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	<title>Me Emblogando &#187; E-commerce</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>Internet líquida &#8211; A rede centrada no consumidor</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 22:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Ruptura 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[IQNOMY]]></category>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo, escrevi um post que falava sobre a tecnologia que permitia mudanças na estrutura dos sites, de acordo com o estilo de navegação do internauta, em tempo real, o chamado &#8220;morphing&#8220;. Recentemente, conheci a IQNOMY, uma empresa holandesa que promete levar essa tecnologia a empresas, agências e desenvolvedores. Segundo a IQNOMY,  o objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo, escrevi um post que falava sobre a tecnologia que permitia mudanças na estrutura dos sites, de acordo com o estilo de navegação do internauta, em tempo real, o chamado &#8220;<a href="http://www.meemblogando.com.br/morphing/" target="_blank">morphing</a>&#8220;. Recentemente, conheci a <a href="http://www.iqnomy.com/" target="_blank">IQNOMY</a>, uma empresa holandesa que promete levar essa tecnologia a empresas, agências e desenvolvedores.</p>
<p>Segundo a IQNOMY,  o objetivo é permitir que sites, especialmente os de e-commerce, se adaptem a cada visitante. A empresa batizou este conceito de &#8220;internet líquida&#8221; e pretende transformar websites em canais de negócios centrados nos clientes.</p>
<p>Ainda de acordo com a IQNOMY, ao contrário do que pode parecer, a implantação dessa forma de <em>morphing</em> ao site não demora muito. Bastam alguns ajustes para o conteúdo mais relevante começar a ser oferecido ao visitante certo, no momento certo e em tempo real.</p>
<p>A solução da IQNOMY se baseia no sistema S.a.a.S. Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_como_servi%C3%A7o" target="_blank">Wikipedia</a>, o S.a.a.S é um instrumento mercadológico para fornecer um software, em forma de um serviço ou prestação de serviços.</p>
<p>O software é executado em um servidor, não sendo necessário instalar o sistema no computador do cliente, bastando acessá-lo por meio da internet. O sistema Google Docs, do Google, oferece esse sistema, permitindo que o usuário acesse um pacote de programas.</p>
<p>O fato de ajudar na transformação de sites em canais voltados ao consumidor é sem dúvida uma diferencial no serviço online. Mas, penso que não se deve esquecer que a experiência do usuário não termina no clique final para a compra. Uma logística bem montada e um serviço de atendimento preparado para lidar com consumidores, cada vez mais acostumados às redes sociais, continuam sendo fundamentais para o completo funcionamento do e-commerce ideal.</p>
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		<title>Morphing &#8211; sites que se comunicam com todos</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 18:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Descobertas]]></category>
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		<description><![CDATA[O que você acha de ter um site que fale bem com todos os seus visitantes, mostrando a eles o conteúdo que os interessa diretamente? Sensacional, não? Pois agora isso é possível através de uma técnica batizada de morphing. Meu amigo Nepô me enviou um artigo sobre o tema, publicado na revista HSM, de abril,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que você acha de ter um site que fale bem com todos os seus visitantes, mostrando a eles o conteúdo que os interessa diretamente? Sensacional, não? Pois agora isso é possível através de uma técnica batizada de morphing. Meu amigo Nepô me enviou um artigo sobre o tema, publicado na revista <a href="http://br.hsmglobal.com/" target="_blank">HSM</a>, de abril,  e depois de lê-lo percebi que o morphing se encaixa perfeitamente com a necessidade de diminuição do tempo de resposta às demandas que as empresas recebem diariamente.</p>
<p>Morphing é uma tecnologia de computação que permite que um mesmo site se adapte a diferentes estilos cognitivos. A ideia é promover uma metamorfose na internet, mudando a forma como se comunica com os internautas até hoje. Imagine um CRM sempre ativo, estudando os passos dos internautas em tempo real e que possibilite uma nova experiência cada vez que o visitante entra no site?</p>
<p><span id="more-231"></span></p>
