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	<title>Me Emblogando &#187; Blog</title>
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	<description>Um blog sobre mídias, co-criações e marketing digital</description>
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		<title>Claro aproveita oportunidade e cria manual de redes sociais para as mães</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 21:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para aqueles filhos que se assustam com os &#8220;likes&#8221;, comentários e retweets que as mães mais digitais costumam dar diariamente, a Claro teve uma ideia muito bacana e bem humorada: o Manual de Redes Sociais para Mães. Agora, as chances de aquelas fotos do seu tempo de criança serem postadas no seu mural do Facebook, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para aqueles filhos que se assustam com os &#8220;likes&#8221;, comentários e retweets que as mães mais digitais costumam dar diariamente, a Claro teve uma ideia muito bacana e bem humorada: o <a href="http://www.claro.com.br/manualparamaes/" target="_blank">Manual de Redes Sociais para Mães</a>. Agora, as chances de aquelas fotos do seu tempo de criança serem postadas no seu mural do Facebook, pela sua mãe, serão bem menores.</p>
<p>A Claro dividiu o manual em três vídeos: o primeiro será dedicado ao Facebook. Os outros vão mostrar situações no Twitter e Orkut.</p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/OZgiGNMTU5c" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O vídeo sobre o Facebook é esse aí em cima. Os outros estarão no ar até o dia 5 de maio. Feliz Dia das Mães para a sua mamãe digital. A minha vai conhecer esse manual, com certeza.</p>
<p>As informações para esse post foram retiradas do <a href="http://www.claroblog.com.br/conteudo.asp?post_id=792" target="_blank">Claro Blog</a></p>
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		<title>Retrospectiva 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 21:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2010, o Me Emblogando ganhou nova cara (graças aos amigos Erika Cruz e Vinicius Costa), nova hospedagem e um direcionamento editorial. Hoje o blog tem uma identidade própria. Mesmo não tendo coberto todos os momentos de 2010, aqui vai uma retrô do que rolou  e também do que não deu tempo de blogar. Comecei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, o Me Emblogando ganhou nova cara (graças aos amigos <a href="http://twitter.com/frikacruz" target="_blank">Erika Cruz</a> e <a href="http://twitter.com/viniciuscosta" target="_blank">Vinicius Costa</a>), nova hospedagem e um direcionamento editorial. Hoje o blog tem uma identidade própria. Mesmo não tendo coberto todos os momentos de 2010, aqui vai uma retrô do que rolou  e também do que não deu tempo de blogar.</p>
<p><span id="more-368"></span></p>
<p>Comecei o ano, com a resenha do livro <a href="http://www.meemblogando.com.br/cresca-e-aconteca/" target="_blank">Fazer Acontecer.com.br</a>, do publicitário Julio Ribeiro. Um livro interessante, que me ensinou algumas coisas legais sobre liderança. Vale a pena a leitura.</p>
<p><strong>Sou + Web deixando saudades</strong></p>
<p>Logo após rolou a cobertura do 13o. Sou + Web, evento que deixou saudade aqui na galera do Rio. Tive o prazer de moderar essa edição e de ver o auditório lotado. Todos querendo saber um pouco mais sobre <a href="http://www.meemblogando.com.br/sou-web-13-e-branding/" target="_blank">e-branding</a>, tema do evento. Em maio, ainda rolou mais uma edição bem bacana, falando <a href="http://www.meemblogando.com.br/soumaisweb-14/" target="_blank">sobre projetos que uniram internet, redes sociais, geolocalização e bem-estar social</a>. Quando teremos um novo Sou + Web por aqui?</p>
<p><strong>Papos legais com universitários</strong></p>
