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O que problemas nas UPPs podem ensinar sobre marketing

Os recentes acontecimentos mostrando confusões em locais já ocupados pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), no Rio de Janeiro, mostram o que já era de se esperar: comunidades que há muitos anos não recebiam assistência, sendo lembradas por motivos claramente práticos. Afinal, o Brasil receberá em pouco mais de um mês a Copa do Mundo e um pouco mais adiante os Jogos Olímpicos, também no Rio. Acontece que essa onda de “assistência” repentina me sugeriu uma ponderação, que fica muito clara na foto abaixo.

O Estado, que nunca respeitou aqueles que hoje deseja "cuidar", não pode exigir respeito instantâneo dos "cuidados".

O Estado, que nunca respeitou aqueles que hoje deseja “cuidar”, não pode exigir respeito instantâneo dos “cuidados”.

Mas, o que essa triste realidade pode ensinar sobre marketing? 

Que quanto mais tarde você começa um relacionamento com o seu público, mas difícil é para conquistar a sua confiança e respeito. É isso mesmo. Quanto mais você demorar a estabelecer um diálogo com seus clientes, mais tempo levará para alcançar seus objetivos de comunicação.

Um dos meus autores de marketing favoritos, Michael Port, afirma:

“O tamanho da sua oferta ao seu público deve ser sempre proporcional à quantidade de confiança que você recebe desse mesmo público”.

Portanto, se você ainda não tem um planejamento de marketing e comunicação para impactar o seu público-alvo, pense nisso pra ONTEM! Até porque, existem outras empresas concorrentes a sua ou profissionais que já podem estar fazendo isso bem melhor que você.

E aí, vai ficar parado?

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Como compartilhar conteúdo com mais amor

Compartilhe! Isso é o que mais ouvimos quando falamos sobre redes sociais. O que fico me perguntando é se não estamos compartilhando demais e com as pessoas erradas. Sim, porque, sinceramente, você acha que tudo o que compartilha é realmente lido pelos seus amigos? Será que não estamos enchendo o saco de alguém com conteúdos inúteis e repetidos?

Nesse post, quero falar sobre a forma mais amorosa de se compartilhar posts em redes sociais. Minha sugestão é: pense no que está compartilhando como um presente; algo que você oferece para alegrar alguém. alguém que você está marcando no seu post. Pronto, você Já está compartilhando com amor; e seu conteúdo passa a ganhar uma relevância muito maior.

Acredito que a melhor ferramenta para esse compartilhar mais fraternal é o Google+. Nele, você pode marcar um grupo (através dos círculos) ou apenas uma pessoa. Claro que pode compartilhar publicamente, mas esse não é o assunto aqui. Outras ferramentas também possibilitam isso, mas esbarram na questão da usabilidade mais complexa.

Experimente, por exemplo, enviar um link sobre cupcakes para aquele amigo(a) que adora fazer ou comer cupcakes e perceba se ele/ela não se sentirá mais especial. Faça sua mensagem chegar a quem realmente se interessa por ela.

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Compartilhando com dois amigos fotógrafos via Google+. Eles foram os únicos que marquei para receber essa postagem.

E as empresas? Podem atuar da mesma forma, mas para isso é preciso entender o que e quem de sua audiência se interessa por qual tipo de conteúdo. Minha dica, de novo, é o Google+. Separe as pessoas por círculos de interesse. Se você é uma livraria, pergunte aos seus clientes que categoria de títulos eles mais gostam e os coloque em círculos específicos, como: romance, suspense, infantil, culinária etc. Analise os resultados e compare as informações depois. Garanto que eles ficarão mais próximos e a livraria mais íntima deles.

Compartilhe, mas com amor.

Transparência gera bons negócios

Há vezes em que para se atingir sucesso em um planejamento de marketing no presente é necessário conhecer os serviços oferecidos no passado, e como os consumidores lidavam com eles. Além disso, é importante perceber que latências não eram supridas e o que faltava àqueles serviços, que hoje são oferecidos com qualidade superior.

Para exemplificar uma dessas latências, lembro-me claramente do meu velho pai, lendo o jornal e marcando os anúncios na sessão de classificados. As vontades dele eram claras: “gostaria de ver a foto desse carro pra saber se tá inteiro como diz o anúncio, mesmo!”. Bom, notaram o grau de desconfiança do meu velho e como esse sentimento o impedia de acreditar na lisura do que era anunciado? Imagino que isso devia acontecer com outros potenciais consumidores, também. Fico pensando em quantos negócios não foram fechados pela falta de ferramentas que impossibilitava uma relação mais transparente.

Felizmente, hoje em dia, temos a internet; e com ela os classificados online. O melhor disso tudo é que agora ainda existe a possibilidade de publicar um anúncio grátis e usufruir de toda a transparência que a rede oferece. O que é anunciado é vendido com fotos e vídeos, ou seja, o medo de levar gato por lebre não precisa mais existir.

Mais transparência, mais negócios

A relação confiança e negócios é diretamente proporcional: quanto mais se confia em uma pessoa maior é a tendência de melhorar um relacionamento. Nas relações comerciais acontece a mesma coisa: se sua empresa demonstra confiança, é muito provável que mais consumidores queiram se relacionar com ela. O ponto extremamente positivo nisso tudo é que vivemos a época do boca a boca online. As redes sociais podem potencializar e amplificar a imagem positiva que sua empresa reflete. Tudo está na quantidade de confiança demonstrada. É uma via de mão dupla. Esse é o verdadeiro marketing.

