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	<title>Me Emblogando &#187; Comunicação</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>O que Carros me ensinou sobre marketing e relevância</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 12:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Há filmes que transmitem as mais variadas mensagens. A cada vez que os assistimos um novo<em> insight</em> pode surgir. Ao rever o filme <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carros_(Filme)" target="_blank">&#8220;Carros&#8221;, da Disney/Pixar</a>, percebi que além das mensagens de amizade e gratidão, existe algo ali que vale muito em termos de marketing: a <strong>relevância</strong>. Acho que esse conceito ficou um pouco banalizado, pois ser relevante para muitos significa ser famoso, o que não necessariamente é verdade. Uma pessoa relevante é alguém cujo conhecimento em um determinado assunto é capaz de influenciar uma audiência e fazê-la seguir uma determinada opinião, seja esse influenciador famoso na grande mídia ou não. Gosto de pensar que a relevância é a consequência de um bom trabalho, de boas ações, do caráter pessoal, enfim, da paixão pelo que se faz.</p>
<p>No filme, o personagem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rel%C3%A2mpago_McQueen" target="_blank">Relâmpago McQueen</a> se vê obrigado a prestar serviços a uma comunidade do interior por ter destruído o asfalto da rua principal da pacata Radiator Springs. Como McQueen é <del>uma pessoa</del> um carro de caráter, ele retira o melhor daquela punição e retribui a hospitalidade dos seus novos amigos com sua amizade e relevância. Antes de McQueen passar por aquela comunidade, a cidade era um marasmo, sem atividade econômica, sem esperança. E mesmo não ganhando a grande corrida da sua vida no final do filme McQueen sai dela como herói e devolve à cidade a alegria e os clientes que haviam desaparecido. A chegada de dois carros famosos &#8211; um deles na voz de Michael Schumacher &#8211; à loja de pneus do Luigi demonstra a melhor definição de relevância pra mim. O que antigamente era o &#8220;Deu no New York Times ou Deu no O Globo&#8221;, hoje em dia não basta mais.</p>
<p><center><iframe src="http://www.youtube.com/embed/8qAW0eSKkXA" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></center>A cada dia que trabalho com comunicação e marketing penso que minha missão é fazer com que as pessoas acreditem em seu potencial e saibam explorar o que de melhor podem oferecer. Relâmpago McQueen fez isso com Radiator Springs. Eu faço isso com meus clientes, amigos e comigo mesmo. Afinal, se todos fizerem o que gostam com paixão e dedicação, não vai faltar relevância a ninguém. Lembro que o grande <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_schmidt" target="_blank">Oscar Schmidt</a> disse um dia que ele fazia o que mais gostava no mundo e os clubes ainda o pagavam por isso. &#8220;Carros&#8221; me ensinou que antes de ser relevante, devemos ser apaixonados por aquilo que fazemos. Assim, meus queridos, não há como dar errado. Feliz <del>relevância</del> 2012 a todos.</p>
<p>Dedico esse post aos amigos <a href="http://cristianoweb.net/" target="_blank">Cristiano &#8220;Web&#8221; Santos</a>, <a href="http://bonslivrosparaler.blogspot.com/" target="_blank">Luiz Guilherme de Beaurepaire</a>. Dois caras de muito caráter, relevância e apaixonados pelo que fazem.</p>
<p>Também dedico esse post ao meu pai, Ivan Peixoto de Carvalho. Um homem que sempre entrou de cabeça em tudo que fazia. Valeu, velho!</p>
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		<title>A importância das ferramentas de comunicação corporativa</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 19:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Blogueira especialmente convidada: Adriana Moreira Olá, pessoal. Vou falar de um assunto que ainda é muito pouco debatido em gerenciamento de projetos: a importância das ferramentas de comunicação corporativa. Mas, por que mesmo um profissional de GP deve estar atento à imagem institucional do projeto, do produto a ser entregue e da corporação responsável por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Blogueira especialmente convidada: <strong>Adriana Moreira</strong></p>
