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	<title>Me Emblogando &#187; Livros</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>Jornalismo &amp; Mídias Sociais &#8211; Livro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 15:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você é estudante de Comunicação e pensa em seguir a carreira jornalística, leia esse livro. Se você já é um jornalista mas quer entender melhor como é esse negócio de redes sociais, Twitter etc, leia esse livro. E se você não quer ser jornalista, mas se interessa por internet e novas mídias, leia esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é estudante de Comunicação e pensa em seguir a carreira jornalística, leia esse livro. Se você já é um jornalista mas quer entender melhor como é esse negócio de redes sociais, Twitter etc, leia esse livro. E se você não quer ser jornalista, mas se interessa por internet e novas mídias, leia esse livro. <strong><a href="http://www.tabletas.com.br/2011/07/17/livro-jornalismo-midias-digitais-recomendo/#content" target="_blank">Jornalismo &amp; Mídias Sociais &#8211; um novo papel além das redações</a></strong> é uma deliciosa compilação, que mostra com clareza tudo o que um jornalista tem que saber para poder exercer uma profissão que cada vez mais ganha novas características e quase força os profissionais a se adequar ao atropelamento de informações e conteúdos  gerados por internautas no mundo atual.</p>
<p>Os organizadores da obra <a href="http://twitter.com/louzada" target="_blank">Rafael Louzada</a>, Eduardo &#8220;Lá vem o Leão!&#8221; Mansell e Maurício Louro formaram um time de responsa: Paulo Henrique de Oliveira Ferreira, Pollyana Ferrari, Luciano Kreuzburg-Miranda, <a href="http://twitter.com/mtonus" target="_blank">Mirna Tonus</a>, <a href="http://twitter.com/mariocavalcanti" target="_blank">Mário Cavalcanti,</a> <a href="http://twitter.com/rperret" target="_blank">Raphael Perret</a>, Jaqueline Pedreira e <a href="http://twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">Nino Carvalho</a>.</p>
<p>O livro traz ótimas dicas e conta histórias muito interessantes. Meus queridos amigos Louza e Mansell falam sobre a importância das métricas no jornalismo online, o que muda ou não na home de um site, em função dos números obtidos em tempo real, a história das primeiras agências de notícias e o que elas têm feito para se manter nesse novo &#8220;momento Twitter&#8221; da comunicação. Já Maurício Louro traz o tema SEO de uma forma divertida e com um texto gostoso de ler.</p>
<p>Mário Cavalcanti dá uma aula sobre o universo mobile ressaltando a importância de se pensar em sites criados exclusivamente para os dispositivos móveis, como smartphones e tablets.</p>
<p>Raphael Perret e Jaqueline abordam com didatismo a questão da democracia no jornalismo online, falando sobre o conteúdo gerado pelo usuário, e da arte de se construir um site que respeita todos os aspectos da usabilidade, respectivamente.</p>
<p>Não dá pra fala sobre todos os capítulos em detalhes aqui, mas vale a pena ler o que Mirna Tonus escreve sobre o jornalismo hipermultimídia. E ainda temos Nino Carvalho, que fecha o livro, citando a Amazon, claro, e mostrando o impacto causado pela internet no jornalista que está chegando ao mercado e àquele que já está nele.</p>
<p>Enfim, Jornalismo &amp; Mídias Sociais é um prato feito pra quem tem fome de conhecimento e não quer ser só um coadjuvante na profissão.</p>
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		<title>Livro: Rework &#8211; 37 Signals</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 16:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando Jason Fried e David Heinemeier Hansson fundaram a 37Signals, eles não estavam satisfeitos com os softwares de planejamento disponíveis no mercado. Decidiram, então, criar o Basecamp: um programa próprio, muito melhor que os seus concorrentes. Com o tempo, o Basecamp passou a ser utilizado por outras empresas, gerando milhões de dólares para Fried e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Jason Fried e David Heinemeier Hansson fundaram a <a href="http://37signals.com/" target="_blank">37Signals</a>, eles não estavam satisfeitos com os softwares de planejamento disponíveis no mercado. Decidiram, então, criar o Basecamp: um programa próprio, muito melhor que os seus concorrentes. Com o tempo, o Basecamp passou a ser utilizado por outras empresas, gerando milhões de dólares para Fried e Hansson. No livro <a href="http://37signals.com/rework/" target="_blank">Rework</a>, os caras contam essa e muitas outras histórias que provam o valor das ideias em ação sobre as intermináveis reuniões de planejamento.</p>
