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	<title>Me Emblogando &#187; Jornalismo</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>Jornalismo &amp; Mídias Sociais &#8211; Livro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 15:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você é estudante de Comunicação e pensa em seguir a carreira jornalística, leia esse livro. Se você já é um jornalista mas quer entender melhor como é esse negócio de redes sociais, Twitter etc, leia esse livro. E se você não quer ser jornalista, mas se interessa por internet e novas mídias, leia esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é estudante de Comunicação e pensa em seguir a carreira jornalística, leia esse livro. Se você já é um jornalista mas quer entender melhor como é esse negócio de redes sociais, Twitter etc, leia esse livro. E se você não quer ser jornalista, mas se interessa por internet e novas mídias, leia esse livro. <strong><a href="http://www.tabletas.com.br/2011/07/17/livro-jornalismo-midias-digitais-recomendo/#content" target="_blank">Jornalismo &amp; Mídias Sociais &#8211; um novo papel além das redações</a></strong> é uma deliciosa compilação, que mostra com clareza tudo o que um jornalista tem que saber para poder exercer uma profissão que cada vez mais ganha novas características e quase força os profissionais a se adequar ao atropelamento de informações e conteúdos  gerados por internautas no mundo atual.</p>
<p>Os organizadores da obra <a href="http://twitter.com/louzada" target="_blank">Rafael Louzada</a>, Eduardo &#8220;Lá vem o Leão!&#8221; Mansell e Maurício Louro formaram um time de responsa: Paulo Henrique de Oliveira Ferreira, Pollyana Ferrari, Luciano Kreuzburg-Miranda, <a href="http://twitter.com/mtonus" target="_blank">Mirna Tonus</a>, <a href="http://twitter.com/mariocavalcanti" target="_blank">Mário Cavalcanti,</a> <a href="http://twitter.com/rperret" target="_blank">Raphael Perret</a>, Jaqueline Pedreira e <a href="http://twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">Nino Carvalho</a>.</p>
<p>O livro traz ótimas dicas e conta histórias muito interessantes. Meus queridos amigos Louza e Mansell falam sobre a importância das métricas no jornalismo online, o que muda ou não na home de um site, em função dos números obtidos em tempo real, a história das primeiras agências de notícias e o que elas têm feito para se manter nesse novo &#8220;momento Twitter&#8221; da comunicação. Já Maurício Louro traz o tema SEO de uma forma divertida e com um texto gostoso de ler.</p>
<p>Mário Cavalcanti dá uma aula sobre o universo mobile ressaltando a importância de se pensar em sites criados exclusivamente para os dispositivos móveis, como smartphones e tablets.</p>
<p>Raphael Perret e Jaqueline abordam com didatismo a questão da democracia no jornalismo online, falando sobre o conteúdo gerado pelo usuário, e da arte de se construir um site que respeita todos os aspectos da usabilidade, respectivamente.</p>
<p>Não dá pra fala sobre todos os capítulos em detalhes aqui, mas vale a pena ler o que Mirna Tonus escreve sobre o jornalismo hipermultimídia. E ainda temos Nino Carvalho, que fecha o livro, citando a Amazon, claro, e mostrando o impacto causado pela internet no jornalista que está chegando ao mercado e àquele que já está nele.</p>
<p>Enfim, Jornalismo &amp; Mídias Sociais é um prato feito pra quem tem fome de conhecimento e não quer ser só um coadjuvante na profissão.</p>