<p>Olá, pessoal.</p>
<p>Vou falar de um assunto que ainda é muito pouco debatido em gerenciamento de projetos: a importância das ferramentas de comunicação corporativa. Mas, por que mesmo um profissional de GP deve estar atento à imagem institucional do projeto, do produto a ser entregue e da corporação responsável por ele? Bem, isso não é coisa de jornalista que se meteu a estudar GP. Juro. A relação é simples. Considerando a extensão de um projeto, sua relevância e o impacto social que ele provoque, certamente vai ter muita gente, além da sua equipe, falando a respeito do seu projeto e da sua empresa. Tanto para o bem quanto para o mal.</p>
<p>E considerando que além de falar, aprendemos a conjugar novos verbos – eu tuito, tu retuitas, ele bloga, nós postamos, vóis lincais, eles viralizam – o desafio de desenvolver e de executar um planejamento de comunicação corporativa específico para um projeto é fundamental para a boa reputação e a credibilidade do projeto dentro e fora do ambiente corporativo. Ainda mais agora num mundo globalizado e conectado pelas mídias sociais.</p>
<p>A execução de um planejamento estratégico de comunicação corporativa pode (e deve) considerar ações táticas como: treinamento de porta-vozes, relacionamento com a imprensa e formadores de opinião, relações públicas, comunicação interna e com a comunidade, relacionamento com a mídia social e, aquele que considero um dos mais importantes, gerenciamento de crise corporativa.</p>
<p>Assim, o alinhamento entre os gerentes de comunicação e de projetos é um excelente caminho para que o projeto, seu produto ou suas entregas tenham uma repercussão positiva entre todos os stakeholders envolvidos. Isso porque, dependendo da estrutura organizacional da empresa, caberá ao setor de comunicação assumir a responsabilidade do planejamento de comunicação, bem como a sua execução.</p>
<p>Trago como exemplo o regaste dos 33 mineiros chilenos que depois de 69 dias presos na mina de cobre San Jose no norte do Chile a 700 metros de profundidade, todos foram salvos com vida, em uma operação sem precedentes na história da mineração mundial em outubro do ano passado. O acidente ocorrido durante o projeto de exploração da mina gerou um segundo projeto cujo escopo de trabalho era o salvamento dos mineiros. O resgate atraiu a atenção da imprensa internacional e foi acompanhando in loco por cerca de mil profissionais de imprensa. Milhares de pessoas em todo mundo puderam acompanhar, por meio dos veículos de comunicação, com transmissão ao vivo, a execução do projeto de resgate. O sucesso do projeto aliado ao trabalho de relacionamento com a imprensa permitiu ao governo chileno recuperar sua credibilidade diante do mundo, já que sua reputação havia sido duramente atingida porque o acidente na mina expôs os erros e a fragilidade do projeto inicial de exploração.</p>
<p>Sim, o assunto pode render muito mais do que os cinco parágrafos de cima, além de intensos debates regados a um bom vinho. Ainda que não tenhamos uma taça de Cabernet Sauvignon, pelo menos, caro leitor, você já refletiu a respeito da proposta de um novo olhar sob a mudança de cultura da gestão de projetos que podemos promover com objetivo comum em benefício da imagem e da reputação do projeto. Cheers!</p>
<p><strong>Adriana Moreira é jornalista com curso de especialização em Gestão de Projetos pelo COPPEAD/UFRJ. Atua há mais de dez anos em comunicação corporativa, incluindo relacionamento com a imprensa e gerenciamento de crise.</strong></p>
<p>Post também disponível em: <a href="http://gerentedeprojeto.net.br/?p=1407" target="_blank">http://gerentedeprojeto.net.br/?p=1407</a></p>