<p>Esse também foi um ano de palestras. Fui convidado para conversar com estudantes de comunicação, entre outras áreas, nas universidades Castelo Branco, Unisuam, Unipli e Univercidade. Nessas palestras, abordei temas distintos, mas que no final se cruzam, como <a href="http://www.meemblogando.com.br/palestra-universidade-castelo-branco/" target="_blank">co-criação</a>, mídias sociais e<a href="http://www.meemblogando.com.br/unisuam-promove-discussao-sobre-etica-em-redes-sociais/" target="_blank"> ética na Comunicação</a>. Sobre esse último assunto, mostrei a minha opinião sobre empresas que desejam realmente prover uma <a href="http://www.meemblogando.com.br/e-na-real-ou-no-hype/" target="_blank">mudança ao consumidor</a> ou manter tudo como está, apenas com uma cara de novinha e moderna. Ainda tive a honra de participar de um talk show no <a href="http://www.meemblogando.com.br/experiencia-facha/" target="_blank">Experiência Facha</a>.</p>
<p>Falamos sobre privacidade na web com a chegada do <a href="http://www.meemblogando.com.br/existe-privacidade-na-web-sim/" target="_blank">Diaspora</a> e, em seguida, relatei a resposta do Facebook, com a criação do feature de <a href="http://www.meemblogando.com.br/facebook-quer-aumentar-interacao-com-grupos/" target="_blank">Grupos</a>. Aliás, alguém aí já usou o Diaspora? Discuti aqui também a chegada da tecnologia <a href="http://www.meemblogando.com.br/morphing/" target="_blank">morphing</a>, que vão adequando a arquitetura dos sites de e-commerce, à medida que o usuário vai navegando por eles. Quem promete entregar essa tecnologia é o pessoal da holandesa <a href="http://www.meemblogando.com.br/internet-liquida-a-rede-centrada-no-consumidor/" target="_blank">IQNOMY</a>.</p>
<p>Esse também foi  um ano de análise sobre velhas ferramentas conhecidas. Eu e meu amigo <a href="http://www.facebook.com/leobraganca" target="_blank">Leo Bragança</a> blogamos a quatro mãos para discutir <a href="http://www.meemblogando.com.br/pra-que-tanto-email/" target="_blank">o papel do e-mail</a> nas empresas, atualmente.</p>
<p><strong>Blogagem coletiva para o Bleffe</strong></p>
<p>Uma das coisas mais legais do MeEmblogando esse ano foi a oportunidade de participar da blogagem coletiva sobre o <a href="http://www.meemblogando.com.br/bleffe-lanca-novo-clipe-com-apoio-das-midias-sociais/" target="_blank">clipe mais recente do Bleffe</a>. Teve ainda um post legal sobre <a href="http://www.meemblogando.com.br/seo-voce-escreve-para-o-google-parte-1/" target="_blank">SEO para conteudistas</a>, com a participação luxuosa de algumas feraças do mercado e a análise do <a href="http://www.meemblogando.com.br/livro-rework-37-signals/" target="_blank">livro Rework</a>, que com certeza me fez pensar de forma diferenciada sobre como gerir um negócio.</p>
<p>Em outubro, quis escrever sobre o novo <a href="http://business.twitter.com/" target="_blank">Twitter For Business</a> &#8211; o Twitter para empresas, mas não rolou tempo pra isso, infelizmente e o blog perdeu o bonde.</p>
<p>Esse foi o ano de 2010 por aqui. Se você comentou ou simplesmente leu um post do blog, muito obrigado. Ano que vem tem mais. Feliz 2011!</p>
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		<title>Mídias sociais, celebridades e fakes</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 20:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente, assisti a um pedaço da entrevista da Luana Piovani, no programa da Marília Gabriela. Daí, surgiu a ideia para esse post. Quando perguntada sobre o uso de mídias sociais, a atriz disse que só tem um blog, cujo CMS ela não pilota. Luana disse que não tem um perfil no Twitter e que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, assisti a um pedaço da entrevista da Luana Piovani, no programa da Marília Gabriela. Daí, surgiu a ideia para esse post. Quando perguntada sobre o uso de mídias sociais, a atriz disse que só tem um blog, cujo <a href="http://www.marcusvbp.com.br/site/o-que-e-um-cms-e-para-que-serve" target="_blank">CMS</a> ela não pilota. Luana disse que não tem um perfil no Twitter e que foi surpreendida por seu próprio patrocinador, que pediu à atriz para divulgar sua atual peça pela rede, pois Piovani tinha mais seguidores que o próprio patrocinador.</p>