<p>Segundo a HSM, até agora o morphing era aplicado a imagens e gráficos, mas a possibilidade de metamorfosear automaticamente também a estrutura geral de um site, de acordo com as preferências do usuário, promete ser um divisor de águas. Assim, um site preparado com a tecnologia morphing conseguirá aumentar a empatia e a confiança por meio de comunicação melhorada e mais individualizada, aumentando consideravelmente a capacidade de relacionamento e conversão.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/2010/05/01/internet-midia-de-massa/comment-page-1/#comment-101" target="_blank">O amigo Rodrigo Braga comentou em meu último post</a> sobre o uso do CRM e percebo que, com o morphing, já estamos fazendo um CRM diferenciado, que ajuda a definir como os internautas percebem a usabilidade de um site, em tempo real.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pcbaby.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-232" title="pcbaby" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pcbaby.jpg" alt="" width="350" height="399" /></a> O termo morphing tem estreita relação com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Infer%C3%AAncia_bayesiana" target="_blank">Motor de Inferência Bayesiana</a>, um modelo probabilístico de redes de informação, que pode ajudar a antecipar os estilos cognitivos de cada usuário, ou seja, saber como cada visitante de uma site pensa e como ele percebe o conteúdo acessado. No <a href="http://nepo.com.br/2010/04/27/grupo-de-estudos-%E2%80%93-ruptura-2-0-%E2%80%93-vii-encontro/" target="_blank">grupo de estudos</a>, temos discutido vários assuntos, situações onde poderíamos aplicar nosso <a href="http://nepo.com.br/2010/03/25/os-agentes-de-mudanca/" target="_blank">modelo teórico sistêmico</a> e fiquei pensando na possibilidade do uso do morphing na área educacional. Penso que poderíamos avaliar como pensa a chamada geração Y, que não parece estar mais disposta a enfrentar horas dentro de uma sala de aula para aprender, pois não tem a placa-mãe programada para aceitar o modelo pedagógico atual, como eu tive. A técnica do morphing pode ajudar a identificar que tipo de assunto interessa mais aos novos estudantes e assim traçar um plano educacional mais próprio para eles.</p>
<p>Acredito cada vez mais que somente com a participação do consumidor de conteúdo (seja produto ou serviço) é que iremos modelar o novo sistema econômico: o capitalismo colaborativo, a verdadeira web 2.0, possibilitando a redução da resposta à experiência de consumo é que se fará uma fidelização efetiva do consumidor.</p>
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		<title>Sou + web #7 discute o Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 21:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (30), rolou mais uma edição do Sou + Web, evento evento que acontece uma vez por mês no Rio de Janeiro e discute as tendências e os rumos da internet. A sétima edição do evento aconteceu no auditório da ABAV (Associação Brasileira das Agências de Viagens), no Centro do Rio de Janeiro, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado (30), rolou mais uma edição do Sou + Web, evento evento que acontece uma vez por mês no Rio de Janeiro e discute as tendências e os rumos da internet. A sétima edição do evento aconteceu no auditório da ABAV (Associação Brasileira das Agências de Viagens), no Centro do Rio de Janeiro, e foi totalmente dedicada ao fenômeno que tomou conta da web nos últimos anos: o Twitter. Sob a moderação de Roney Belhassof, a mesa de participantes foi composta pelo especialista em mídias sociais, Roberto Cassano, a blogueira e membro do PontoFrio.com, Simone Villas Boas, pelo blogueiro, Luis &#8220;The Best&#8221; Ricardo, e o criador do Twitcast, Leandro Bravo.  O Sou+Web é uma ideia de Nino Carvalho, coordenador do curso de pós-graduação em gestão estratégica de marketing digital da Facha/Igec.</p>
<blockquote>
<div id="_mcePaste"><strong>&#8220;Você não apaga nada do Twitter&#8221; &#8211; The Best</strong></div>
</blockquote>
<div id="_mcePaste">O primeiro a falar foi Luis Ricardo, mais conhecido como The Best. Blogueiro experiente e antenado com as várias redes sociais, The Best destacou as características que diferem o Twitter das demais ferramentas. Para ele, o tempo que uma empresa ou blogueiro tem para atrair um usuário é curto. O tiro deve ser certo. &#8220;Você tem uma ou duas &#8220;twittadas&#8221; pra poder atingir o seu público. Mas do que isso, você já passa a ser uma pessoa chata.&#8221;, disse o blogueiro. Sobre as empresas que estão entrando no Twitter, The Best disse não se incomodar com isso. &#8220;Não vejo problema em se fazer publicidade no Twitter desde que eu acredite no produto.&#8221; Para ele, os recentes cases  de publicidade paga com Marcelo Tas, contratado para postar tweets para uma empresa de telefonia e, mais recentemente, o do blogueiro Cris Dias, não  vão contra as diretrizes do Twitter. The Best afirmou que não gosta quando se vende opinião, mas não condena quem faz isso. Segundo o blogueiro, isso é uma discussão que vai além dos 140 caracteres.</div>
<blockquote>
<div><strong>Twitter x RSS</strong></div>
</blockquote>