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		<title>Você já conhece o Tumblr?</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 16:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pra quem é do meio esse título pode parecer uma afronta, eu sei. Mas, tenho observado, ainda especialmente lá fora, bons usos do Tumblr e trago nesse primeiro &#8220;post falado&#8221; do Me Emblogando a discussão sobre essa rede como ferramenta efetiva de mídias sociais no Brasil e seus possíveis usos aqui. Cllica no player aí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra quem é do meio esse título pode parecer uma afronta, eu sei. Mas, tenho observado, ainda especialmente lá fora, bons usos do Tumblr e trago nesse primeiro &#8220;post falado&#8221; do Me Emblogando a discussão sobre essa rede como ferramenta efetiva de mídias sociais no Brasil e seus possíveis usos aqui. Cllica no player aí embaixo, ouve e dê suas sugestões de Tumblrs legais,também.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="130" height="200" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="url=http://www.gengibre.com.br/cgi-bin/loadPlayerInfo_v2.cgi?castID=V1EGC0FPA0" /><param name="src" value="http://www.gengibre.com.br/templates/cherryplus/flash/gengibre_fp.swf" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="130" height="200" src="http://www.gengibre.com.br/templates/cherryplus/flash/gengibre_fp.swf" wmode="transparent" flashvars="url=http://www.gengibre.com.br/cgi-bin/loadPlayerInfo_v2.cgi?castID=V1EGC0FPA0"></embed></object></p>
<p>Links desse minicast:</p>
<p><strong>Estética</strong><br />
<a href="http://fuckyeahprettynails.tumblr.com/" target="_blank"> http://fuckyeahprettynails.tumblr.com/</a></p>
<p><strong>Humor</strong><br />
<a href="http://ficavaiterbolo.com/" target="_blank"> http://ficavaiterbolo.com/</a></p>
<p><strong>Gastronomia</strong><br />
<a href="http://quemcomeu.tumblr.com/" target="_blank"> http://quemcomeu.tumblr.com/</a></p>
<p><strong>Jornalismo</strong><br />
<a href="http://tmagazine.tumblr.com/" target="_blank"> http://tmagazine.tumblr.com/</a><br />
<a href="http://newsweek.tumblr.com/" target="_blank"> http://newsweek.tumblr.com/</a><br />
<a href="http://examecom.tumblr.com/" target="_blank"> http://examecom.tumblr.com/</a></p>
<p><strong>Cinema</strong><br />
<a href="http://makingofmovies.tumblr.com/" target="_blank"> http://makingofmovies.tumblr.com/</a></p>
<p><strong>Quem já blogou sobre o Tumblr</strong><br />
<a href="http://midiassociais.blog.br/2011/02/18/tumblr-o-que-podemos-fazer-com-ele/" target="_blank"> Blog Mídias Sociais<br />
</a><a href="http://www.midiatismo.com.br/o-marketing-digital/5-dicas-para-entender-o-tumblr-como-ferramenta-de-marketing" target="_blank">Midiatismo<br />
</a><a href="http://www.agenciadigitown.com.br/2011/04/o-tumblr-no-brasil/" target="_blank">Blog Agência Digitown</a></p>
<p><strong>O Tumblr também bloga</strong><br />
<a href="http://staff.tumblr.com/" target="_blank">Blog do Tumblr</a></p>
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		<title>SEO &#8211; Você já escreve para o Google? &#8211; Final</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 13:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Continuando o papo sobre o uso de técnicas de SEO em releases. Minha querida twitamiga, Vany Laubé, primeira jornalista a manter um site de dicas de Assessoria de Imprensa e Comunicação para jornalistas e estudantes, diz que o assunto é polêmico. Tem a ver com o jornalismo de indexação. De um lado está a maioria dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Continuando o papo sobre o uso de técnicas de SEO em releases.</strong></p>
<p>Minha querida twitamiga, <a href="http://mosaicosocial.blogspot.com/" target="_blank">Vany Laubé</a>, primeira jornalista a manter um site de dicas de Assessoria de Imprensa e Comunicação para jornalistas e estudantes, diz que o assunto é polêmico.</p>
<blockquote><p>Tem a ver com o jornalismo de indexação. De um lado está a maioria dos jornalistas; os “puristas”. São aqueles que têm na veia o jornalismo &#8220;de conteúdo, que acreditam que o jornalismo não se deva “vender” aos novos “ditames” impostos pela tecnologia das “palavras-chave” ou links, mas se manter pelo que realmente tem de importante – toda sua relevância envolvendo as fontes, os dois lados da moeda, o povo fala, suítes etc. A moderação feita pelo jornalista em nome da sociedade.</p>
<p>Do outro lado estão os que têm por missão cuidar da imagem corporativa de empresas, pessoas e entidades, como assessores de imprensa, RPs ou consultores de imagem. O jornalista Manoel Fernandes, que já fez do assunto capa de revista, é um deles – não que tenha deixado de ser jornalista, ele tem uma visão de futuro, de que o jornalismo de indexação veio com força e que lutar contra ele é lutar contra a maré.</p>