<p>Essa situação me fez pensar no uso que os famosos dão às mídias sociais e como eles se relacionam com elas. Artistas são pessoas públicas e, com o crescimento das redes sociais, cada vez mais pessoas têm acesso a eles ou aos seus<em> fakes</em>. O que aconteceu com Luana já acontece com outras pessoas conhecidas que se surpreendem quando veem twitteiros tomando conta, sem autorização, dos seus perfis e respondendo aos fãs por eles.</p>
<p>Penso que as chamadas celebridades devem ter um novo olhar para as mídias sociais. Como o Twitter é a ferramenta mais badalada dos últimos tempos e o acesso a ele é muito fácil, os famosos poderiam criar uma conta e apontá-la como oficial em um site ou blog. Não é algo difícil de ser feito. Mesmo que o artista não use o Twitter ou qualquer outra rede social (ninguém é obrigado a usar nada que não queira), já seria uma maneira de avisar aos fãs ou a um potencial patrocinador que aquele perfil é oficial, mas não é utilizado. É como se fosse uma marcação de território para garantir a personalidade real do famoso nas redes.</p>
<p>O próprio Twitter já disponibiliza um selo para os perfis &#8220;reais&#8221; dos artistas. Mas, como o processo de obtenção desses selos ainda é meio lento para quem não é dos Estados Unidos ou Reino Unido, fica mais difícil conseguir essa garantia oficial. Quem sabe agora, com <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ti/twitter-vai-abrir-escritorio-no-brasil-08102010-34.shl" target="_blank">a abertura de um escritório do Twitter no Brasil</a>, a coisa melhore.</p>
<div id="attachment_343" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/10/twitter-marcelo-tas-conta-verificada-verified-account.jpg"><img class="size-medium wp-image-343" title="twitter marcelo tas conta verificada verified account" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/10/twitter-marcelo-tas-conta-verificada-verified-account-300x113.jpg" alt="" width="300" height="113" /></a><p class="wp-caption-text">Conta verificada do Marcelo Tas</p></div>
<p>Com selo ou sem selo, o fato é que artistas deveriam melhorar a forma de utilização das redes sociais. Ainda é pequeno o número de brasileiros que têm ideia do uso correto e das possibilidades que as mídias sociais oferecem. #ficaadica</p>
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		<title>Bleffe lança novo clipe com o apoio das mídias sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 12:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheci Christian Garcia, da banda Bleffe, por meio das mídias sociais. Quando ouvi o som do grupo, gostei de cara. Desde então, tenho acompanhado a forma bacana de como o Chris faz para promover seu som e gerar engajamento, utilizando as novas mídias. Este mês o Bleffe lança seu novo clipe ,“Tarde Demais”, e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci <a href="http://twitter.com/chris_gar" target="_blank">Christian Garcia</a>, da <a href="http://bleffepoprock.blogspot.com/" target="_blank">banda Bleffe</a>, por meio das mídias sociais. Quando ouvi o som do grupo, gostei de cara. Desde então, tenho acompanhado a forma bacana de como o Chris faz para promover seu som e gerar engajamento, utilizando as novas mídias. Este mês o Bleffe lança seu novo clipe ,“Tarde Demais”, e a banda conta com a ajuda das mídias sociais para ajudar na divulgação. Eu assino embaixo.</p>
<p>O novo clipe foi todo feito em animação e conta a história de um fim de relacionamento e seus dilemas. Produzido por Pedro Inrowllings (&#8220;Chico Xavier &#8211; O Filme&#8221; e &#8220;Clara en Foodland&#8221;), o vídeo é fruto de um prêmio que o quarteto carioca ganhou do projeto Conexão Vivo em 2009.</p>
<div>Antes de chegar às TV&#8217;s, &#8220;Tarde Demais&#8221; vai ser lançado na internet. O mais legal disso é que a banda pensa em criar uma rede colaborativa e divulgar o clipe para o maior número de pessoas possível. Lançado no ano passado, o single da música foi disponibilizado gratuitamente no site oficial do Bleffe e já contabiliza mais de 2000 downloads, além de ter sido executada no “Garagem do Faustão”.</div>