<p>Rework é um injeção de ânimo naqueles que desejam se tornar empreendedores. E não é necessário estar no negócio de software ou internet para aproveitar as dicas do livro. Os autores deixam claro que, se você tem uma ideia, o que deve fazer é colocá-la em prática.</p>
<p>O título Rework, ainda sem edição em português , deve ser entendido como uma forma de &#8220;rever a maneira como trabalhamos hoje em dia&#8221;. Não tem nada a ver com o temido &#8220;retrabalho&#8221;, que todos evitamos no corre-corre da vida. O pensamento dos autores é baseado no fato de que estamos em tempos de mudanças rápidas, por isso, segundo eles, &#8220;o planejamento deve ser encarado como achismo&#8221;.</p>
<p>Segundo os autores, quando &#8220;achamos&#8221;, as coisas tendem a ficar mais simples. Ao transformar &#8220;achismos&#8221; em planos, entramos em uma zona de perigo. Planos fazem o passado guiar o futuro, nos cegam e não nos permitem improvisar. E o improviso nos deixa aproveitar oportunidades que não são percebidas antes das ações entrarem em prática. Como planejador, penso que devemos, sim, ter uma linha a seguir, mas concordo com o livro quando diz que o que deve ser decidido é o hoje e não o que vai acontecer em um ano. Em um ano, as coisas mudam muito.</p>
<p>O livro aconselha &#8220;ignorar o mundo real&#8221;. Se alguém diz que uma ideia não vai dar certo, ignore essa pessoa. Se você não lutar contra a maré, não conseguirá fazer algo inovador. Não deixará sua marca no mundo, como dizem os autores.</p>
<p><strong>Foco no que não muda é o caminho</strong></p>
<p>Essa passagem do livro me fez lembrar do grupo de estudos do professor <a href="http://nepo.com.br/" target="_blank">Carlos Nepomuceno</a>. Entender o que não muda significar basear o seu negócio em argumentos duradouros e não em modinhas passageiras. Pensar no que é viável e simples sempre ajuda na tomada de decisões das empresas.</p>
<p><strong>Gere conteúdo sobre o seu negócio</strong></p>
<p>Rework também toca no assunto geração de conteúdo (que bom!). A dica é construir uma audiência, mostrando como fazer, sem esconder &#8220;segredos&#8221;. Fazendo isso,  você terá mais gente acompanhando o seu trabalho. Como consequência disso, uma audiência que gosta de você vai indicar o seu trabalho a mais clientes, que irão comprar de você e manter um ciclo positivo para os negócios.</p>
<p><strong>Comece pequeno</strong></p>
<p>Crescer aos poucos é um conselho valioso dos autores. Não é nada absolutamente novo, mas devemos sempre lembrar que passos maiores que a perna podem levar um empreendimento ao fim. Quando se é menor é mais fácil mudar a direção e implementar um novo pensamento para os negócios &#8211; uma vantagem em relação aos gigantes do mercado.</p>
<p>São muitas as dicas do livro. Rework deve ser lido e relido. Não dá pra colocar todas em um só post. Se você quiser conhecer outras opiniões sobre a obra, indico esses posts:</p>
<p><a href="http://miguelcavalcanti.com/2010/04/09/resenha-do-livro-rework-da-37signals/" target="_blank">Blog do Miguel Cavalcanti</a></p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/gestao20/gestao/de-getting-real-a-rework/" target="_blank">De Getting real a Rework</a></p>
<p><a href="http://bluesoft.wordpress.com/2010/05/18/rework/" target="_blank">Blog da Bluesoft</a></p>
<p><a href="http://www.agileway.com.br/2010/08/03/resenha-do-livro-rework/" target="_blank">Agile way</a></p>
<p>Agradeço o <a href="http://twitter.com/mauroamaral" target="_blank">Mauro Amaral</a> por me fazer conhecer o trabalho da 37Signals e a amiga <a href="http://leticiabade.com.br/" target="_blank">Leticia Bade</a> pela dica e empréstimo do livro. Valeu!</p>
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		<title>E você&#8230; já entendeu a revolução?</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/e-voce-ja-entendeu-a-revolucao/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 12:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