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		<title>Ben Settle &#8211; Como escrever e-mails que funcionam</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 12:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um podcast que ouvi recentemente, conheci o trabalho do e-mail marketer Ben Settle e percebi que um bom texto e frequência podem mudar a maneira como vemos o uso do e-mail nos dias de hoje. Ben afirma que seus e-mails não são feitos para quem quer conteúdo gratuito, mas sim para quem quer conteúdo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um podcast que ouvi recentemente, conheci o trabalho do <em>e-mail marketer</em> <a href="http://www.bensettle.com/blog/" target="_blank">Ben Settle</a> e percebi que um bom texto e frequência podem mudar a maneira como vemos o uso do e-mail nos dias de hoje. Ben afirma que seus e-mails não são feitos para quem quer conteúdo gratuito, mas sim para quem quer conteúdo útil e está disposto a pagar por ele.</p>
<p><strong>E-mails do tipo bate-papo</strong></p>
<p>Para Ben, o conteúdo dos e-mails depende da conversa que se tem com o público. De fato, essa colocação é interessante porque a técnica de Ben é produzir textos que lembram uma bate-papo com o leitor-assinante. Assim seus e-mails não são vistos como uma venda explícita. O assinante não se sente em uma vitrine, como as comunicações de e-commerces tradicionais fazem. &#8220;Muitas vezes, eu nem mostro que o e-mail é uma venda. Apenas coloco um link que leva a um determinado site e a venda se dá por lá&#8221;, afirma Settle.</p>
<p><strong>Envios diários???!!</strong></p>
<p>Para Ben Settle aquele pensamento de que não se deve enviar e-mails todos os dias caiu por terra. &#8220;Comecei a desafiar essa idéia experimentando envios diários e tive uma surpresa: não perdi um número significativo de assinantes. Cheguei até a conseguir mais pessoas querendo o meu conteúdo&#8221;.</p>
<p>Eu assino a lista de Ben Settle e o que mais gosto nela é que Ben responde os e-mails dos assinantes sem frescuras e sem demora. Ele é um ótimo exemplo do que o bom marketing direto, do tipo one-to-one, pode fazer pelas empresas.</p>
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		<title>Twitter em português deve aumentar usuários no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 02:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana, o Twitter anunciou em seu blog a chegada oficial da língua portuguesa à terra do passarinho azul. Penso que, com o Twitter falando português, mais brasileiros devem se tornar adeptos da ferramenta. Podemos reconhecer essa atitude do Twitter como um reconhecimento da adoção da ferramenta por aqui, também. O Brasil já emplacou trending [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana, o Twitter anunciou em seu blog<a href="http://blog.twitter.com/2011/06/oba-twitter-in-brazilian-portuguese.html" target="_blank"> a chegada oficial da língua portuguesa à terra do passarinho azul</a>. Penso que, com o Twitter falando português, mais brasileiros devem se tornar adeptos da ferramenta. Podemos reconhecer essa atitude do Twitter como um reconhecimento da adoção da ferramenta por aqui, também. O Brasil já emplacou trending topics mundiais, como <strong>#calabocagalvão</strong>, além de ter alguns dos perfis mais populares no mundo do <strong>microblogging</strong> (já disse que odeio essa palavra?)</p>
<p><strong>Falar a mesma língua deixa as pessoas mais à vontade</strong></p>
<p>Em minha carreira, tive contato com vários profissionais estrangeiros, seja na área da comunicação ou em outras que atuei, todos essas pessoas se sentiam mais tranquilos com um interlocutor que as entendia. Apesar de uma recente pesquisa mostrar que o <a href="http://www.adnews.com.br/internet/115364.html" target="_blank">brasileiro ainda usa muito as redes sociais como e-mail</a>, a comunicação via mídias sociais é sempre bem- vinda por aqui, a exemplo do <a href="http://www.adnews.com.br/internet/114666.html" target="_blank">Facebook que já ultrapassou o Orkut em tráfego</a>.</p>