<p>Formado por Christian Garcia (voz &#8211; violão), Alex Borges (guitarra &#8211; vocais), Cristiano Cokada (bateria &#8211; vocais) e Dan Lucasta (baixo), o grupo surgiu em 2002 e desde então tem se destacado no cenário independente carioca por suas músicas autorais e releituras de grandes sucessos do pop-rock e da MPB.</p>
<p>Além de terem lançado o álbum “Viagens”, em 2006, a banda fez parte da coletânea em homenagem aos 40 anos do “Álbum Branco” dos Beatles, lançado em 2008, onde regravaram a faixa “Revolution”, que foi citada no jornal “O Dia” como um dos destaques do álbum.</p>
<div>
<div>Curta aqui a animação do <a href="http://networkedblogs.com/9iRgB" target="_blank">Bleffe</a> em &#8220;Tarde Demais&#8221;.</div>
<p><object id="playerFlash" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="id_video=584660" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=584660&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=FFFFFF&amp;cor_titulo=777777&amp;hd=S&amp;swf=1&amp;width=500&amp;height=375" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="playerFlash" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=584660&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=FFFFFF&amp;cor_titulo=777777&amp;hd=S&amp;swf=1&amp;width=500&amp;height=375" wmode="opaque" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="id_video=584660"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.videolog.tv/video.php?id=584660">Bleffe &#8211; Tarde Demais (Video Clipe Oficial)</a> por <a href="http://www.videolog.tv/bleffe"> bleffe </a> no <a href="http://www.videolog.tv">Videolog.tv</a>.</p>
</div>
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		<title>E você&#8230; já entendeu a revolução?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 12:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrevi este post para um projeto coletivo chamado Digital Já e, como gosto desse texto, reproduzo-o aqui no blog. Atualmente, para muitos internautas, os blogs são uma coisa normal. Todos já leram ou passaram os olhos em um blog, pelo menos uma vez. E se ainda não o fizeram, devem conhecer alguém que já tenha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi este post para um projeto coletivo chamado <a href="http://digitalja.com/" target="_blank">Digital Já</a> e, como gosto desse texto, reproduzo-o aqui no blog.</p>
<div id="_mcePaste">Atualmente, para muitos internautas, os blogs são uma coisa normal. Todos já leram ou passaram os olhos em um blog, pelo menos uma vez. E se ainda não o fizeram, devem conhecer alguém que já tenha feito. Isso não significa que todos conheçam a força dos blogs ou saibam que um conjunto deles pode promover e fomentar mudanças sociais, políticas e até econômicas. Entender e saber usar esta força transformadora é a proposta do livro <a href="http://www.ediouro.com.br/site/products/content_book/5868" target="_blank">Blog – Entenda a revolução, escrito por Hugh Hewitt, lançado em 2007 pela editora Thomas Nelson Brasil</a>.</div>
<div>
<p>Para aqueles que ainda não sabem ou nunca ouviram falar na palavra blog, vale um explicação. Blog vem da abreviação de web log. *Trata-se de um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou “posts”. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog. Se você, depois de ler esta resenha, pretende conferir o livro, aqui vai uma dica: procure não se importar com alguns aspectos relativos ao autor.</p>
</div>
<div>Hugh Hewitt é americano, republicano ferrenho, defensor das políticas reacionárias de George Bush, que permearam os anós pré-Barack Obama. Tirando isso, Blog é um livro muito bom e útil para se entender o porquê muita gente hoje já lê e confia mais nos blogueiros como fonte primeira de informação do que nos grande e consagrados nomes da mídia de massa. É importante lembrar que esse “muita gente” representa – e por algum tempo a situação ainda será assim -, um número infinitamente menor que a audiência formada pelas grandes redes de televisão e jornais, mas já é um começo.</div>