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		<category><![CDATA[Hugh Hewitt]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Nelson]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevi este post para um projeto coletivo chamado Digital Já e, como gosto desse texto, reproduzo-o aqui no blog. Atualmente, para muitos internautas, os blogs são uma coisa normal. Todos já leram ou passaram os olhos em um blog, pelo menos uma vez. E se ainda não o fizeram, devem conhecer alguém que já tenha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi este post para um projeto coletivo chamado <a href="http://digitalja.com/" target="_blank">Digital Já</a> e, como gosto desse texto, reproduzo-o aqui no blog.</p>
<div id="_mcePaste">Atualmente, para muitos internautas, os blogs são uma coisa normal. Todos já leram ou passaram os olhos em um blog, pelo menos uma vez. E se ainda não o fizeram, devem conhecer alguém que já tenha feito. Isso não significa que todos conheçam a força dos blogs ou saibam que um conjunto deles pode promover e fomentar mudanças sociais, políticas e até econômicas. Entender e saber usar esta força transformadora é a proposta do livro <a href="http://www.ediouro.com.br/site/products/content_book/5868" target="_blank">Blog – Entenda a revolução, escrito por Hugh Hewitt, lançado em 2007 pela editora Thomas Nelson Brasil</a>.</div>
<div>
<p>Para aqueles que ainda não sabem ou nunca ouviram falar na palavra blog, vale um explicação. Blog vem da abreviação de web log. *Trata-se de um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou “posts”. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog. Se você, depois de ler esta resenha, pretende conferir o livro, aqui vai uma dica: procure não se importar com alguns aspectos relativos ao autor.</p>
</div>
<div>Hugh Hewitt é americano, republicano ferrenho, defensor das políticas reacionárias de George Bush, que permearam os anós pré-Barack Obama. Tirando isso, Blog é um livro muito bom e útil para se entender o porquê muita gente hoje já lê e confia mais nos blogueiros como fonte primeira de informação do que nos grande e consagrados nomes da mídia de massa. É importante lembrar que esse “muita gente” representa – e por algum tempo a situação ainda será assim -, um número infinitamente menor que a audiência formada pelas grandes redes de televisão e jornais, mas já é um começo.</div>
<div>
<p>A obra traz casos em que a blogosfera ganhou pontos com a sociedade e desbancou a verdade das mídias de massa. Um dos significativos ficou conhecido com “Rathergate”, parodiando o famoso Watergate, que forçou a renúncia do então presidente Richard Nixon. O termo “Rathergate” veio de um escândalo protagonizado por Dan Rather, um dos âncoras mais respeitados da CBS, rede americana de TV. Dois meses antes das eleições entre o democrata, John Kerry, e o republicano, George W. Bush, Rather apresentou documentos que afirmavam que Bush teria servido na Guarda Aérea dos Estados Unidos, entre os anos de 72 e 73, e proibido de voar por não ter passado nos testes de aptidão física e técnica. A blogosfera republicana foi atrás dos documentos e provou que eles eram forjados. Não houve autenticação dos órgãos oficiais da Força Aérea daquele país. Esse fato, aliado à união dos blogueiros, forçou a CBS a pedir desculpas pelo “erro”, em rede nacional.</p>
</div>
<div>No aspecto profissional, o mais importante do livro são as dicas que Hewitt dá sobre a criação de blogs para empresas. O autor os divide em:</div>
<blockquote>
<ul>
<li>O blog da liderança – mostra o quão importante é a comunicação dos diretores, presidentes de uma empresa com seus empregados. Segundo Hewitt, um blog desse tipo pode inspirar, informar, elogiar e até pedir, ou seja, a trazer a voz oficial da empresa sem a chatice das comunicações internas.</li>
<li>O blog da gerência – dinamiza a comunicação dos gerentes com seus comandados. Antecipa decisões e defende ideias junto à equipe.</li>
<li>O blog do empregado – os empregados podem contribuir com links de artigos valiosos, checar ações dos concorrentes etc.</li>
</ul>
</blockquote>
<p>De acordo com Hugh Hewitt, blogs são uma oportunidades quase gratuitas de defender uma marca, introduzir novos produtos ou produzir agitação, por um tempo indefinido. Várias vezes no livro, o autor se refere ao termo “infestação”: um conjunto de blogs falando sobre o mesmo tema, produzindo massa crítica para incentivar a reflexão.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, um bom livro sobre blogs não deixaria de citar o religioso Martin Lutero, com certeza o grande responsável pela transformação da sociedade através do livro. Hewitt contempla o trabalho de Lutero e o considera o fato mais importante para o que hoje chamamos de blogosfera.</p>
<p>* Texto extraído de Wikipedia.org</p>