<p>Com o Twitter em português é possível que aconteça esse mesmo fenômeno. Mais confortáveis com língua, os brasileiros poderão se aproximar da ferramenta e passar a perceber o esforço cada vez mais frequente das empresas nessa mídia, fazendo do Twitter um canal de comunicação mais dinâmico e eficiente. Dizem que os brasileiros em geral não vão se acostumar à característica anacrônica da ferramenta, mas isso só o tempo dirá.</p>
<p><strong>Tradução dos botões</strong></p>
<p>Sobre a tradução em si, alguns pontos podem ser acertados, como &#8221; trending topics&#8221;, que foi transformado em &#8220;tópicos da tendência&#8221;. Talvez, chamar de &#8220;tópicos ou temas do momento&#8221; fosse melhor. Outra tradução complicada é a de &#8220;timeline&#8221;. Não acho que &#8220;histórico&#8221; tenha sido a melhor escolha, mas vida que segue.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/06/translation-flags-meemblogando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-443" title="translation-flags meemblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/06/translation-flags-meemblogando.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a></p>
<p>E você, acha que o Twitter em português vai melhorar a relação dos brasileiros com a ferramenta?</p>
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		<title>Universitários, profissionais e um papo legal na Gama Filho</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/universitarios-profissionais-e-um-papo-legal-na-gama-filho/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 00:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (18), participei como palestrante do Ciclo de Atualidades, projeto da Universidade Gama Filho, que convida profissionais e alunos para conversar sobre comunicação. Estiveram comigo, a publicitária, Renata Tasca, da agência Biruta, e o jornalista Ricardo Schott, gerente de conteúdo da LabPop Content. O evento foi coordenado pela professora Adriane Martins. O bate-papo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (18), participei como palestrante do <a href="http://gamacomugf.blogspot.com/2011/05/ciclo-de-atualidades-primeiro-dia.html" target="_blank">Ciclo de Atualidades</a>, projeto da <a href="http://www.ugf.br/" target="_blank">Universidade Gama Filho</a>, que convida profissionais e alunos para conversar sobre comunicação. Estiveram comigo, a publicitária, Renata Tasca, da agência Biruta, e o jornalista Ricardo Schott, gerente de conteúdo da LabPop Content. O evento foi coordenado pela professora Adriane Martins.</p>
<p>O bate-papo com a galera do #Gamacom foi ótimo. Fiquei contente em ver o bom nível dos alunos, que trouxeram bons questionamentos. Minha palestra foi sobre Planejamento Estratégico e o meu assunto favorito: branding. Além disso, apresentei o case do <a href="http://blog.metrorio.com.br/" target="_blank">Metrô Rio</a>, um dos bons exemplos de comunicação integrada da <a href="http://www.inpresspni.com.br" target="_blank">In Press Porter Novelli</a>. O assunto despertou a curiosidade dos universitários e foi bom para esclarecer alguns pontos sobre como é feita a comunicação de um dos meios de transporte público mais importantes para a cidade.</p>
<p><a href="http://twitter.com/retasca" target="_blank">Renata Tasca</a>, deu uma ótima palestra e mostrou os cases bem bacanas da agência Biruta. Ricardo Schott falou sobre a dificuldade de gerenciar crises de imagem e como fazer para contornar situações. Schott, que é colaborador da revista Billboard, mostrou grande conhecimento do mercado musical brasileiro e, como eu, deu dicas aos alunos sobre gerenciamento de conteúdo, abordando temas, como adequação e colaboração.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gamacom-foto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-423" title="gamacom foto" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gamacom-foto.jpg" alt="" width="560" height="418" /></a></p>
<p>Parabéns à Gama Filho e seus alunos pelo evento e obrigado pelo convite.</p>
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		<item>