<p>O uso do SEO nos releases é positivo e pode alavancar bastante um lançamento, divulgar eventos, sim.</p></blockquote>
<blockquote><p>Eu, particularmente, considero que se a moeda tem dois lados é porque há horas em que é bom e positivo o uso de um deles e há hora para se dar valor ao outro lado, sim &#8211; porque sou jornalista por formação e acredito no que a turma do jornalismo lá de cima também acredita.</p></blockquote>
<p>Se você estiver interessado em melhorar o SEO de seu site ou release, tenha em mente essas dicas:</p>
<ul>
<li>Meta descriptions &#8211; não te ajudam no ranqueamento do site, mas podem ser interessantes no processo da cauda longa.</li>
<li>Crie URL&#8217;s amigáveis para os seus releases. Ajudam o Google a te enxergar mais rápido.</li>
<li>Capriche no título para que ele tenha as palavras-chaves mais importantes do seu texto.</li>
<li>Pirâmide invertida. Mantenha o seu uso. Evite o &#8220;nariz de cera&#8221;. As palavras devem se concentrar no topo, mas podem existir repetições ou variação ao longo do texto.</li>
<li>Use links no texto. Invista em link building.</li>
<li>Hospede seus releases em um blog. Ajudam  a lincá-lo melhor.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/?p=310">SEO &#8211; Você já escreve para o Google? &#8211; Parte 1</a></p>
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		<title>SEO &#8211; Você já escreve para o Google? &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 12:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em junho desse ano, iniciei uma pesquisa sobre os efeitos do uso de técnicas de SEO &#8211; Search Engine Optimization (busca por resultados espontâneos em ferramentas como Google, Bing e Yahoo), na produção de press releases, o chamado release 2.0 ou web release. Para me ajudar nesse trabalho, contei com a ajuda de alguns profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em junho desse ano, iniciei uma pesquisa sobre os efeitos do uso de técnicas de SEO &#8211; Search Engine Optimization (busca por resultados espontâneos em ferramentas como Google, Bing e Yahoo), na produção de press releases, o chamado release 2.0 ou web release. Para me ajudar nesse trabalho, contei com a ajuda de alguns profissionais de alto gabarito, como: <a href="http://marketingdebusca.com.br" target="_blank">Paulo Rodrigo Teixeira</a>, uma das maiores autoridades em SEO no Brasil; Ana Erthal, especialista e professora de webwriting; e da Vany Laubé, jornalista especializada em Assessoria de Imprensa.</p>
<p>O que pude perceber  nos papos com esses profissionais é que ainda estamos iniciando essa prática aqui no Brasil, apesar de algumas agências, como a<a href="http://www.inpresspni.com.br" target="_blank"> In Press Porter Novelli</a> já terem começado a pensar mais seriamente nessa questão. Recentemente, a convite da In Press, participei de um curso de SEO para jornalistas com Paulo Rodrigo Teixeira e pude perceber que há muitas dúvidas entre os profissionais sobre a efetividade dessas técnicas.  &#8221;Muitos acham que o seu texto perderá a originalidade. Isso é um erro. O que muda é a inteligência de produção textual&#8221;, me disse Paulo Rodrigo.</p>
<div id="attachment_329" class="wp-caption aligncenter" style="width: 222px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/09/paulo-rodrigo-teixeira-SEO1.jpg"><img class="size-full wp-image-329 " style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 8px; margin-right: 8px; border: 1px solid black;" title="paulo rodrigo teixeira SEO" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/09/paulo-rodrigo-teixeira-SEO1.jpg" alt="" width="212" height="247" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Teixeira, fera em SEO </p></div>