<div>
<p>A obra traz casos em que a blogosfera ganhou pontos com a sociedade e desbancou a verdade das mídias de massa. Um dos significativos ficou conhecido com “Rathergate”, parodiando o famoso Watergate, que forçou a renúncia do então presidente Richard Nixon. O termo “Rathergate” veio de um escândalo protagonizado por Dan Rather, um dos âncoras mais respeitados da CBS, rede americana de TV. Dois meses antes das eleições entre o democrata, John Kerry, e o republicano, George W. Bush, Rather apresentou documentos que afirmavam que Bush teria servido na Guarda Aérea dos Estados Unidos, entre os anos de 72 e 73, e proibido de voar por não ter passado nos testes de aptidão física e técnica. A blogosfera republicana foi atrás dos documentos e provou que eles eram forjados. Não houve autenticação dos órgãos oficiais da Força Aérea daquele país. Esse fato, aliado à união dos blogueiros, forçou a CBS a pedir desculpas pelo “erro”, em rede nacional.</p>
</div>
<div>No aspecto profissional, o mais importante do livro são as dicas que Hewitt dá sobre a criação de blogs para empresas. O autor os divide em:</div>
<blockquote>
<ul>
<li>O blog da liderança – mostra o quão importante é a comunicação dos diretores, presidentes de uma empresa com seus empregados. Segundo Hewitt, um blog desse tipo pode inspirar, informar, elogiar e até pedir, ou seja, a trazer a voz oficial da empresa sem a chatice das comunicações internas.</li>
<li>O blog da gerência – dinamiza a comunicação dos gerentes com seus comandados. Antecipa decisões e defende ideias junto à equipe.</li>
<li>O blog do empregado – os empregados podem contribuir com links de artigos valiosos, checar ações dos concorrentes etc.</li>
</ul>
</blockquote>
<p>De acordo com Hugh Hewitt, blogs são uma oportunidades quase gratuitas de defender uma marca, introduzir novos produtos ou produzir agitação, por um tempo indefinido. Várias vezes no livro, o autor se refere ao termo “infestação”: um conjunto de blogs falando sobre o mesmo tema, produzindo massa crítica para incentivar a reflexão.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, um bom livro sobre blogs não deixaria de citar o religioso Martin Lutero, com certeza o grande responsável pela transformação da sociedade através do livro. Hewitt contempla o trabalho de Lutero e o considera o fato mais importante para o que hoje chamamos de blogosfera.</p>
<p>* Texto extraído de Wikipedia.org</p>
<p>Mais sobre:</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rathergate" target="_blank">Rathergate (em inglês)</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_lutero" target="_blank">Martin Lutero</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sites, blogs corporativos e a comunicação com o público</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/sites-blogs-corporativos-e-a-comunicacao-com-o-publico/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 00:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (22), fiz uma consulta aberta aos amigos que me seguem no Twitter, perguntando: Sites institucionais têm, em geral, baixa audiência. A solução seriam os blogs corporativos? No livro do Julio Ribeiro, Fazer acontecer.com.br, há um momento em que o autor toca nesse assunto. A conclusão do Julio é que, tirando os funcionários ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (22), fiz uma consulta aberta aos amigos que me seguem no Twitter, perguntando:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>Sites institucionais têm, em geral, baixa audiência.<br />
A solução seriam os blogs corporativos</strong><strong>?</strong></p>
</blockquote>