		<title>Você já conhece o Tumblr?</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/voce-ja-conhece-o-tumblr/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 16:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pra quem é do meio esse título pode parecer uma afronta, eu sei. Mas, tenho observado, ainda especialmente lá fora, bons usos do Tumblr e trago nesse primeiro &#8220;post falado&#8221; do Me Emblogando a discussão sobre essa rede como ferramenta efetiva de mídias sociais no Brasil e seus possíveis usos aqui. Cllica no player aí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra quem é do meio esse título pode parecer uma afronta, eu sei. Mas, tenho observado, ainda especialmente lá fora, bons usos do Tumblr e trago nesse primeiro &#8220;post falado&#8221; do Me Emblogando a discussão sobre essa rede como ferramenta efetiva de mídias sociais no Brasil e seus possíveis usos aqui. Cllica no player aí embaixo, ouve e dê suas sugestões de Tumblrs legais,também.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="130" height="200" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="url=http://www.gengibre.com.br/cgi-bin/loadPlayerInfo_v2.cgi?castID=V1EGC0FPA0" /><param name="src" value="http://www.gengibre.com.br/templates/cherryplus/flash/gengibre_fp.swf" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="130" height="200" src="http://www.gengibre.com.br/templates/cherryplus/flash/gengibre_fp.swf" wmode="transparent" flashvars="url=http://www.gengibre.com.br/cgi-bin/loadPlayerInfo_v2.cgi?castID=V1EGC0FPA0"></embed></object></p>
<p>Links desse minicast:</p>
<p><strong>Estética</strong><br />
<a href="http://fuckyeahprettynails.tumblr.com/" target="_blank"> http://fuckyeahprettynails.tumblr.com/</a></p>
<p><strong>Humor</strong><br />
<a href="http://ficavaiterbolo.com/" target="_blank"> http://ficavaiterbolo.com/</a></p>
<p><strong>Gastronomia</strong><br />
<a href="http://quemcomeu.tumblr.com/" target="_blank"> http://quemcomeu.tumblr.com/</a></p>
<p><strong>Jornalismo</strong><br />
<a href="http://tmagazine.tumblr.com/" target="_blank"> http://tmagazine.tumblr.com/</a><br />
<a href="http://newsweek.tumblr.com/" target="_blank"> http://newsweek.tumblr.com/</a><br />
<a href="http://examecom.tumblr.com/" target="_blank"> http://examecom.tumblr.com/</a></p>
<p><strong>Cinema</strong><br />
<a href="http://makingofmovies.tumblr.com/" target="_blank"> http://makingofmovies.tumblr.com/</a></p>
<p><strong>Quem já blogou sobre o Tumblr</strong><br />
<a href="http://midiassociais.blog.br/2011/02/18/tumblr-o-que-podemos-fazer-com-ele/" target="_blank"> Blog Mídias Sociais<br />
</a><a href="http://www.midiatismo.com.br/o-marketing-digital/5-dicas-para-entender-o-tumblr-como-ferramenta-de-marketing" target="_blank">Midiatismo<br />
</a><a href="http://www.agenciadigitown.com.br/2011/04/o-tumblr-no-brasil/" target="_blank">Blog Agência Digitown</a></p>
<p><strong>O Tumblr também bloga</strong><br />
<a href="http://staff.tumblr.com/" target="_blank">Blog do Tumblr</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tatuagens, relacionamento e marcas</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/tatuagens-relacionamento-e-marcas/</link>
		<comments>http://www.meemblogando.com.br/tatuagens-relacionamento-e-marcas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 15:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando tive aulas com o professor Andrei Scheiner,  feraça em branding, fiquei muito curioso sobre a defesa da dissertação de mestrado que ele desenvolveu: &#8220;um estudo sobre as narrativas do consumo a partir das tatuagens de marcas de produtos&#8221;. Achei aquela uma grande sacada para mostrar até onde um fã marca iria para mostrar seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tive aulas com o professor <a href="http://twitter.com/inobvio" target="_blank">Andrei Scheiner</a>,  feraça em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Branding" target="_blank">branding</a>, fiquei muito curioso sobre a defesa da dissertação de mestrado que ele desenvolveu: &#8220;um estudo sobre as narrativas do consumo a partir das tatuagens de marcas de produtos&#8221;. Achei aquela uma grande sacada para mostrar até onde um fã marca iria para mostrar seu amor por ela.</p>
