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	<title>Me Emblogando &#187; Ferramentas</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>5 dicas para empresas no Google+</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 12:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Demorou um pouco, mas quando o Google+ lançou o recurso de páginas para empresas, logo no primeiro dia, o buzz foi imenso. Marcas, como Dell, Adidas e Starbucks inauguraram suas páginas &#8211; muito em função de convites feitos pelo próprio Google -, e começaram a se relacionar com seus clientes em mais um canal online. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorou um pouco, mas quando o Google+ lançou o recurso de <a href="https://plus.google.com/u/0/pages/create" target="_blank">páginas para empresas</a>, logo no primeiro dia, o <em>buzz</em> foi imenso. Marcas, como <a href="https://plus.google.com/u/0/117161668189080869053/posts" target="_blank">Dell</a>, <a href="https://plus.google.com/u/0/106254040153410061162/posts" target="_blank">Adidas</a> e <a href="https://plus.google.com/u/0/117575809843355974839/posts" target="_blank">Starbucks</a> inauguraram suas páginas &#8211; muito em função de convites feitos pelo próprio Google -, e começaram a se relacionar com seus clientes em mais um canal online.</p>
<p>Passadas algumas semanas do lançamento das páginas, resolvi compilar cinco dicas sobre o uso desse recurso no Google+. Espero que você goste das ideias e envie outras.</p>
<div id="attachment_499" class="wp-caption aligncenter" style="width: 288px"><img class="size-full wp-image-499" title="página angry birds - googleplus - meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/11/página-angry-birds-googleplus-meemblogando.jpg" alt="" width="278" height="181" /><p class="wp-caption-text">Página do jogo Angry Birds</p></div>
<p><strong>Círculos</strong></p>
<p>A possibilidade de distribuir conteúdo e organizar pessoas por meio dos círculos, junto com os hangouts, na minha opinião, é uma das maiores forças do Google+.</p>
<p>Empresas podem separar seus clientes e fornecedores entre os mais variados círculos. Isso gera a possibilidade de se comunicar com grupos diferentes, baseado na maneira como cada um interage com os conteúdos oferecidos pela empresa no Google+. Imagine a chance que você tem de utilizar uma mensagem-chave somente para mulheres, em um círculo somente delas. Lançar conteúdo exclusivo para um produto-teste em um círculo para clientes &#8220;mais parceiros da marca&#8221; pode ser uma outra ideia de sucesso. As possibilidades são inúmeras. Não perca a oportunidade de oferecer esse contato mais próximo com quem já consome sua marca.</p>
<p><strong>Hangouts</strong></p>
<p>Como parte desse relacionamento mais próximo, os <a href="http://www.tecmundo.com.br/11365-google-como-usar-o-hangout-para-fazer-videoconferencia.htm" target="_blank">hangouts do Google+</a> &#8211; conversas em vídeo com usuários da plataforma -, são uma ótima ideia para personalizar sua marca no Google+. É a chance de mostrar quem faz a sua empresa, quem está por trás das grandes ideias. Hangouts podem funcionar como uma <em>avant-premiere</em> de produtos para clientes mais engajados e selecionados.</p>
<p>Ainda sobre os hangouts, o CEO da Dell Computadores, Michael Dell já mencionou <a href="https://plus.google.com/u/0/100523784851251213675/posts" target="_blank">em seu perfil no Google+</a> que pretende ir além com o hangout e <a href="http://gigaom.com/video/dell-google-hangouts/" target="_blank">transformar a ferramenta em serviço de atendimento ao consumidor  e promoção de vendas</a>.</p>
<p><strong>RH</strong></p>
<p>Já pensou em poupar tempo entrevistando candidatos a vagas de emprego via hangouts? Isso já é possível. Claro que o contato pessoal pode ser um determinante em seleções de profissionais, mas se você precisa de alguém pra ontem e tem que fazer contato imediatamente, um hangout pode ser uma saída interessante pra isso. Além disso, empresas podem criar círculos de pessoas interessadas em trabalhar nelas. Contratar pessoas que admiram sua empresa já é um grande passo na escolha de um bom profissional. Pense nisso.</p>
<p><strong>+1&#8242;s na busca orgânica (SEO)</strong></p>
<p>As páginas de empresas, assim como os perfis, já são indexadas nas buscas orgânicas do Google. Isso é uma vantagem competitiva para quem tagueia corretamente conteúdos, como fotos e vídeos, e linca esses conteúdos às páginas da empresa no Google+. Mas, lembre-se, apesar das inúmeras possibilidades que as redes sociais trazem a sua marca, <a href="http://www.meemblogando.com.br/dica-seja-dono-do-seu-conteudo/" target="_blank">seja sempre dono do seu conteúdo</a>.</p>
<p>Além dessa possibilidade, o Google está testando com marcas como a Toyota e Pepsi o recurso <a href="http://www.midiassociais.net/2011/11/google-direct-connect-melhora-visibilidade-das-marcas/" target="_blank">Direct Connect</a>. Com ele, você poderá encontrar uma página de empresa, buscando por <strong>&#8220;+&#8221; (nome da empresa)</strong>.</p>