<p>A jornalista <a href="http://www.anaerthal.com.br/" target="_blank">Ana Erthal</a> acredita que o release, da maneira tradicional como o conhecemos, não tem mais funcionalidade no ambiente digital. &#8220;A partir da fragmentação das mídias, da cultura de nicho, da escrita um para um, o release só faz sentido se for direcionado e personalizado. Como fazemos no twitter, sabe? Tipo: &#8216;Fabio, acho que você vai gostar disso. Ainda recebo muitos releases por e-mail que sequer abro. Alguns produtores de conteúdo se perdem numa introdução longa e cansativa sobre determinada empresa e seu produto e se esquecem do modelo de pirâmide invertida que usamos para o conteúdo, regra fundamental que coloca o ponto mais interessante de qualquer texto no primeiro parágrafo.</p>
<div id="attachment_313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/09/ana-erthal-webwriting.jpg"><img class="size-full wp-image-313  " style="border: 5px solid black;" title="ana erthal webwriting" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/09/ana-erthal-webwriting.jpg" alt="" width="160" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">A jornalista Ana Erthal</p></div>
<p>Ana acredita que o segredo de um bom release está no primeiro parágrafo. &#8220;Todos os trabalhos de eyetracking revelam que independentemente do que esteja sendo lido na web, os olhos permanecerão focados no primeiro parágrafo, pra depois procederem à varredura nuclear da página.&#8221;</p>
<p>Isso me leva a pensar que a medida que a leitura fica mais fragmentada na web, é fundamental produzir textos que &#8220;peguem&#8221; o jornalista/leitor logo pelo primeiro momento. Se a informação do lead não for relevante, não vai à frente.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/?p=314">Continua em Você já escreve para o Google? &#8211; Parte 2</a></p>
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		<title>Experiência FACHA &#8211; de volta às raízes</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 03:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda (13), estive na Faculdade Hélio Alonso &#8211; FACHA (Campus Méier) debatendo redes sociais, novas mídias entre assuntos, na companhia de Mario Cavalcanti, do  Jornalistas da Web, e do professor Felipe Franceschini, que moderou nosso bate papo. Essa conversa fez parte do evento Experiência Facha e foi gravada no estúdio da faculdade. Espero ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda (13), estive na Faculdade Hélio Alonso &#8211; FACHA (Campus Méier) debatendo redes sociais, novas mídias entre assuntos, na companhia de Mario Cavalcanti, do  <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br" target="_blank">Jornalistas da Web</a>, e do professor Felipe Franceschini, que moderou nosso bate papo. Essa conversa fez parte do evento Experiência Facha e foi gravada no estúdio da faculdade. Espero ter o vídeo para mostrar aqui no blog,  em breve.</p>
<p><span id="more-306"></span></p>
<p>Entre os tópicos abordados falamos sobre a importância do novo texto jornalístico, feito com técnicas voltadas para um bom posicionamento do conteúdo nas páginas das ferramentas de busca, como o Google (SEO), o uso da tecnologia móvel para aumentar o alcance da comunicação, a preparação de conteúdos específicos para cada rede social e do jornalismo hiperlocalista, que se utiliza cada vez mais das redes sociais, principalmente do Twitter para saber o que é tendência na web.</p>
<p>Abordei o assunto Twitter falando sobre o hiperlocalismo. Lembrei o último apagão, quando as rádios usaram as mensagens postadas no microblog para informar os ouvintes, e as recentes chuvas que inundaram o Rio de Janeiro, originando a hashtag #chuvarj.</p>
<p>Mario Cavalcanti falou dos nichos de mercado que cresceram com a chegada das novas mídias, dos espaços ocupados pelo conteúdo online e da importância de uma boa estratégia voltada para o conteúdo via mobile.</p>
<p>Perguntado sobre a importância que as empresas dão às novas mídias, eu disse que o monitoramento online é cada vez mais solicitado pelas empresas. Isso demonstra que as marcas começam a levar as discussões na web mais a sério. O que antes era visto como uma manifestação isolada, em alguns casos, começa a ganhar peso nas decisões estratégicas das empresas que já existem na internet.</p>