<p>Mais sobre:</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rathergate" target="_blank">Rathergate (em inglês)</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_lutero" target="_blank">Martin Lutero</a></p>
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		<title>Cresça e aconteça!</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 23:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Digital Já]]></category>
		<category><![CDATA[Fazer Acontecer]]></category>
		<category><![CDATA[Julio Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Talent]]></category>

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		<description><![CDATA[O que significa “fazer acontecer” pra você? Essa resposta pode ter mil e uma variações, mas para o Julio Ribeiro, autor de “Fazer Acontecer.com.br”, a resposta é “arregaçar as mangas”. Recentemente, terminei a leitura do livro e me senti na obrigação de fazer essa resenha em homenagem a ele. Afinal, tem muita gente fazendo acontecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que significa “fazer acontecer” pra você? Essa resposta pode ter mil e uma variações, mas para o Julio Ribeiro, autor de “Fazer Acontecer.com.br”, a resposta é “arregaçar as mangas”. Recentemente, terminei a leitura do livro e me senti na obrigação de fazer essa resenha em homenagem a ele. Afinal, tem muita gente fazendo acontecer no mercado e que pode replicar esse sentimento a mais e mais profissionais.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Fazer-acontecer.com_.br_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-324" title="Fazer acontecer.com.br" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Fazer-acontecer.com_.br_.jpg" alt="" width="320" height="320" /></a></p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Fazer-acontecer.com_.br_.jpg"></a><br />
Antes de falar da obra em si, vale dizer que o Julio Ribeiro é dono da <a href="http://www.talent.com.br/blog/" target="_blank">Talent</a>, agência de publicidade ganhadora de prêmios importantes e que, segundo o próprio Julio, foi criada para atender a dez clientes, no máximo, e ter como premissa não aceitar contas de empresas de tabaco, bebidas alcoólicas e não trabalhar com campanhas políticas.</p>
<p>Entre vários capítulos bacanas, o que mais me atraiu foram as ideias simples e eficientes que Julio e seu time propuseram para resolver problemas que os clientes achavam irreversíveis. O capítulo que conta sobre uma importante cadeia de lojas de confecção masculina, que não conseguia atrair clientes é um exemplo. Nesse capítulo, Julio sugere ao dono da loja que, antes de investir em propaganda, invista em material humano. Os vendedores foram ouvidos e com melhores condições de trabalho e menos rotatitividade passaram a vender mais. Não foi preciso nenhum truque mirabolante pra entender isso. Fantástico.</p>
<p>Outra parte do livro que gostei muito fala de um personagem presente em muitas empresas até hoje: o “Branca de Neve”. Não. Eu não errei o gênero. O Branca de Neve a quem o Julio se refere é aquele gestor que tem que aprovar tudo, não delega nada e não permite que seus comandados cresçam e tomem decisões simples, sem ter que consultá-lo. Segundo o autor, o Branca de Neve não faz acontecer, porque não permite que os outros façam mais que ele. Uma visão fantástica da qual compartilho totalmente. Temos que acreditar no talento de quem contratamos, dar chances. Caso contrário, os anões permanecerão anões pra sempre em volta do “Branca”.</p>
<p>Sobre internet, o livro é burocrático. Esperava mais do assunto até por causa do nome. Cita apenas algumas campanhas que a Talent produziu, mesmo não sendo esse o foco da empresa. Julio não exagera e vende o peixe honestamente. Na verdade, essa é uma reedição do bem sucedido “Fazer Acontecer”. Reitero: esse não é um livro sobre internet. É uma obra pra ajudar profissionais de marketing e publicidade a entender melhor a difícil arte de trabalhar em equipe e entender o que os clientes querem.</p>
<p>Vale muito a pena a leitura. Como sempre digo, recomeiiindo. E, Julio, se você um dia ler isso aqui, me convida pra bater um papo.</p>
<p>Fechando o serviço.</p>
<p>Livro “Fazer Acontecer.com.br”<br />
Autor: Julio Ribeiro<br />
Editora: Saraiva</p>
<p>Leia esse e outros posts sobre marketing digital no <a href="http://digitalja.com/" target="_blank">Digital Já</a></p>