<p><strong>Mais páginas para negócios locais e globais.</strong></p>
<p>Empresas que trabalham extensas linhas de produtos podem criar mais de uma página e esmiuçar ainda mais a comunicação com públicos diferentes. Mas, atenção: cuidado para não dispersar seus públicos com muitas páginas. Geralmente, uma boa seleção e distribuição de clientes por círculos pode resolver essa questão.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A importância das ferramentas de comunicação corporativa</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/a-importancia-das-ferramentas-de-comunicacao-corporativa/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 19:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Moreira]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Blogueira especialmente convidada: Adriana Moreira Olá, pessoal. Vou falar de um assunto que ainda é muito pouco debatido em gerenciamento de projetos: a importância das ferramentas de comunicação corporativa. Mas, por que mesmo um profissional de GP deve estar atento à imagem institucional do projeto, do produto a ser entregue e da corporação responsável por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Blogueira especialmente convidada: <strong>Adriana Moreira</strong></p>
<p>Olá, pessoal.</p>
<p>Vou falar de um assunto que ainda é muito pouco debatido em gerenciamento de projetos: a importância das ferramentas de comunicação corporativa. Mas, por que mesmo um profissional de GP deve estar atento à imagem institucional do projeto, do produto a ser entregue e da corporação responsável por ele? Bem, isso não é coisa de jornalista que se meteu a estudar GP. Juro. A relação é simples. Considerando a extensão de um projeto, sua relevância e o impacto social que ele provoque, certamente vai ter muita gente, além da sua equipe, falando a respeito do seu projeto e da sua empresa. Tanto para o bem quanto para o mal.</p>
<p>E considerando que além de falar, aprendemos a conjugar novos verbos – eu tuito, tu retuitas, ele bloga, nós postamos, vóis lincais, eles viralizam – o desafio de desenvolver e de executar um planejamento de comunicação corporativa específico para um projeto é fundamental para a boa reputação e a credibilidade do projeto dentro e fora do ambiente corporativo. Ainda mais agora num mundo globalizado e conectado pelas mídias sociais.</p>
<p>A execução de um planejamento estratégico de comunicação corporativa pode (e deve) considerar ações táticas como: treinamento de porta-vozes, relacionamento com a imprensa e formadores de opinião, relações públicas, comunicação interna e com a comunidade, relacionamento com a mídia social e, aquele que considero um dos mais importantes, gerenciamento de crise corporativa.</p>
<p>Assim, o alinhamento entre os gerentes de comunicação e de projetos é um excelente caminho para que o projeto, seu produto ou suas entregas tenham uma repercussão positiva entre todos os stakeholders envolvidos. Isso porque, dependendo da estrutura organizacional da empresa, caberá ao setor de comunicação assumir a responsabilidade do planejamento de comunicação, bem como a sua execução.</p>
<p>Trago como exemplo o regaste dos 33 mineiros chilenos que depois de 69 dias presos na mina de cobre San Jose no norte do Chile a 700 metros de profundidade, todos foram salvos com vida, em uma operação sem precedentes na história da mineração mundial em outubro do ano passado. O acidente ocorrido durante o projeto de exploração da mina gerou um segundo projeto cujo escopo de trabalho era o salvamento dos mineiros. O resgate atraiu a atenção da imprensa internacional e foi acompanhando in loco por cerca de mil profissionais de imprensa. Milhares de pessoas em todo mundo puderam acompanhar, por meio dos veículos de comunicação, com transmissão ao vivo, a execução do projeto de resgate. O sucesso do projeto aliado ao trabalho de relacionamento com a imprensa permitiu ao governo chileno recuperar sua credibilidade diante do mundo, já que sua reputação havia sido duramente atingida porque o acidente na mina expôs os erros e a fragilidade do projeto inicial de exploração.</p>
<p>Sim, o assunto pode render muito mais do que os cinco parágrafos de cima, além de intensos debates regados a um bom vinho. Ainda que não tenhamos uma taça de Cabernet Sauvignon, pelo menos, caro leitor, você já refletiu a respeito da proposta de um novo olhar sob a mudança de cultura da gestão de projetos que podemos promover com objetivo comum em benefício da imagem e da reputação do projeto. Cheers!</p>
<p><strong>Adriana Moreira é jornalista com curso de especialização em Gestão de Projetos pelo COPPEAD/UFRJ. Atua há mais de dez anos em comunicação corporativa, incluindo relacionamento com a imprensa e gerenciamento de crise.</strong></p>
