott]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Gama filho]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (18), participei como palestrante do Ciclo de Atualidades, projeto da Universidade Gama Filho, que convida profissionais e alunos para conversar sobre comunicação. Estiveram comigo, a publicitária, Renata Tasca, da agência Biruta, e o jornalista Ricardo Schott, gerente de conteúdo da LabPop Content. O evento foi coordenado pela professora Adriane Martins. O bate-papo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (18), participei como palestrante do <a href="http://gamacomugf.blogspot.com/2011/05/ciclo-de-atualidades-primeiro-dia.html" target="_blank">Ciclo de Atualidades</a>, projeto da <a href="http://www.ugf.br/" target="_blank">Universidade Gama Filho</a>, que convida profissionais e alunos para conversar sobre comunicação. Estiveram comigo, a publicitária, Renata Tasca, da agência Biruta, e o jornalista Ricardo Schott, gerente de conteúdo da LabPop Content. O evento foi coordenado pela professora Adriane Martins.</p>
<p>O bate-papo com a galera do #Gamacom foi ótimo. Fiquei contente em ver o bom nível dos alunos, que trouxeram bons questionamentos. Minha palestra foi sobre Planejamento Estratégico e o meu assunto favorito: branding. Além disso, apresentei o case do <a href="http://blog.metrorio.com.br/" target="_blank">Metrô Rio</a>, um dos bons exemplos de comunicação integrada da <a href="http://www.inpresspni.com.br" target="_blank">In Press Porter Novelli</a>. O assunto despertou a curiosidade dos universitários e foi bom para esclarecer alguns pontos sobre como é feita a comunicação de um dos meios de transporte público mais importantes para a cidade.</p>
<p><a href="http://twitter.com/retasca" target="_blank">Renata Tasca</a>, deu uma ótima palestra e mostrou os cases bem bacanas da agência Biruta. Ricardo Schott falou sobre a dificuldade de gerenciar crises de imagem e como fazer para contornar situações. Schott, que é colaborador da revista Billboard, mostrou grande conhecimento do mercado musical brasileiro e, como eu, deu dicas aos alunos sobre gerenciamento de conteúdo, abordando temas, como adequação e colaboração.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gamacom-foto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-423" title="gamacom foto" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gamacom-foto.jpg" alt="" width="560" height="418" /></a></p>
<p>Parabéns à Gama Filho e seus alunos pelo evento e obrigado pelo convite.</p>
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