<p>O papo tão positivo que o professor Franceschini cogitou a abertura de cursos para os alunos ainda em fase de graduação. Acho isso muito interessante. As pós-graduações já possuem essa visão, mas por que não trabalhar esses conceitos já na universidade? Tenho visto alunos ávidos por este conhecimento e percebo que aqueles cursos que sairem na frente poderão servir de referência no futuro.</p>
<p>Ah! Debatemos também a questão sobre todos sermos mídia. Mas, isso é um assunto para os próximos posts.</p>
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		<title>SESI aposta na parceria esporte e mídias sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 14:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Soccer City, na África do Sul, vai estar lotado para a final da Copa do Mundo, no próximo dia 11. Mas, o Brasil pode ser campeão mundial de futebol em outro país, antes. Não entendeu? É que nosso país será representado nesta e em mais 11 modalidades, na longuínqua Tallin-Estônia, nos Jogos Mundiais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Soccer City, na África do Sul, vai estar lotado para a final da Copa do Mundo, no próximo dia 11. Mas, o Brasil pode ser campeão mundial de futebol em outro país, antes. Não entendeu? É que nosso país será representado nesta e em mais 11 modalidades, na longuínqua Tallin-Estônia, nos Jogos Mundiais do Trabalhador.</p>
<p><span id="more-276"></span></p>
<p>O destaque é que o<a href="http://www.sesi.org.br/jogosdosesi/" target="_blank"> SESI &#8211; representante do Brasil nos Jogos</a> -, aposta nas mídias sociais para cobrir o evento. Segundo a instituição, tudo que rolar, vai aparecer em tempo real no Twitter. Mini-documentários diários estarão no canal oficial do Facebook. O Flickr é o endereço para quem quiser conferir as fotos dos Jogos. No FormSpring, amigos e familiares dos atletas poderão ler entrevistas e ficar por dentro do que rolar na Estônia.</p>
<p>Para saber mais sobre os Jogos:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/sesiestonia_imp" target="_blank">www.flickr.com/sesiestonia_imp</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/SESIEstonia_imp" target="_blank">www.twitter.com/SESIEstonia_imp</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.youtube.com/user/jogosmundiais" target="_blank">http://www.youtube.com/user/jogosmundiais</a></span></p>
<p>Boa torcida online pra galera do Brasilsilsilsil&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em busca de um novo Ben Self</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 13:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última sexta (7), o jornal O Globo publicou matéria sobre a insatisfação da cúpula do PT com o trabalho do especialista em redes sociais, Marcelo Branco, responsável pela campanha de Dilma Roussef, na internet. Esse fato me chamou a atenção, pois na palestra que dei na Universidade Castelo Branco fui perguntado sobre o uso das mídias sociais nas campanhas políticas.</p>
<p>Penso que os partidos brasileiros parecem estar em busca de um repetidor das ideias que o americano Ben Self pensou para o então candidato Barack Obama. No entanto, acho que essa ideia é um grande erro, porque o que deve ser levado em consideração antes da montagem de uma estratégia é o cenário atual. O Brasil não vive o mesmo momento que os americanos viviam quando George Bush deixou o poder. O ideal de mudança que Barack Obama conseguiu promover nos seus eleitores veio de uma vontade legítima das pessoas envolvidas por sua campanha. O sentimento de repúdio ao medo do terror imposto por Bush e seu continuador, Dick Cheney, foi fundamental para que o candidato democrata vencesse. Ben Self usou seu talento para fazer acontecer o que os votantes de Obama queriam. Co-criou com eles.</p>
<p><span id="more-234"></span></p>
<p>Apesar das trapalhadas de Marcelo Branco, que liberou um vídeo de Dilma na internet, desagradando os petistas, e de José Serra já ter uma intimidade com o Twitter, há algum tempo, o cenário brasileiro é totalmente diferente do que Ben Self encontrou ao pensar a campanha de Obama.</p>