<p>Post também disponível em: <a href="http://gerentedeprojeto.net.br/?p=1407" target="_blank">http://gerentedeprojeto.net.br/?p=1407</a></p>
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		<title>Como o Facebook pretende conquistar as pequenas empresas</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/como-o-facebook-pretende-conquistar-as-pequenas-empresas/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 17:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último post, falei sobre as vantagens que as pequenas e médias empresas têm sobre os concorrentes, quando decidem monitorar as redes sociais para saber o que seus consumidores estão dizendo. Agora é hora de saber como as redes sociais podem atrair pessoas para comprar com você. Afinal de contas, a propaganda é a alma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último post, falei sobre as vantagens que as pequenas e médias empresas têm sobre os concorrentes, quando decidem monitorar as redes sociais para saber o que seus consumidores estão dizendo. Agora é hora de saber como as redes sociais podem atrair pessoas para comprar com você. Afinal de contas, a propaganda é a alma do negócio.</p>
<p>Uma possibilidade de divulgação para pequenos e médios é oferecida pelo Facebook: créditos &#8211; oferecidos gratuitamente -, para anunciar um negócio na maior rede social do mundo. A oportunidade parece boa também para os brasileiros, já que <a href="http://tecnoblog.net/76670/facebook-ultrapassa-orkut-ibope/" target="_blank">o Facebook, segundo o Ibope, ultrapassou o Orkut em volume de tráfego no Brasil</a>.</p>
<p>De acordo com a Chefe de Operações do Facebook (COO), Sheryl Sandberg, a rede social de Mark Zuckerberg quer ver todos os pequenos e médios negócios anunciando seus produtos e serviços e não apenas criando páginas de fãs, que precisam em média de pelo menos 10 mil curtições para oferecer um alcance satisfatório de vendas a uma empresa.</p>
<p>&#8220;Meu sonho é realmente simples. Acho que todas as pequenas empresas devem usar o Facebook. Nós não vamos parar até que todos eles estejam usando (a rede social) para o crescimento de seus negócios&#8221;, disse Sandberg, 42, que antes trabalhava vice-presidente de vendas online para o Google.</p>
<p><center><object id="flashObj" width="486" height="412" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashVars" value="videoId=1160191736001&amp;playerID=102195605001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABvaL8JE~,ufBHq_I6Fnyou4pHiM9gbgVQA16tDSWm&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" /><param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /><param name="seamlesstabbing" value="false" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="swLiveConnect" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" /><param name="flashvars" value="videoId=1160191736001&amp;playerID=102195605001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABvaL8JE~,ufBHq_I6Fnyou4pHiM9gbgVQA16tDSWm&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="swliveconnect" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash" /><embed id="flashObj" width="486" height="412" type="application/x-shockwave-flash" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" flashVars="videoId=1160191736001&amp;playerID=102195605001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABvaL8JE~,ufBHq_I6Fnyou4pHiM9gbgVQA16tDSWm&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" base="http://admin.brightcove.com" seamlesstabbing="false" allowFullScreen="true" swLiveConnect="true" allowScriptAccess="always" flashvars="videoId=1160191736001&amp;playerID=102195605001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABvaL8JE~,ufBHq_I6Fnyou4pHiM9gbgVQA16tDSWm&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" allowfullscreen="true" swliveconnect="true" allowscriptaccess="always" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash" /></object></center><span class="Apple-style-span" style="font-size: 20px; font-weight: bold;"><br />
Como funcionam anúncios para pequenos e médios no Facebook</span></p>
<p>Por enquanto lá fora, mas em breve no Brasil também, o Facebook planeja oferecer $50,00 em créditos de publicidade (anúncios online) para até 200 mil pequenas empresas. Quando um anúncio for clicado, serão cobrados valores que podem variar entre 5 a 25 centavos. Os primeiros $50,00 serão pagos pelo Facebook.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<p>Segundo Sandberg, os créditos podem ter um ótimo alcance para as pequenas e médias empresas. &#8220;Por US $ 50, a maioria dessas empresas pode atingir seu público-alvo de forma rápida e efetiva, podendo assim crescer os seus negócios com essa ferramenta. Com o Facebook, as empresas podem direcionar seus anúncios pagos com uma precisão não encontrada na maioria das outras formas de propaganda&#8221;.</p>