Então, na próxima vez em que você for anunciar alguma coisa, pense e agradeça pelas ferramentas que garantem a confiabilidade daquilo que você vende.

Esse post é um publieditorial.

Por que posicionamento é tão importante

Posicione-se!

Se você tem uma empresa que atende a vários segmentos diferentes, pode estar trilhando o caminho do fracasso.  Minha dica é: defina o seu posicionamento. O que você faz e a quem você serve diz muito sobre o futuro da sua empresa.

Se você consegue dizer quem é, o que faz, a quem serve, e os resultados que pode oferecer, sem soar confuso ou incoerente, parabéns. Você está trilhando o caminho do sucesso. Se você ainda não pensa assim, calma. Eu entendo. Talvez, tenha medo de tentar por achar que isso irá limitar sua área de atuação. A questão é que se você não se posicionar no mercado, continuará conhecido como um generalista, a grosso modo, um “faz tudo”, e poderá não ser respeitado por não ter uma das mais valiosas e valorosas ferramentas corporativas: o não.

Por que dizer não é útil

A arte de dizer não a um determinado tipo de cliente é importante, pois ao mesmo tempo que mostra o respeito que você tem por seu mercado, indica também o valor que sua empresa dá aos clientes que já conquistou. Dizer não demonstra que você, cada vez mais, se especializa para atender melhor o mercado a que se dedica, que você se preocupa com seus clientes e entende as suas dores.

Imagine-se em uma concorrência. De um lado, uma empresa que atende a vários segmentos, mas não traz muitos cases de trabalhos em uma área específica. Do outro está a sua empresa, especializada, cheia de cases de sucesso – alguns erros (#quemnunca) -, e exalando credibilidade para lidar com o problema do cliente aflito na outra ponta. Qual empresa você acha que o cliente vai escolher?

Posicione-se. Demarque o seu território. Mostre o que você realmente sabe e em que investe. O sucesso pode não chegar logo, pois sem trabalho nada acontece, mas ele chegará. E quando isso acontecer, eu vou adorar ouvir a sua história. Diga sim a um só mercado e seja feliz. Boa sorte!

Não deixe sua marca ir para o lixo

Essa semana, a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou que, a partir de julho, quem jogar lixo nas ruas poderá ser multado. A sanção aos cidadãos e até turistas pode ir de R$ 157,00 a R$ 980,00. Uma tentativa válida de repreender aqueles que sujam a cidade sem pensar nas consequências, como bueiros entupidos, que transbordam com o grande volume de chuvas e causam grandes prejuízos à cidade.

Baseado nisso, gostaria de chamar a atenção de quem estampa sua marca em materiais gráficos (folhetos, flyers etc), que são distribuídos às pessoas nas ruas e descartados sem pena. Não é apenas o seu papel que está emporcalhando as ruas. É, principalmente, a sua marca que está sujando a cidade. Apesar dos apelos nos impressos, para que não sejam descartados de maneira indiscriminada, no fim do dia, a quantidade de material empilhada, sujando as ruas, é enorme. A sujeira que a SUA MARCA produz é imensa.

Não deixe o medo parar você!

Recentemente, ouvi de um diretor de empresa a seguinte frase: “acho que folhetos publicitários não funcionam mais e só fazem sujar a cidade, mas tenho medo de parar de usá-los”. Entendi a preocupação dele; que muito provavelmente não é o único ainda a pensar assim. A necessidade de ver a marca “fisicamente” nas mãos das pessoas ainda é grande. De uma certa forma, ela “tranquiliza” os gestores, como se eles estivessem seguros da “presença” de suas mensagens nas ruas.

A proposta que gostaria de deixar nesse post é que é possível vencer o esse medo e fazer sua marca parar de sujar a cidade. Por isso, resolvi trazer uma dica para os gestores, donos de negócios que podem fazer sua marca virar sinônimo de sustentabilidade e responsabilidade social.

Invista em Inbound Marketing

Inbound Marketing é o processo de utilização de um conjunto de elementos capazes de melhorar seu marketing. É o que eu costumo chamar de marketing inteligente.

  • Conteúdo;
  • Mídias sociais;
  • Otimização de sites (SEO). Isso significa ter um site que está preparado, tanto para servir corretamente os internautas, sem deixá-los confusos, como bem tagueado, organizado e que prima pela qualidade do conteúdo para estar bem posicionado em resultados de ferramentas de busca, como o Google.
  • Disparos de e-mail marketing com mailing precisos, que não tentam atingir públicos que não interessados em receber suas mensagens e classificam sua comunicação como SPAM.

Esse conjunto de ações gera uma automação de marketing capaz de atrair e reter clientes, aquilo que toda marca deseja.

É importante lembrar que nem todas essas ações se aplicam a todos os tipos de negócios, mas pelo menos uma das práticas acima se aplica a qualquer negócio.

Preparar-se para esse novo momento em que vivemos é estar à frente dos concorrentes. É dar um verdeiro salto quântico e transformador. É sair na frente daqueles que ainda visam somente à propaganda desorganizada e que não se comprometem com o bem-estar das pessoas. É nesse segmento que a sua empresa quer estar?