<p>Uma vez, me peguei zapeando pelos canais a cabo, quando me interessei pelo Miami Ink, programa em que tatuadores mostram seu estilo de vida e conversam com os tatuados sobre suas vidas e aventuras. Naquele momento, pensei: esses caras poderiam servir como o melhor exemplo de atendimento ao cliente que já existiu. Por quê? Explico.</p>
<p>Muita gente já conhece esses programas &#8216;Miami ou LA inks&#8221; da vida, mas pra quem nunca ouviu falar, funciona assim: a pessoa chega ao estúdio com uma ideia do que quer tatuar. Daí, o tatuador prepara o rascunho do que será pintado no corpo do cliente, se ele gostar, claro. Como os tatuadores são feras, raramente o cliente se sente insatisfeito, até porque, como disse, a ideia de tatuar é do próprio cliente. É ele que procura o serviço, seja por referência de amigos ou conversas em mídias sociais.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/11/marketing-e-relacionamento.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-358" title="marketing e relacionamento" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/11/marketing-e-relacionamento-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Passada a fase do rascunho, o tatuador começa a pintar o desenho na pele do cliente. É nessa hora que surge o componente fundamental para um bom atendimento: o relacionamento. As pessoas geralmente têm tatuagens por algum motivo e querem expressar seus sentimentos com esse gesto. Os tatuadores também sentem isso e trocam ideias in loco, perguntam aos clientes o que os levou a querer fazer tal tatuagem. Surgem histórias bacanas, motivos nobres, às vezes bem-humorados, mas o principal é que ali a relação &#8220;empresa&#8221; e cliente está muito bem fundamentada.</p>
<p>Ao terminar a tatuagem, o tatuador pergunta ao cliente o que ele achou. Novamente, é raro alguém dizer que não ficou satisfeito. Temos um grande follow-up, na hora, e muito bem conduzido, sem as formalidades do mercado tradicional. Assim, o cliente vai embora satisfeito, com a promessa de voltar ao tatuador para fazer mais uma tatuagem, pois quem gosta, geralmente, tem mais de uma. Se bem tratado, o cliente obviamente voltará ao mesmo tatuador. Olha o share of mind, aí gente!</p>
<p>É ou não é um serviço a ser copiado por quem pensa em um bom branding? Um viva aos bons tatuadores.</p>
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		<title>Latências e marketing viral</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 15:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Gutenberg]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente, em uma reunião com um cliente, ouvi aquele já tradicional pedido quando se pensa em uma estratégia de mídias sociais: &#8220;quero criar um viral&#8221;. Essa frase sempre me deixa intrigado porque, na minha opinião, virais são coisas que acontecem. E para que eles existam é necessário um ambiente que propicie esse fenômeno. Eu comparo um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, em uma reunião com um cliente, ouvi aquele já tradicional pedido quando se pensa em uma estratégia de mídias sociais: &#8220;quero criar um viral&#8221;. Essa frase sempre me deixa intrigado porque, na minha opinião, virais são coisas que acontecem. E para que eles existam é necessário um ambiente que propicie esse fenômeno.</p>