<p>Pensando de modo prático, um fotógrafo de casamentos, por exemplo, poderia anunciar apenas para mulheres, de um CEP específico, listadas no Facebook. Uma locadora de filmes poderia falar apenas para fãs de cinema em São Paulo etc.</p>
<p>De fato, o uso do Facebook por pequenas e médias empresas pode ser muito lucrativo uma vez que a página pode se tornar uma espécie de &#8220;site&#8221;. Nesse caso, <a href="http://www.meemblogando.com.br/dica-seja-dono-do-seu-conteudo/" target="_blank">eu sempre aconselho a criação de um blog próprio da empresa para que você tenha sempre o conteúdo do seu negócio nas mãos</a> e a utilização do Facebook como catalisador de vendas.</p>
<p>A estratégia do Facebook para ganhar os pequenos e médios é bem interessante. Enquanto o Google não apresenta a sua versão para empresas, o Facebook pode ser uma saída para aqueles que não têm muito dinheiro para investir em anúncios  e precisam atingir uma audiência específica.</p>
<p>Se você quer criar uma página para a sua empresa no Facebook, mas não sabe como, talvez esse <a href="http://www.bigsense.com.br/" target="_blank">blog</a> possa ajudar.</p>
<p>Informações para a produção desse post: <a href="http://www.usatoday.com/tech/news/story/2011-09-16/facebook-small-business-sandberg/50419654/1" target="_blank">USA Today.com</a></p>
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		<title>5 dicas de monitoramento online para pequenos e médios negócios</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/5-dicas-de-monitoramento-online-para-pequenos-e-medios-negocios/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 16:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você tem um pequeno ou médio negócio, saiba que o seu público já está falando da sua empresa nas redes sociais. Claro que pequenos e médios não são tão comentados em redes sociais, como os grandes players do mercado, mas quem sabe você não está perdendo boas oportunidades de melhorar o relacionamento com seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tem um pequeno ou médio negócio, saiba que o seu público já está falando da sua empresa nas redes sociais. Claro que pequenos e médios não são tão comentados em redes sociais, como os grandes players do mercado, mas quem sabe você não está perdendo boas oportunidades de melhorar o relacionamento com seus clientes, podendo até estabelecer um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management" target="_blank">CRM</a> via mídias sociais ou acões em e-mail marketing?</p>
<p>Todos os dias, 100 milhões de posts são partilhados no Facebook, 90 milhões de mensagens são postadas no Twitter e quase 50 mil novos blogs são criados. E o que é que você pequeno ou médio empreendedor tem a ver com isso? Tudo.</p>
<p>Como disse antes, mesmo que você não tenha um grande share (porção) do mercado, seus consumidores podem estar te oferecendo oportunidades de ótimas ações de relacionamento e, claro, vendas. Algumas possibilidades do uso do monitoramento online são:</p>
<ul>
<li>gestão da reputação da sua empresa ou de percepção do atendimento ao cliente</li>
<li>inteligência de negócios (BI) e para obter feedback sobre sua marca</li>
<li>encontrar conversas que são interessantes para o seu negócio, ouvir as pessoas e depois, se juntar a elas</li>
<li>saber o que a sua concorrência está fazendo</li>
</ul>
<p>Como as ferramentas utilizadas para monitorar o que os consumidores falam sobre as marcas mais famosas geralmente necessitam de investimentos mais altos, que com certeza não fazem parte do orçamento da sua empresa, preparei 5 dicas para você começar a ouvir seus clientes na internet gratuitamente.</p>
<p><strong>1. Crie uma lista de palavras que falem sobre o seu negócio</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/faça-uma-lista-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-478" title="faça uma lista meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/faça-uma-lista-meemblogando.jpg" alt="" width="448" height="299" /></a></p>
<p>Comece com o básico. Abra um documento do Word e escreva sua lista. Limite as palavras àquelas que sejam essenciais ao seu negócio, para que você não pegar muito &#8220;lixo&#8221;. Alguns exemplos do que você pode querer incluir na sua lista de palavras:</p>
<ul>
<li>nome da organização</li>
<li>Nomes dos produtos que você produz</li>
<li>Nomes das pessoas na sua organização</li>
<li>Nome do seu site</li>
<li>Seus perfis em mídias sociais. Se você já os tiver, claro.</li>
</ul>
<p><strong>2. Comece a procurar</strong></p>
<p>Com as palavras da sua lista em mãos, vá até ao <a href="http://www.google.com.br/alerts" target="_blank">Alertas do Google</a> e crie seus alertas de monitoramento, incluindo os termos escolhidos por você para o seu negócio. Além do Google Alertas, você pode procurar ferramentas gratuitas que investigam melhor as redes sociais: <a href="http://pipes.yahoo.com/pipes/" target="_blank">Yahoo Pipes</a>, <a href="http://twitter.com/#!/search" target="_blank">Search Twitter</a>  (para buscas específicas no Twitter) e o <a href="http://hootsuite.com/" target="_blank">Hootsuite</a>, que permite a criação de listas sobre termos específicos as suas necessidades), entre <a href="http://midiassociais.blog.br/2011/02/03/ferramentas-gratuitas-de-monitoramento-em-midias-sociais/" target="_blank">outras ferramentas que só requerem o seu trabalho</a>.</p>