<p>Acredito que as redes sociais são uma ótima ferramenta de divulgação de ideias e podem ser de grande ajuda para os candidatos. Mas, também, dão a oportunidade a um número maior de eleitores ver mais de perto os deslizes que os candidatos cometem. No caso de Dilma, os resultados já apareceram.</p>
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		<title>Morphing &#8211; sites que se comunicam com todos</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 18:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que você acha de ter um site que fale bem com todos os seus visitantes, mostrando a eles o conteúdo que os interessa diretamente? Sensacional, não? Pois agora isso é possível através de uma técnica batizada de morphing. Meu amigo Nepô me enviou um artigo sobre o tema, publicado na revista HSM, de abril,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que você acha de ter um site que fale bem com todos os seus visitantes, mostrando a eles o conteúdo que os interessa diretamente? Sensacional, não? Pois agora isso é possível através de uma técnica batizada de morphing. Meu amigo Nepô me enviou um artigo sobre o tema, publicado na revista <a href="http://br.hsmglobal.com/" target="_blank">HSM</a>, de abril,  e depois de lê-lo percebi que o morphing se encaixa perfeitamente com a necessidade de diminuição do tempo de resposta às demandas que as empresas recebem diariamente.</p>
<p>Morphing é uma tecnologia de computação que permite que um mesmo site se adapte a diferentes estilos cognitivos. A ideia é promover uma metamorfose na internet, mudando a forma como se comunica com os internautas até hoje. Imagine um CRM sempre ativo, estudando os passos dos internautas em tempo real e que possibilite uma nova experiência cada vez que o visitante entra no site?</p>
<p><span id="more-231"></span></p>
<p>Segundo a HSM, até agora o morphing era aplicado a imagens e gráficos, mas a possibilidade de metamorfosear automaticamente também a estrutura geral de um site, de acordo com as preferências do usuário, promete ser um divisor de águas. Assim, um site preparado com a tecnologia morphing conseguirá aumentar a empatia e a confiança por meio de comunicação melhorada e mais individualizada, aumentando consideravelmente a capacidade de relacionamento e conversão.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/2010/05/01/internet-midia-de-massa/comment-page-1/#comment-101" target="_blank">O amigo Rodrigo Braga comentou em meu último post</a> sobre o uso do CRM e percebo que, com o morphing, já estamos fazendo um CRM diferenciado, que ajuda a definir como os internautas percebem a usabilidade de um site, em tempo real.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pcbaby.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-232" title="pcbaby" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pcbaby.jpg" alt="" width="350" height="399" /></a> O termo morphing tem estreita relação com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Infer%C3%AAncia_bayesiana" target="_blank">Motor de Inferência Bayesiana</a>, um modelo probabilístico de redes de informação, que pode ajudar a antecipar os estilos cognitivos de cada usuário, ou seja, saber como cada visitante de uma site pensa e como ele percebe o conteúdo acessado. No <a href="http://nepo.com.br/2010/04/27/grupo-de-estudos-%E2%80%93-ruptura-2-0-%E2%80%93-vii-encontro/" target="_blank">grupo de estudos</a>, temos discutido vários assuntos, situações onde poderíamos aplicar nosso <a href="http://nepo.com.br/2010/03/25/os-agentes-de-mudanca/" target="_blank">modelo teórico sistêmico</a> e fiquei pensando na possibilidade do uso do morphing na área educacional. Penso que poderíamos avaliar como pensa a chamada geração Y, que não parece estar mais disposta a enfrentar horas dentro de uma sala de aula para aprender, pois não tem a placa-mãe programada para aceitar o modelo pedagógico atual, como eu tive. A técnica do morphing pode ajudar a identificar que tipo de assunto interessa mais aos novos estudantes e assim traçar um plano educacional mais próprio para eles.</p>