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		<title>Blogbooks vai transformar blogs em livros</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 19:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[blogbooks]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você acha que seu blog dá um livro, se ligue no Blogbooks, uma ideia da Singular Digital, que vai transformar 12 blogs em livros. São 12 categorias, passando por quadrinhos, humor, sexo, política, entre outras. O blog mais votado entre os 120 selecionados será premiado com toda pompa e circunstância na Bienal do Livro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você acha que seu blog dá um livro, se ligue no Blogbooks, uma ideia da Singular Digital, que vai transformar 12 blogs em livros. São 12 categorias, passando por quadrinhos, humor, sexo, política, entre outras. O blog mais votado entre os 120 selecionados será premiado com toda pompa e circunstância na Bienal do Livro, que rola agora em setembro, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O primeiro Prêmio Blogbooks já é um sucesso. Em dez dias de campanha, o site recebeu mais de 45 mil visitas únicas, bombou no Twitter e já registrou mais de 12 mil votos. E você, quer ajudar a transformar seu blog favorito em livro? Se ligue e acesse: www.blogbooks.com.br</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zprxkn2tJJY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/zprxkn2tJJY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>França, Brasil e o marketing de livros</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/franca-brasil-e-o-marketing-de-livros/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 04:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<category><![CDATA[Ruptura 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Fernand Alphen]]></category>
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		<category><![CDATA[lançamento de livros]]></category>
		<category><![CDATA[relevância]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca bloguei sobre o fato de trabalhar em uma editora.  Mas, acredito que esse post passou a ser pertinente, porque trabalho em  um mercado dinâmico e as estratégias para ele mudam quase que diariamente. Fico muito contente, e orgulhoso, pois a Ediouro acompanha essas mudanças e tem saído sempre na frente quando o assunto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca bloguei sobre o fato de trabalhar em uma editora.  Mas, acredito que esse post passou a ser pertinente, porque trabalho em  um mercado dinâmico e as estratégias para ele mudam quase que diariamente. Fico muito contente, e orgulhoso, pois a <a href="http://www.ediouro.com.br" target="_blank">Ediouro</a> acompanha essas mudanças e tem saído sempre na frente quando o assunto é tecnologia e <a href="http://www.igec.com.br/index.php/Cursos/pos-graduacao-marketing-digital" target="_blank">estratégias em marketing digital</a>. Contudo, pensei que ficaria desconfortável em escrever este post. Não quero que esse blog seja um canal &#8220;jabá inside&#8221;, embora seja fato que trabalho para uma das mais respeitadas editoras do país e líder de mercado. Espero somente dar uma ajuda a quem enfrenta o desafio diário de vender livros no Brasil.</p>
<p>A pedido da minha amiga de Sou + Web, <a href="http://twitter.com/mslemos" target="_blank">Marisa Lemos</a>, resolvi comentar aqui no MeEmblogando um <a href="http://ow.ly/lpLw" target="_blank">post</a> que ela me enviou essa semana. Ele aborda a forma como o lançamento de um livro é feito na França e a diferença de pensamento das editoras francesas em relação as da Terra Brasilis.</p>
<p>Em resumidas linhas, Fernand Alphen afirma que, na França, o lançamento &#8211; assim como o planejamento do marketing de um livro -,  é feito de maneira bem diferente daqui no Brasil. Lá, 200 blogueiros comentam o livro &#8211; ainda em fase de manuscrito &#8211; e, com base na análise da repercussão das resenhas, todo o processo de promoção do livro é definido. Isto é, o livro não é promovido na grande imprensa, ou &#8220;dead tree society&#8221;, como o autor do texto, coloca.</p>
<p>Acho esse modelo super válido, pois ele dá credibilidade ao livro e à editora. As opiniões vêm de leitores e não de críticos literários acostumados a escrever o mesmo blá blá blá de sempre. A <a href="http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna_col.asp?panorama=267&amp;tipo=C" target="_blank">relevância gera credibilidade</a> nos comentários e isso promove o livro positiva ou negativamente. Ou seja, não há enganação. Ou o produto é bom, ou não é.</p>