<p><strong>3. Relacione o que encontrar ao que realmente acontece no seu dia a dia</strong></p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/oportunidade-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-477" title="oportunidade meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/oportunidade-meemblogando.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Seja sincero com você mesmo. Se encontrou posts de sentimento negativo, ótimo. Faça a relação dos post em uma planilha de Excel, mesmo. Categorize-os e classifique as opiniões dos clientes por sentimento (positivo, negativo e neutro). Encare os posts como <strong>OPORTUNIDADES</strong> de melhorar o seu negócio.</p>
<p>Marque os nomes de quem reclamou. Procure entrar em contato com essas pessoas nas redes em que elas se manifestam e mostre a elas que você está agradecido pelos comentários e que pretende melhorar seu negócio baseado na opinião delas. Se eu estiver certo, você já vai perceber uma mudança de pensamento dos seus consumidores só por esse contato. Mas, não deixe de melhorar. Dizer que vai fazer e depois não fazer é pior ainda.</p>
<p><strong>4. Decida o que vale a pena</strong></p>
<p>Depois de catalogada a lista de posts encontrada é hora de decidir o que vale a pena. Nem todos os posts em redes sociais devem ser respondidos. Não há tempo pra isso. Você não tem tempo pra isso, certo. Então, haja com inteligência e foco. Ninguém melhor que você conhece o seu negócio e vai entender o que deve ser respondido. Mais uma vez, seja honesto consigo mesmo e encare as críticas.</p>
<p><strong>5. Continue o relacionamento com seus consumidores.</strong></p>
<p>Esta talvez seja a etapa mais difícil. Mantenha o contato com quem você conquistou na internet. Pense em ações de relacionamento capazes de construir laços mais fortes entre o seu negócio e quem gosta dele. Podem ser ações simples, mas que toquem o coração e o bolso de quem se importa. Descontos para quem falar do seu post no Twitter pode ser uma ideia, por exemplo. O mais importante é que você perceba o oceano azul de oportunidades que os seus concorrentes ainda não puderam ver. Se você sair na frente, poderá levar vantagem. Esse processo de monitoramento não deve levar mais que 30 a 45 minutos do seu dia. Boa sorte e boas buscas. Se precisar de mais dicas, me procure: <strong>fabio@meemblogando.com.br</strong></p>
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		<title>Google+ promete levar privacidade a sério</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 17:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Gigante das buscas]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das características que me chamaram mais a atenção no Google+ foi a privacidade que a ferramenta Circles promete oferecer aos usuários da nova rede social do gigante das buscas. E dessa vez parece que o Google não está pra brincadeira com esse assunto, que já o colocou em maus lençóis com a justiça aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das características que me chamaram mais a atenção no <strong>Google+</strong> foi a privacidade que a ferramenta <strong>Circles</strong> promete oferecer aos usuários da nova rede social do gigante das buscas. E dessa vez parece que o Google não está pra brincadeira com esse assunto, que já o <a href="http://mesquita.blog.br/google-processado-por-invasao-de-privacidade-no-buzz" target="_blank">colocou em maus lençóis com a justiça aqui e lá fora</a>.</p>
<p>Basicamente, o que o <em>feature</em> Circles oferece é a oportunidade de o usuário compartilhar conteúdos específicos com quem ele ou ela quiser. Imagine uma professora, com alunos adolescentes, que quer postar as fotos daquela &#8220;festinha&#8221; com seus amigos. Com o Circles, segundo o Google, sua reputação está garantida, pois somente os amigos que estiverem no círculo da tal festa vão poder ver as fotos. Assim, a professora poderá ter um círculo com os alunos, para compartilhar material das suas aulas, e outro para os amigos. Sem dúvida isso faz diferença em qualquer rede social.</p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ocPeAdpe_A8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Quem quiser pode ainda alterar as características de privacidade, clicando em Settings/Opções. Lá, você pode trocar sua senha (lembrando que o Google disponibiliza uma senha somente para todos os seus serviços &#8211; mão na roda pra quem tem memória ruim, né?), até mesmo deletar o seu perfil do Google+, antes o Google aconselha que você faça o download dos seus conteúdos, que poderão ser exportados depois.</p>