<p>No <a href="http://www.meemblogando.com.br/2010/03/06/cresca-e-aconteca/" target="_blank">livro do Julio Ribeiro, Fazer acontecer.com.br</a>, há um momento em que o autor toca nesse assunto. A conclusão do Julio é que, tirando os funcionários ou pessoas que tenham alguma ligação com a empresa, ninguém acessa um site institucional.  Isso só acontece quando se precisa de uma determinada informação. Mas, aí vem a minha pergunta: será que os sites de empresas estão preparados para ajudar o público que precisa de informações, como um simples e-mail, o endereço da empresa, o telefone do SAC? Minha experiência em web mostra que, com algumas exceções, não. Baseado nisso, penso que os blogs corporativos podem cumprir melhor o papel dos sites, aproximando os consumidores das empresas.</p>
<p>Para o profissional de marketing <a href="http://twitter.com/mariofilho" target="_blank">Mário Filho</a>, diretor geral da<a href="http://addare.com.br/" target="_blank"> Addare Comunicação Interativa</a>, a saída é colocar serviço dentro dos sites. &#8220;Um site precisa ser útil pro cliente de uma empresa e para ela mesma&#8221;, diz. Para Mário, os sites podem fazer mais que oferecer um simples contato da empresa. &#8220;O site pode oferecer um serviço de solicitação online, dar o tracking (protocolo de acompanhamento, como geralmente fazem os sites de e-commerce), e informar quando fechar. Webservice&#8221;</p>
<p><a href="http://twitter.com/carrenho" target="_blank">Carlo Carrenho</a>, um dos mais competentes publishers que já conheci, vai direto ao ponto. &#8220;A saída não é esperar o público vir até você, mas ir até ele.&#8221; Carrenho diz que se a opção for pelo blog corporativo, deve-se levar o conteúdo ao internauta. &#8220;Envie o blog&#8221;. Esse é o caso do <a href="http://www.publishnews.com.br/" target="_blank">PublishNews</a>, site especializado no mercado editorial.</p>
<p>Segundo a publicitária <a href="http://twitter.com/fernandaleal" target="_blank">Fernanda Leal</a>, blogs corporativos tangibilizam muita coisa. Tornam-se mais palpáveis. &#8220;Você pode agregar mais informações que giram em torno do negócio.&#8221;</p>
<p>Um ponto tocado por todos na discussão foi sobre a alimentação dos blogs. O publicitário <a href="http://twitter.com/ejajunior" target="_blank">Edson Junior</a> gosta da ideia de um blog corportativo como fonte de informações sobre uma empresa, &#8220;mas ter só por ter, acho que ainda fico com um site&#8221;. Eu concordo com o Edson. O mais importante não é a plataforma. É o conteúdo. Atualizações constantes são necessárias. E se optar por um site, a empresa deve manter as coisas o mais claro e simples possível.</p>
<p>Além de blogs, tem gente pensando em usar plataformas mais específicas. É o caso de <a href="http://twitter.com/luizgarciamt" target="_blank">Luiz Eduardo Garcia</a>, que atualmente desenvolve um projeto de um site B2B. Luiz acredita no potencial do Linkedin, rede social para profissionais. &#8220;No meu caso, um cliente de uma empresa pode ajudar a espalhar o conteúdo para seus pares e afins&#8221;, completa.</p>
<p>Para a publicitária <a href="http://twitter.com/mslemos" target="_blank">Marisa Lemos</a> o importante é &#8220;alinhar muito bem o objetivo de comunicação do blog com a expectativa dos clientes.&#8221; Já, a jornalista <a href="http://twitter.com/pathaddad" target="_blank">Patricia Haddad</a> é a favor do &#8220;blog dentro do site com informações pertinentes e correlatas ao negócio e INTERAÇÃO (caps lock proposital)&#8221;.</p>
<p>Pelo que vi, essa conversa poderia ter durado um dia inteiro, pois interessa a muitos profissionais, que ainda pensam em como definir suas plataformas de conteúdo.  Particularmente, sou mais partidário dos blogs, como ferramentas mais leves que os sites institucionais. Mas, é claro que isso não se aplica a qualquer tipo de empresa que ainda precisa de um site ou portal mais estruturado. E você, o que pensa?