<p>Eu comparo um viral a uma pessoa dando milho aos pombos de uma praça. Antes de jogar o milho (o viral), ela procura saber se há pombos (gente que se interessaria pelo viral). E se há pombos, eles vão à pessoa motivados pelos outros pombos, que chegaram antes, ou seja, a informação de que ali há alimento é passada de um a um.</p>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/11/mkt-viral.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-352" title="mkt viral" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/11/mkt-viral-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Em mídias sociais, se não há pombos, não há viral. Acredito que os virais aconteçam por diversas razões, mas a principal delas pra mim é  a motivação. Pessoas precisam ser motivadas por alguém ou algo para que um grupo seja formado. Isso acontece na nossa vida offline, também. Esse é um conceito simples, que mostra o poder das novas mídias.</p>
<p>Quando penso em uma estratégia para redes sociais, gosto de imaginar o que motiva as pessoas. O que as faz se interessar por uma ideia. O que as faria passar essa ideia à frente. Aprendi que as ideias  que pegam são aquelas que são favorecidas por uma latência, uma vontade de ter algo que ainda não se conhece. Gutenberg fez isso com o livro impresso, ajudando <a href="http://www.meemblogando.com.br/e-voce-ja-entendeu-a-revolucao/" target="_blank">Lutero</a> a motivar pessoas a pensar por si próprias. Steve Jobs é o pai da matéria no nosso tempo. Esses caras souberam entender o que move alguém. Isso me faz lembrar da frase atribuída a Henry Ford, quando ele desenvolveu a ideia do primeiro carro. “Se eu perguntasse às pessoas o que elas queriam, responderiam: cavalos mais rápidos”.</p>
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		<title>Facebook quer aumentar interação com Grupos</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 15:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<category><![CDATA[CEO]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Grupos]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do fracasso das listas de amigos, serviço que atingiu apenas 5% dos usuários, o Facebook lançou ontem (6), um novo feature: Grupos. Os &#8220;New Groups&#8221;, como o site definiu são a mais nova forma de interação na rede social de Mark Zuckerberg. Desenvolvido por Daniel Chai, engenheiro responsável pelo time do &#8220;Grupos&#8221;, o serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do fracasso das listas de amigos, serviço que atingiu apenas 5% dos usuários, o Facebook lançou ontem (6), um novo <em>feature</em>: <a href="http://blog.facebook.com/blog.php?post=434700832130" target="_blank">Grupos</a>. Os &#8220;New Groups&#8221;, como o site definiu são a mais nova forma de interação na rede social de Mark Zuckerberg.</p>
<p>Desenvolvido por Daniel Chai, engenheiro responsável pelo time do &#8220;Grupos&#8221;, o serviço teve que ser batizado como &#8220;novo&#8221; Grupos, pois o Facebook já tinha uma característica com esse nome.</p>
<p>Com os novos Grupos, os usuários poderão se organizar em comunidades, como no Orkut, fechando grupos de familiares, amigos, colegas de escola, além de terem um espaço para atualizar mensagens via chat, partilhar fotos, vídeos e o que mais quiserem.</p>
<div id="attachment_335" class="wp-caption aligncenter" style="width: 356px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/10/grupos-do-facebook-me-emblogando.jpg"><img class="size-full wp-image-335  " title="grupos do facebook me emblogando" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/10/grupos-do-facebook-me-emblogando.jpg" alt="" width="346" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">Um exemplo do serviço &quot;Grupos&quot;</p></div>
<blockquote><p>Páginas são para marcas. Grupos são para pessoas.</p>
<p>(Mark Zuckerberg)</p></blockquote>
<p>No keynote (apresentação) do &#8220;New Groups&#8221;, dado por Zuckerberg e equipe, em Palo Alto, Califórnia, o CEO do Facebook disse algo interessante: &#8220;Páginas são para marcas. Grupos são para pessoas.&#8221; Fiquei pensando se o site pensa com isso em fortalecer o uso de páginas para ações de marketing na web.</p>
<p>Quem quiser pode ainda usar os grupos como um substituto para as listas de discussão. O serviço envia  um e-mail  toda vez que há uma atualização; um padrão do Facebook. É possível também configurar um endereço de e-mail do grupo para os membros manterem contato quando não estão no Facebook, ao estilo Google groups.</p>