<p>Além destes itens, você pode mexer nas configurações dos Circles, alterar a sua visibilidade na rede, trocar as opções de fotos, visitar o <a href="http://www.google.com/intl/pt-BR/privacy/" target="_blank">Centro de Privacidade do Google,</a> mudar notificações de e-mail e mobile, assim como mexer na linguagem do seu Google+  e na forma como você o conecta com os outros serviços do Google.</p>
<p>Parece que dessa vez os <em>googlers</em> podem ficar mais tranquilos quanto a distribuição e privacidade dos seus conteúdos. Vamos acompanhar pra ver o que o Google reserva para empresas. Por enquanto, somente alguns parceiros serão convidados para experimentar o lado business do G+. O gigante das buscas pediu para que empresas não criem perfis voltados para pessoas dentro do Google+. E aí, sua empresa vai esperar? Acho que vai valer a pena. Até o fim do ano teremos novidades.</p>
<p>Se você ainda não conhece o <strong>Google+</strong> e quer saber tudo o que a rede social do Google pode oferecer, recomendo <a href="http://mashable.com/2011/07/16/google-plus-guide/?utm_source=iphoneapp#ocPeAdpe_A8" target="_blank">o guia do Mashable</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma dica: seja dono do seu conteúdo</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 01:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outro dia me perguntaram o que eu acho sobre empresas que transformam seus sites em páginas do Facebook ou canais do YouTube. Minha resposta foi: seja dono do seu conteúdo. Tenha o seu blog ou site &#8211; de preferência com domínio próprio -, e dê ao seu conteúdo um porto seguro. Antes que me condenem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia me perguntaram o que eu acho sobre empresas que transformam seus sites em páginas do Facebook ou canais do YouTube. Minha resposta foi: seja dono do seu conteúdo. Tenha o seu blog ou site &#8211; de preferência com domínio próprio -,  e dê ao seu conteúdo um porto seguro.</p>
<p>Antes que me condenem, quero deixar claro que não minimizo o valor das redes sociais e jamais faria isso, pois acredito no valor e engajamento que elas podem propiciar a uma marca. O que digo é que, quando a casa não é totalmente nossa, estamos sujeitos a mudanças de regras repentinas, que podem derrubar um planejamento de marketing digital, por exemplo.</p>
<p>Para ilustrar minha opinião, recorro a uma história que aconteceu com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein" target="_blank">Albert Einstein</a>. Certa vez ele foi convidado a uma festa, que exigia traje formal: paletó ou casaca, como queiram. O grande Einstein não estava de paletó e foi impedido de entrar na festa. Ele foi para casa, voltou com o paletó e conseguiu entrar. Quando parou em frente ao buffet, começou a se servir. Só que ele não colocava os alimentos no prato e sim nos bolsos do paletó.  Como o julgavam excêntrico (maluco mesmo), resolveram perguntar porque ele estava fazendo aquilo. Einstein respondeu que não tinha sido convidado para festa. O convidado era o paletó. Genial, né? Imagine se você transformar seu site em uma página de Facebook ou outra rede social e o Zuckerberg exigir um paletó novo para você entrar na festa. A quem você vai pedir emprestado?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/07/kicked-out.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-452" title="kicked-out" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/07/kicked-out.png" alt="" width="230" height="274" /></a></p>
<p>Apesar de curioso, o exemplo dá uma ideia do que pode acontecer com o seu conteúdo. <a href="http://monetizando.com.br/facebook-proibe-o-uso-do-botao-like-para-participar-de-promocoes" target="_blank">Facebook e outras redes sociais mudam suas regras de privacidade, promoção  e publicidade</a> constantemente e quem coloca todos os seus ovos em uma só cesta corre o risco de perdê-los de uma vez.</p>
<p>Vantagens de ter seu conteúdo guardado no seu site/blog:</p>
<blockquote>
<ul>
<li>Layout próprio, que pode ser alterado quando você quiser.</li>
<li>Programação não está sujeita a mudanças de uma hora pra outra</li>
<li>O servidor é seu. Você não depende de alguém pra ter sua página rodando</li>
<li>E se o Google ou o Zuckeberg pirarem e resolverem parar com a brincadeira?</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Por isso, se você e sua empresa produzem conteúdo e pretendem fazer dele uma poderosa arma de marketing, dê uma casa própria a ele. Viver só de &#8220;aluguel&#8221; pode ser arriscado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ben Settle &#8211; Como escrever e-mails que funcionam</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 12:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing 1:1]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um podcast que ouvi recentemente, conheci o trabalho do e-mail marketer Ben Settle e percebi que um bom texto e frequência podem mudar a maneira como vemos o uso do e-mail nos dias de hoje. Ben afirma que seus e-mails não são feitos para quem quer conteúdo gratuito, mas sim para quem quer conteúdo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um podcast que ouvi recentemente, conheci o trabalho do <em>e-mail marketer</em> <a href="http://www.bensettle.com/blog/" target="_blank">Ben Settle</a> e percebi que um bom texto e frequência podem mudar a maneira como vemos o uso do e-mail nos dias de hoje. Ben afirma que seus e-mails não são feitos para quem quer conteúdo gratuito, mas sim para quem quer conteúdo útil e está disposto a pagar por ele.</p>