<div>The Best não é partidário do uso do Twitter como feed. Para ele, se uma pessoa gosta de um blog, assina o RSS daquele blog, sem precisar ficar sendo bombardeada com os links de atualizações. Esse uso do Twitter como leitor de RSS não é bem visto na twittosfera. A @fimdejogo, do blog Fim de Jogo,  e @lebravo do TwitcastBR,  levantaram uma questão que pode servir como exceção a essa regra. Para The Best, blogs que dependem de atualizações on time podem usar o Twitter como RSS, pois suas informações perdem a relevância se não forem divulgadas na hora.</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2009/06/thebest.jpg"><img class="size-full wp-image-186  alignnone" title="thebest" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2009/06/thebest.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><strong><br />
Luiz Ricardo &#8211; The Best &#8211; foto: Bruno Fontes</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;A oportunidade está nos mimimis&#8221; &#8211; Simone Villas Boas<span style="font-weight: normal;"> </span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">Simone Villas Boas foi a segunda palestrante a falar. Simone separa o Twitter em cinco grupos: o daqueles que buscam por socialização, os que querem descobrir diversão, os que procuram informação, os &#8220;mimimi&#8221; que só querem reclamar e compartilhar suas mazelas e, finalmente, os que desejam dizer o que estão fazendo no Twitter, função inicial da ferramenta. Para Simone, cada um desses grupos distintos pode ser impactado por uma ação específica. O mais importante é que esta ação seja pontual e imediata, e que ela mexa com quem está twittando. &#8220;As grandes oportunidades para as empresas estão nas hashtags de mimimi&#8221;. As hashtags são as palavras que vem depois do símbolo # e que dão o tom do assunto tratado em cada post. Os mimimis geralmente mostram algum tipo de insatisfação e podem motivar uma ação de marketing. &#8220;Quem vende sapato, chocolate ou bebida alcoólica tem que aproveitar essas oportunidades. É uma questão de timing&#8221;, diz Simone. Para ela, o SAC das empresas tem que atuar junto com o acompanhamento do Twitter. Segundo Simone, o Twitter não é uma ferramenta para atendimento ao cliente. </span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong><a href="http://twitter.com/lebravo" target="_blank">@lebravo</a> e o case da Best Shop</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;">Leandro Bravo trabalha com internet e webdesign há mais de dez anos. Em sua palestra, ele falou do <a href="http://www.twitcast.com.br/" target="_blank">Twitcast</a>, podcast criado por ele e um dos primeiros a ser dedicado inteiramente ao Twitter. Mas, o case da Best Shop foi o  tema que pontuou sua participação. Pra quem não sabe, a Best Shop divulgou uma promoção no Twitter que consistiu numa caça às ofertas e prometeu vender TVs LCD por R$ 200,00, durante as madrugadas. A ideia pegou carona na falha da FNAC, que teve uma alteração drástica nos seus preços recentemente, alegando que hackers teriam invadido seus sistema. LeBravo relatou que ele mesmo ficou acordado para comprar as TVs até uma da manhã, mas o site saiu do ar. No dia seguinte, eles prometeram vender as tais TVs, mas ninguém conseguiu comprar. Um #FAIL sem tamanho. A confusão que a Best Shop arrumou na web foi tão significativa que o case disseminou um certo ódio à empresa, que culminou na criação do <a href="http://euodeioabestshoptv.wordpress.com/" target="_blank">euodeioabestshoptv</a> pelo próprio Leandro Bravo. No site, está sendo proposta uma ação conjunta de processo. Isso vai dar pano pra manga. Como disse Nino Carvalho, as empresas não podem mais entrar de orelhada na web. Concordo plenamente.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2009/06/sou-mais-web-7o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-187" title="sou mais web 7o" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2009/06/sou-mais-web-7o.jpg" alt="" width="400" height="225" /></a><strong>A bancada &#8220;fera&#8221; do Sou+Web#7.  Foto: </strong><strong><a href="http://twitter.com/brunofontes" target="_blank">Bruno Fontes</a></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>&#8220;O Twitter cria redes sociais efêmeras&#8221; &#8211; Roberto Cassano</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">O último palestrante do dia foi Roberto Cassano, diretor de mídias socias da Frog, uma das mais respeitadas agências com foco em mídias sociais no Brasil. Segundo @rcassano, o Twitter é um formador de redes efêmeras. Como exemplo, ele citou as discussões sobre Fórmula 1, que se resumem estritamente ao acompanhamento das corridas e acabam quando elas terminam.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">Cassano também comentou a ação desastrosa da Best Shop, mas analisou o outro lado da história. &#8220;Só erra quem tenta.&#8221; Para ele, olhar o lado da empresa também deve ser levado em consideração, pois eventualmente todos vamos errar. Ele ainda comparou o Twitter às antigas BBS &#8211; bulletin board systems &#8211; em que existia a forma &#8220;reply to all&#8221;, que para Cassano é exatamente o que acontece com o Twitter hoje.