<p>Acredito cada vez mais que somente com a participação do consumidor de conteúdo (seja produto ou serviço) é que iremos modelar o novo sistema econômico: o capitalismo colaborativo, a verdadeira web 2.0, possibilitando a redução da resposta à experiência de consumo é que se fará uma fidelização efetiva do consumidor.</p>
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		<title>Internet: mídia de massa?</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 15:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última quinta (29), palestrei na UniverCidade (campus Ipanema), onde falei sobre comunicação corporativa e novas mídias. Junto comigo estava Adryana Almeida, diretora da Textual Novas Mídias. A troca com os alunos foi ótima, semelhante a que aconteceu na Castelo Branco. A pergunta que provocou mais discussão entre os alunos foi se a internet é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta (29), palestrei na <a href="http://www.univercidade.edu/uc/" target="_blank">UniverCidade</a> (campus Ipanema), onde falei sobre comunicação corporativa e novas mídias. Junto comigo estava Adryana Almeida, diretora da <a href="http://textual.com.br" target="_blank">Textual Novas Mídias</a>. A troca com os alunos foi ótima, semelhante a que aconteceu na <a href="http://www.meemblogando.com.br/2010/04/28/palestra-universidade-castelo-branco/" target="_blank">Castelo Branco</a>.</p>
<p>A pergunta que provocou mais discussão entre os alunos foi se a internet é uma mídia de massa. Alguns disseram que a grande rede é sim uma mídia de massa, outros foram contrários a esse pensamento, assim como eu sou. E a explicação para isso está na forma como a comunicação é feita. Na mídia de massa, a comunicação é do tipo &#8220;um para todos&#8221;, sendo os veículos de comunicação tradicionais os responsáveis por emitir a mensagem, não havendo a possibilidade do receptor interferir nessa comunicação. Já na internet, a comunicação é do tipo &#8220;todos para todos&#8221;, onde todos nós podemos interferir na produção de conteúdo e decidimos quando e como queremos ter acesso a ele. Não há uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meca" target="_blank">Meca </a>para onde todos se viram em um determinado momento do dia.</p>
<p><span id="more-228"></span></p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/MECA1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-230" title="MECA" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/MECA1.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><br />
Fui perguntado se existe a possibilidade de uma mudança nessa visão. Acho difícil que isso ocorra, especialmente se pensarmos que cresce cada vez mais nas pessoas o desejo de participar da produção do conteúdo que elas consomem. Essa é uma tendência que denota uma  mudança de época e do formato de produção do mundo capitalista. Seria o pós-capitalismo? Vamos aguardar.</p>
<p>Agradeço o convite para a palestra à professora de comunicação corporativa, Ana Lúcia, da UniverCidade.</p>
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		<title>Chegou meio tarde, mas&#8230;.</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca é tarde demais para se falar do Twitter. Para muitos, ele ainda é super novidade. Então, O GLOBO &#8211; no caderno Digital (antigo Info e etc)-, fez uma matéria sobre o sistema de microblogging criado por Jack Dorsey. Leia a matéria aqui]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca é tarde demais para se falar do Twitter. Para muitos, ele ainda é super novidade. Então, O GLOBO &#8211; no caderno Digital (antigo Info e etc)-, fez uma matéria sobre o sistema de microblogging criado por Jack Dorsey.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/12/01/microblogs_como_twitter_se_espalham_criando_uma_rede_de_links_contatos-586781949.asp">Leia a matéria aqui</a></p>
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