<p><strong>E-mails do tipo bate-papo</strong></p>
<p>Para Ben, o conteúdo dos e-mails depende da conversa que se tem com o público. De fato, essa colocação é interessante porque a técnica de Ben é produzir textos que lembram uma bate-papo com o leitor-assinante. Assim seus e-mails não são vistos como uma venda explícita. O assinante não se sente em uma vitrine, como as comunicações de e-commerces tradicionais fazem. &#8220;Muitas vezes, eu nem mostro que o e-mail é uma venda. Apenas coloco um link que leva a um determinado site e a venda se dá por lá&#8221;, afirma Settle.</p>
<p><strong>Envios diários???!!</strong></p>
<p>Para Ben Settle aquele pensamento de que não se deve enviar e-mails todos os dias caiu por terra. &#8220;Comecei a desafiar essa idéia experimentando envios diários e tive uma surpresa: não perdi um número significativo de assinantes. Cheguei até a conseguir mais pessoas querendo o meu conteúdo&#8221;.</p>
<p>Eu assino a lista de Ben Settle e o que mais gosto nela é que Ben responde os e-mails dos assinantes sem frescuras e sem demora. Ele é um ótimo exemplo do que o bom marketing direto, do tipo one-to-one, pode fazer pelas empresas.</p>
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		<title>Os 5 erros mais comuns das empresas no Foursquare</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 02:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora ainda seja uma rede desconhecida da maior parte dos brasileiros que gravitam no mundo das mídias sociais, o Foursquare continua a conseguir novos adeptos. Atualmente, são 9 milhões de pessoas fazendo checkins no mundo e cerca de 250 mil empresas que já são donas das suas &#8220;venues&#8221; (estabelecimentos no Foursquare). As empresas começam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora ainda seja uma rede desconhecida da maior parte dos brasileiros que gravitam no mundo das mídias sociais, o <a href="http://foursquare.com" target="_blank">Foursquare</a> continua a conseguir novos adeptos. Atualmente, são 9 milhões de pessoas fazendo checkins no mundo e cerca de 250 mil empresas que já são donas das suas &#8220;venues&#8221; (estabelecimentos no Foursquare).</p>
<p>As empresas começam a prestar atenção ao potencial da ferramenta, mas cometem erros no seu uso. Recentemente, vi uma ação na rede propondo que os clientes de casa noturna respondessem a uma promoção na seção &#8220;tips&#8221; (dicas). Essa parte do site é como uma ouvidoria para os comerciantes e não deve ser usada para outros usos.</p>
<p>O site <a href="http://mashable.com" target="_blank">Mashable</a> levantou os cinco erros mais comuns que as empresas cometem no Foursquare. Na verdade, como os americanos estão mais acostumados à rede, o artigo do Mashable trata do uso da ferramenta por donos de pequenos negócios. Mas, acho que vale para grandes e médias empresas também, já que  por aqui todos ainda estão engatinhando no uso das promoções e outras características.</p>
<p><strong>1. Promoções muito complicadas</strong></p>
<p>Um checkin e uma dica já bastam. Criar promoções &#8211; os chamados &#8220;Specials&#8221; &#8211; no Foursquare deve ser uma forma de atrair clientes, não afastá-los. A ideia é fazer o simples. Há <a href="http://www.midiatismo.com.br/o-marketing-digital/utilizando-o-foursquare-como-meio-de-promocao-para-empresas" target="_blank">sete maneiras de se criar &#8220;specials&#8221;</a>. É só escolher a que mais se adequa ao seu negócio e criar as promoções.</p>
<p><strong>2. Desconhecimento dos funcionários sobre o Foursquare</strong></p>
<p>De que adianta promover seu negócio no Foursquare se os seus funcionários nem sabem o que é o Foursquare? Ao criar um &#8220;special&#8221;, você pode imprimir flyers para empregados e clientes. Assim, todos saberão que o seu estabelecimento tem uma promoção na rede de geolocalização.</p>
<p><strong>3. Não usar o painel do Foursquare</strong></p>