<p>Achei interessante. Vamos ver se pega. Os Grupos podem ser uma<a href="http://www.meemblogando.com.br/2010/05/25/existe-privacidade-na-web-sim/" target="_blank"> resposta do Facebook sobre a questão da invasão de privacidade</a>. Zuckerberg diz que o serviço não foi criado para responder a ninguém: &#8220;Pensamos muito sobre esse problema. Até mais do que as pessoas pensam&#8221;, disse o CEO, ontem.</p>
<p>Será que as marcas ouvirão o conselho de Zuckerberg ou tentarão investir na ideia de grupos, também?</p>
<p>O que você acha?</p>
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		<title>SEO &#8211; Você já escreve para o Google? &#8211; Final</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 13:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[release 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[web release]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o papo sobre o uso de técnicas de SEO em releases. Minha querida twitamiga, Vany Laubé, primeira jornalista a manter um site de dicas de Assessoria de Imprensa e Comunicação para jornalistas e estudantes, diz que o assunto é polêmico. Tem a ver com o jornalismo de indexação. De um lado está a maioria dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Continuando o papo sobre o uso de técnicas de SEO em releases.</strong></p>
<p>Minha querida twitamiga, <a href="http://mosaicosocial.blogspot.com/" target="_blank">Vany Laubé</a>, primeira jornalista a manter um site de dicas de Assessoria de Imprensa e Comunicação para jornalistas e estudantes, diz que o assunto é polêmico.</p>
<blockquote><p>Tem a ver com o jornalismo de indexação. De um lado está a maioria dos jornalistas; os “puristas”. São aqueles que têm na veia o jornalismo &#8220;de conteúdo, que acreditam que o jornalismo não se deva “vender” aos novos “ditames” impostos pela tecnologia das “palavras-chave” ou links, mas se manter pelo que realmente tem de importante – toda sua relevância envolvendo as fontes, os dois lados da moeda, o povo fala, suítes etc. A moderação feita pelo jornalista em nome da sociedade.</p>
<p>Do outro lado estão os que têm por missão cuidar da imagem corporativa de empresas, pessoas e entidades, como assessores de imprensa, RPs ou consultores de imagem. O jornalista Manoel Fernandes, que já fez do assunto capa de revista, é um deles – não que tenha deixado de ser jornalista, ele tem uma visão de futuro, de que o jornalismo de indexação veio com força e que lutar contra ele é lutar contra a maré.</p>
<p>O uso do SEO nos releases é positivo e pode alavancar bastante um lançamento, divulgar eventos, sim.</p></blockquote>
<blockquote><p>Eu, particularmente, considero que se a moeda tem dois lados é porque há horas em que é bom e positivo o uso de um deles e há hora para se dar valor ao outro lado, sim &#8211; porque sou jornalista por formação e acredito no que a turma do jornalismo lá de cima também acredita.</p></blockquote>
<p>Se você estiver interessado em melhorar o SEO de seu site ou release, tenha em mente essas dicas:</p>
<ul>
<li>Meta descriptions &#8211; não te ajudam no ranqueamento do site, mas podem ser interessantes no processo da cauda longa.</li>
<li>Crie URL&#8217;s amigáveis para os seus releases. Ajudam o Google a te enxergar mais rápido.</li>
<li>Capriche no título para que ele tenha as palavras-chaves mais importantes do seu texto.</li>
<li>Pirâmide invertida. Mantenha o seu uso. Evite o &#8220;nariz de cera&#8221;. As palavras devem se concentrar no topo, mas podem existir repetições ou variação ao longo do texto.</li>
<li>Use links no texto. Invista em link building.</li>
<li>Hospede seus releases em um blog. Ajudam  a lincá-lo melhor.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.meemblogando.com.br/?p=310">SEO &#8211; Você já escreve para o Google? &#8211; Parte 1</a></p>
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