<p>Entretanto, esta estratégia também implica uma profunda quebra de paradigma. Muitos marketeiros no Brasil, acreditem se quiser, ainda pensam que mais vale um outdoor parado, caro, muitas vezes não lido, para divulgar um produto, do que uma boa ação de social media.</p>
<p>O mercado editorial aqui ainda padece da bondade da grande imprensa. É inegável que uma matéria em um grande veículo ainda mobiliza mais pessoas a conhecer um livro, mas uma ação focada em mídias sociais aproxima mais a marca de seus potenciais compradores. Quando um grande veículo fala de uma marca, a mensagem pode se perder, pois o campo de abrangência desse mesmo veículo é muito extenso. Porém uma ação bem planejada e direcionada provavelmente terá um impacto maior, porque seu público é definido. Vale lembrar que o modelo francês avalia o pré e não o pós. Isso significa que a editora ainda tem uma valiosa métrica em suas mãos para coordenar as ações que julgar necessárias.</p>
<p>Para terminar, não acho que devemos promover uma guerra entre a grande imprensa e os blogueiros. Os grande jornalistas sempre serão relevantes. Entretanto, o modelo arcaico de promoção no Brasil ainda deve persistir por um tempo. Essa quebra de paradigma será lenta, como tudo o que acontece por aqui. Isso é cultural. Mas, como profissionais de marketing, não devemos desistir dela. Temos que aproximar cada vez mais os consumidores de nossos produtos. Usar as ferramentas que temos a nossa disposição com habilidade e alcançar o engajamento que desejamos. Afinal, é conversando que a gente se entende.<span style="font-size: small;"> </span></p>
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		<title>Quer investir em mídias sociais? Ouça o Conselho</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 22:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Ruptura 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Shel Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Twitterville]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, o título está certo. Não estou falando de um conselho, mas sim, do Conselho de Mídias Sociais para Negócios (Social Media  Business Council), que promove essa semana nos Estados Unidos um encontro que pretende auxiliar grandes marcas a planejar melhor suas ações na web, especialmente em mídias sociais. O Conselho, anteriormente chamado de Blog [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Sim, o título está certo. Não estou falando de um conselho, mas sim, do <a href="http://www.socialmedia.org/" target="_blank">Conselho de Mídias Sociais para Negócios (Social Media  Business Council)</a>, que promove essa semana nos Estados Unidos um encontro que pretende auxiliar grandes marcas a planejar melhor suas ações na web, especialmente em mídias sociais.</div>
<div id="_mcePaste">O Conselho, anteriormente chamado de Blog Council, é uma comunidade de marcas focada em ajudar grandes empresas a ter sucesso usando mídias sociais. Profissionais da Dell, Walmart, Coca-Cola, Wellsfargo, GE e Proctor &amp; Gamble, entre outras majors, dão conselhos sobre como conseguir se engajar através de ações em mídias sociais. A ideia do projeto é ensinar as empresas a usar o marketing boca-a-boca e mídias sociais a empresas de pequeno, médio e grande portes.</div>
<div>O convidado de hoje foi o especialista em mídias sociais <a href="http://www.redcouch.typepad.com/weblog/information.html" target="_blank">Shel Israel</a>, que também falou sobre seu novo livro Twitterville &#8211;  how businesses can thrive in Global Neighborhoods (algo parecido com &#8220;como os negócios podem ter sucesso na era da globalização&#8221;).</div>
<div>Por motivos geográficos, não pude acompanhar a palestra de Israel, mas o acompanhei o search no Twitter e posto aqui algumas frases dele twittadas por quem esteve presente ao evento. Vários conceitos podem ser aplicados às empresas brasileiras.</div>
<div>&#8220;CEO&#8217;s que não usam Twitter, blogs etc são como aqueles que não acreditavam em computadores.&#8221; (&#8220;CxOs who don&#8217;t use twitter, blogs etc are like those that didn&#8217;t embrace computers&#8221;.)</div>
<div>&#8220;O Twitter possibilita abraçar um velho amigo na primeira vez em que você o encontra.&#8221; (&#8220;Twitter enables you to hug an old friend the first time you meet&#8221;)</div>
<div>&#8220;Como podemos ter certeza que livros sobre mídias socias não estarão obsoletos antes mesmo de serem lançados? Concentre-se em conceitos permanentes, não em questão momentâneas.&#8221; (&#8220;How do U ensure SM books dnt become outdated before release? Concentrate on timeless concepts not time-sensitive issues.&#8221;)</div>