<p>Se você já é dono da sua &#8220;venue&#8221; e ainda não analisou o seu painel do Fourquare, pode estar perdendo grandes oportunidades de fidelizar clientes. No painel, você tem acesso a informações sobre o percentual de homens e mulheres que fazem checkins no estabelecimento, o número de checkins feitos por dia, a idade de quem faz os checkins &#8211; importantíssimo se você trabalha com grupos etários etc. Lembre-se da frase: você não pode gerenciar o que não pode medir.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/foursquare-dashboard-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-435" title="foursquare dashboard meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/foursquare-dashboard-meemblogando.jpg" alt="" width="480" height="627" /></a></p>
<p><strong>4. Criar muitos &#8220;specials</strong>&#8221;</p>
<p>Promoções são, como diz o nome, uma maneira de promover seu negócio. Elas não são permanentes. Da mesma forma que seus clientes sentem falta dos &#8220;specials&#8221;, eles podem se cansar e parar de prestar atenção às promoções que você criar.</p>
<p><strong>5. Não indicar que o local está no Foursquare</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/checkin-here-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-436" title="checkin here meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/checkin-here-meemblogando.jpg" alt="" width="458" height="225" /></a></p>
<p>É muito fácil mostrar aos clientes que o seu estabelecimento está no Foursquare. Adesivos podem ser conseguidos no site e todos saberão que você está ligado no que seus clientes dizem sobre o seu negócio no Foursquare. Assim como as bandeiras de cartões de crédito anunciam que tipos de cartões são aceitos em um restaurante, por exemplo, porque não mostrar aos seus cliente que o seu comércio é antenado com o mundo digital e ganhar com isso?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Twitter fecha a compra do Tweetdeck</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/twitter-fecha-a-compra-do-tweetdeck/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 18:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Compra do Tweetdeck]]></category>
		<category><![CDATA[Iain Dodsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Tweetdeck]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o blog do Tweetdeck, a negociação foi fechada na última terça-feira (23). Com a transação, o Twitter adiciona o Tweetdeck ao seu hall de aplicativos oficiais e fortalece o relacionamento da ferramenta criada por Iain Dodsworth com os seus fiéis usuários: marcas, profissionais de marketing e de novas mídias. No seu blog, a administração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o <a href="http://blog.tweetdeck.com/its-official-tweetdeck-has-been-acquired-by-t" target="_blank">blog do Tweetdeck</a>, a negociação foi fechada na última terça-feira (23). Com a transação, o Twitter adiciona o Tweetdeck ao seu <em>hall</em> de aplicativos oficiais e fortalece o relacionamento da ferramenta criada por <a href="http://twitter.com/iaindodsworth" target="_blank">Iain Dodsworth</a> com os seus fiéis usuários: marcas, profissionais de marketing e de novas mídias.</p>
<p>No seu blog, <a href="http://blog.twitter.com/2011/05/all-decked-out.html" target="_blank">a administração do Twitter afirma</a> que vai continuar investindo no aprimoramento do Tweetdeck. Deve vir coisa boa por aí. Vamos aguardar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carrefour lança Virou.grama e ajuda quem precisa</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/carrefour-lanca-virou-grama-e-ajuda-quem-precisa/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 16:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Carrefour]]></category>
		<category><![CDATA[Cruz Vermelha Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Encurtador de Links]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Virou.grama]]></category>

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		<description><![CDATA[Encurtar links ajuda muito quem quer twittar. Agora, encurtar links vai ajudar a doar comida pra quem precisa. Essa é a ideia do Virou.grama, encurtador de links do Carrefour, que vai doar um grama de alimento por cada caractere encurtado à Cruz Vermelha Brasileira. Veja o vídeo da campanha e encurte os seus links, também. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encurtar links ajuda muito quem quer twittar. Agora, encurtar links vai ajudar a doar comida pra quem precisa. Essa é a ideia do <a href="http://virou.gr/home" target="_blank">Virou.grama</a>, encurtador de links do Carrefour, que vai doar um grama de alimento por cada caractere encurtado à <strong><a href="http://www.cruzvermelha.org.br/" target="_blank">Cruz Vermelha Brasileira</a></strong>.</p>
<p>Veja o vídeo da campanha e encurte os seus links, também.</p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/rElyvw4x_UY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A meta é chegar a 10 toneladas. Do jeito que a galera que twitta gosta de ajudar, vide #chuvarj, entre outra hashtags bacanas, não vai demorar para os alimentos chegarem à mesa de quem precisa.</p>
]]></content:encoded>
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