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Privacidade na web é possível, sim</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/existe-privacidade-na-web-sim/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 15:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[open source]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você anda preocupado com o destino dos dados que armazena na internet, a solução para este problema pode estar chegando. Conheça o Diaspora. Desenvolvido por um matemático e três alunos da Universidade de Nova Iorque (NYU), Maxwell Salzberg, Daniel Grippi, Raphael Sofaer e Ilya Zhitomirskiy, a construção dessa nova rede social tem como premissa a proteção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você anda preocupado com o destino dos dados que armazena na internet, a solução para este problema pode estar chegando. Conheça o <a href="http://www.kickstarter.com/projects/196017994/diaspora-the-personally-controlled-do-it-all-distr" target="_blank">Diaspora</a>. Desenvolvido por um matemático e três alunos da Universidade de Nova Iorque (NYU), Maxwell Salzberg, Daniel Grippi, Raphael Sofaer e Ilya Zhitomirskiy, a construção dessa nova rede social tem como premissa a proteção e a garantia de que somente o usuário terá controle sobre o destino de suas fotos, vídeos etc.</p>
<div id="_mcePaste">De acordo com o <a href="http://www.joindiaspora.com/blog.html" target="_blank">blog do Diaspora</a>, o objetivo é criar uma rede distribuída, onde computadores completamente descentralizados se conectam diretamente (como no modelo peer 2 peer), sem comprometer a privacidade dos usuários. A ideia é que cada pessoa tenha seu próprio site, se conectando pela plataforma. O staff do Diaspora chama esses computardores de &#8220;seeds&#8221;, os mesmos que são usados por aqueles que conhecem o sistema de torrents. O &#8220;seed&#8221; é hospedado pelo próprio usuário ou em um servidor alugado. Uma vez instalado, este &#8220;seed&#8221; agregará todas as informações do usuário: perfis em outras redes sociais (não falam do Orkut no blog), tweets etc. Os desenvolvedores prometem desenvolver um framework <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GNU_Privacy_Guard" target="_blank">colaborativo</a> e de código aberto para integrar qualquer nova ferramenta que apareça no vasto leque das mídias sociais.</div>
<div><span id="more-239"></span></div>
<div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_240" class="wp-caption aligncenter" style="width: 589px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/diaspora-staff-maxwell-daniel-raphael-ilya.jpg"><img class="size-full wp-image-240  " title="diaspora staff - maxwell daniel raphael ilya" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2010/05/diaspora-staff-maxwell-daniel-raphael-ilya.jpg" alt="" width="579" height="384" /></a></p>
</dt>
</dl>
</div>
<pre style="text-align: center;"><strong>O staff do Diaspora: Maxwell, Daniel, Raphael e Ilya
</strong></pre>
<p>Segundo os desenvolvedores do projeto, totalmente financiados por doações via web, a descentralização da rede social permite a reconstrução dos nossos &#8220;gráficos sociais&#8221;, para que eles voltem a nos pertencer. O Diaspora terá os dados encriptados, o que vai totalmente ao encontro dos que têm criticado o Facebook por sua forma de tratar os dados dos usuários, expondo-os a terceiros sem a devida autorização.</p>
<p>Os idealizadores do projeto acreditam que, assim como na vida real, as redes sociais não precisam de centralizadores para existir. Resta saber se os usuários mais comuns e menos acostumados aos tecnicismos da internet terão vontade de usar o Diaspora como sua nova plataforma de redes sociais.</p>
<p>A grande ironia dessa história é que o vídeo explicativo do Diaspora* pode ser divulgado via <em>share</em> no Facebook, além do Twitter, Tumblr e e-mail. Então, te cuida Zuckerberg. Esse é mais um exemplo do que a ruptura 2.0 propõe: uma inteligência coletiva em prol de um bem comum. Nesse caso, a proteção à privacidade de todos na internet.</p>
<p>Mais sobre o Diaspora:</p>
<p>BBC &#8211; <a href="http://bit.ly/9fOIfO" target="_blank">http://bit.ly/9fOIfO</a></p>
<p>New York Times - <a href="http://nyti.ms/9c8VZQ" target="_blank">http://nyti.ms/9c8VZQ</a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Sou + web #7 discute o Twitter</title>