<div>- Pegando carona aqui, digo que o mais importante não é o próximo &#8221;Twitter&#8221;, e sim saber como usar as ferramentas certas.</div>
<div>&#8220;Imagino o dia em que novos profissionais ganharão, além de uma conta de e-mail da empresa, uma conta de sua rede social.&#8221; (&#8220;I envision the day when new employees come in &amp; R given not only email acct, but social networking acct.&#8221;)</div>
<div>- Será?</div>
<div>&#8220;Inicialmente, as empresas usam o Twitter para &#8220;conseguir seguidores&#8221;, e terminam se concentrando naqueles que elas seguem.&#8221; (&#8220;Initially businesses come 2 twttr 2 &#8220;get followers&#8221; &amp; end up concentrating on those they follow.&#8221;)</div>
<div>E nós? Quando teremos o nosso conselho? Adoraria participar de um. E você?</div>
<div>Além de Twitterville, Shel Israel participou da elaboração do excelente <a href="http://www.theconversationalcorporation.com/ebook1/" target="_blank">e-book The Conversational Corporation, da DowJones</a>.</div>
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		<title>Outros Investimentos Inteligentes</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 02:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[gustavo cerbasi]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[thomas nelson brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[No momento em que a Thomas Nelson Brasil prepara o seu grande lançamento do ano, com o livro de Gustavo Cerbasi, tomo a liberdade de usar o título da obra para ilustrar esse texto. Com as recentes discussões sobre os biocombustíveis, o presidente Lula virou o embaixador oficial do etanol brasileiro para o mundo. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No momento em que a Thomas Nelson Brasil prepara o seu grande lançamento do ano, com o livro de Gustavo Cerbasi, tomo a liberdade de usar o título da obra para ilustrar esse texto.</p>
<p>Com as recentes discussões sobre os biocombustíveis, o presidente Lula virou o embaixador oficial do etanol brasileiro para o mundo. Não sou fã do nosso &#8220;ilustre&#8221; chefe de estado há muito tempo, mas tenho que admitir que seus discursos mundo afora têm um fundo de verdade. Lula propõe que o modelo do etanol brasileiro, produzido a partir da cana-de-açúcar, seja adotado pelo resto dos países, mas esbarra nas críticas das nações mais ricas, que acusam o Brasil de desmatar grandes áreas para o plantio da cana, promovendo a produção de etanol às custas de crimes ambientais.</p>
<p>É fato que o desmatamento das florestas nacionais é uma questão que merece muito mais respeito das ditas autoridades brasileiras, mas também é indiscutível que, aqueles que criticam o nosso trato com as questões florestais reduzem muito as chances de uma distribuição de comida mais justa por todo o mundo.</p>
<p>O protecionismo dos países ricos, que mantém os subsídios agrícolas aos seus agricultores, não permite que haja uma competição de preços. Os produtos de países emergentes, como o nosso, não conseguem penetração no primeiro mundo. Assim, os ricos continuam ricos e os pobres continuam mais pobres. Como dizia o saudoso Chico Science: &#8220;o de cima sobe e o de baixo desce&#8221;.</p>
<p>A essa altura você pode estar se perguntando o porquê do título. Explico. O investimento inteligente no etanol brasileiro é garantido pela proteção ao meio ambiente, com um combustível menos poluente, e ainda mais barato que os derivados do petróleo, esse sim, o grande vilão ajudado pela especulação financeira internacional, que faz com que o preço do barril suba mais e mais a cada dia. Se todas as nações se dispusessem a entrar na onda dos biocombustíveis, daríamos um grande passo. Como não acredito mais em Papai Noel, sei que os países ricos não seguirão essa tendência. Mas, dizer que o aumento no preço dos alimentos é culpa do uso de produtos agrícolas para a produção de etanol é covardia.</p>
<p>O outro investimento inteligente, sempre válido, é nas pessoas. Um mundo com mais alimentos para todos é a certeza de vidas menos miseráveis, ou seja, mais felizes. Vale a pena investir em algo bom para os que nada tiveram até hoje.</p>
<p>Pra terminar, cito o eterno sonhador: &#8220;you may say I&#8217;m a dreamer but I&#8217;m not the only one&#8230;&#8221; E que venham mais investimentos inteligentes.</p>
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