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">Um assunto que também permeou a discussão do evento foi a humanização do Twitter. Cassano é o criador do @oleitorvoraz &#8211; Twitter da Frog que promove ações para a Ediouro. Para Cassano, o @oleitorvoraz é o case que ele vai guardar com carinho para toda a vida. O twitter da Ediouro virou um personagem tão humano que chegou a ser convidado para o amigo oculto de vários twitteiros. &#8220;O Twitter também é humano&#8221;, disse Cassano.</span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong>O efeito &#8220;todo mundo&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Cassano alertou para um efeito curioso provocado pelo Twitter. Ele consiste em se achar que todos estão falando sobre a mesma coisa na rede social e ao mesmo tempo. &#8221; Você tem a sensação com o Twitter de que todo mundo está falando sobre um determinado assunto e isso não é verdade. Esse é um fenômeno que permite ser trabalhado pelos marketeiros e pode ser interessante para as marcas.&#8221;, afirmou o jornalista.</p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong>&#8220;A marca só é bem aceita se falar &#8220;twittês&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><strong> </strong><strong>&#8220;O Twitter vai morrer um dia&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p></blockquote>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Roberto Cassano</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">O sétimo Sou + Web foi interessante sobre vários aspectos, principalmente para ver que o Twitter, assim como outras redes sociais, ainda é uma área desconhecida para muitos, mas gera cada vez mais interesse. A discussão foi de alto nível e os palestrantes não decepcionaram aqueles que foram conferir.</p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">Parabéns a todos.</p>
<p style="text-align: left;">Links relacionados:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.patriciahaddad.com/2009/06/01/souweb-7/" target="_blank">Blog S.O.B.R.E.T.U.D.O</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://estareiteirritando.blogspot.com/2009/05/twitter-alternativa-aos-call-centers.html" target="_blank">Senhor Estarei te irritando</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.thebest.blog.br/2009/06/01/7a-edicao-do-souweb-twitter/" target="_blank">Blog do The Best</a> &#8211; Sim, ele debate e ainda posta depois! O cara é o The Best, né?</p>
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		<title>E-commerce de material escolar &#8211; Que a Força esteja com você</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/compra-de-material-escolar-na-web/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 17:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[materia escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia, quando se pensa em compras com praticidade, rapidez e variedade, logo se conclui que a internet é a melhor opção. O item segurança não foi citado por razões óbvias: compras online só devem ser feitas se o site oferecer um banco de dados, com senhas criptografadas e tudo mais que possa garantir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia, quando se pensa em compras com praticidade, rapidez e variedade, logo se conclui que a internet é a melhor opção. O item segurança não foi citado por razões óbvias: compras online só devem ser feitas se o site oferecer um banco de dados, com senhas criptografadas e tudo mais que possa garantir tranquilidade para o comprador. E nem todos os &#8220;sítios&#8221; são assim.</p>
<p>Mas, de volta ao assunto, levei em consideração todos os atrativos que o e-commerce pode proporcionar e pensei: vou comprar o material escolar da minha filha na web, claro! Terei uma grande variedade à minha disposição e ainda poderei pesquisar melhor os preços, certo? Errado!</p>
<p>Descobri que nos sites mais famosos não se consegue comprar somente dois lápis pretos no. 2, por exemplo, e sim, no mínimo, 12! Pra que 12 lápis, me perguntei. Também, não é possível adquirir um jogo de 24 cores. Somente se eu levar junto um outro produto. Venda casada? Que feio!</p>
<p>Ao final do martírio da infeliz busca por um site que me permitisse comprar item a item, ainda fui presenteado com uma pérola: o site de uma papelaria bastante tradicional solicita que o usuário digite TODA a lista de material no seu cadastro para que após algum tempo (não especificado pela empresa!!!) eles entrem em contato confirmando se todos os produtos poderão ser entregues. Genial! Principalmente pra quem tem mais de um ou dois filhos e todo o tempo do mundo!</p>
<p>Brincadeiras à parte, é incrível como esses sites não percebem a oportunidade que têm em mãos: satisfazer o cliente e proporcionar uma compra rápida. Quem já comprou material escolar sabe o quanto é penoso ter que passar a lista toda com o vendedor. Pois, para a minha surpresa, encontrei uma loja não-virtual que, não só me atendeu com precisão e rapidez, como já tinha uma cópia da lista da escola da minha filha, pronta, com preço e facilidades de pagamento.</p>
<p>Fica a dica para quem quer transformar o e-commerce: pense como o consumidor.</p>
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