		<link>http://www.meemblogando.com.br/sou-web-7-discute-o-twitter/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 21:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[soumaisweb]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste sábado (30), rolou mais uma edição do Sou + Web, evento evento que acontece uma vez por mês no Rio de Janeiro e discute as tendências e os rumos da internet. A sétima edição do evento aconteceu no auditório da ABAV (Associação Brasileira das Agências de Viagens), no Centro do Rio de Janeiro, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado (30), rolou mais uma edição do Sou + Web, evento evento que acontece uma vez por mês no Rio de Janeiro e discute as tendências e os rumos da internet. A sétima edição do evento aconteceu no auditório da ABAV (Associação Brasileira das Agências de Viagens), no Centro do Rio de Janeiro, e foi totalmente dedicada ao fenômeno que tomou conta da web nos últimos anos: o Twitter. Sob a moderação de Roney Belhassof, a mesa de participantes foi composta pelo especialista em mídias sociais, Roberto Cassano, a blogueira e membro do PontoFrio.com, Simone Villas Boas, pelo blogueiro, Luis &#8220;The Best&#8221; Ricardo, e o criador do Twitcast, Leandro Bravo.  O Sou+Web é uma ideia de Nino Carvalho, coordenador do curso de pós-graduação em gestão estratégica de marketing digital da Facha/Igec.</p>
<blockquote>
<div id="_mcePaste"><strong>&#8220;Você não apaga nada do Twitter&#8221; &#8211; The Best</strong></div>
</blockquote>
<div id="_mcePaste">O primeiro a falar foi Luis Ricardo, mais conhecido como The Best. Blogueiro experiente e antenado com as várias redes sociais, The Best destacou as características que diferem o Twitter das demais ferramentas. Para ele, o tempo que uma empresa ou blogueiro tem para atrair um usuário é curto. O tiro deve ser certo. &#8220;Você tem uma ou duas &#8220;twittadas&#8221; pra poder atingir o seu público. Mas do que isso, você já passa a ser uma pessoa chata.&#8221;, disse o blogueiro. Sobre as empresas que estão entrando no Twitter, The Best disse não se incomodar com isso. &#8220;Não vejo problema em se fazer publicidade no Twitter desde que eu acredite no produto.&#8221; Para ele, os recentes cases  de publicidade paga com Marcelo Tas, contratado para postar tweets para uma empresa de telefonia e, mais recentemente, o do blogueiro Cris Dias, não  vão contra as diretrizes do Twitter. The Best afirmou que não gosta quando se vende opinião, mas não condena quem faz isso. Segundo o blogueiro, isso é uma discussão que vai além dos 140 caracteres.</div>
<blockquote>
<div><strong>Twitter x RSS</strong></div>
</blockquote>
<div>The Best não é partidário do uso do Twitter como feed. Para ele, se uma pessoa gosta de um blog, assina o RSS daquele blog, sem precisar ficar sendo bombardeada com os links de atualizações. Esse uso do Twitter como leitor de RSS não é bem visto na twittosfera. A @fimdejogo, do blog Fim de Jogo,  e @lebravo do TwitcastBR,  levantaram uma questão que pode servir como exceção a essa regra. Para The Best, blogs que dependem de atualizações on time podem usar o Twitter como RSS, pois suas informações perdem a relevância se não forem divulgadas na hora.</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2009/06/thebest.jpg"><img class="size-full wp-image-186  alignnone" title="thebest" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2009/06/thebest.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><strong><br />
Luiz Ricardo &#8211; The Best &#8211; foto: Bruno Fontes</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;A oportunidade está nos mimimis&#8221; &#8211; Simone Villas Boas<span style="font-weight: normal;"> </span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">Simone Villas Boas foi a segunda palestrante a falar. Simone separa o Twitter em cinco grupos: o daqueles que buscam por socialização, os que querem descobrir diversão, os que procuram informação, os &#8220;mimimi&#8221; que só querem reclamar e compartilhar suas mazelas e, finalmente, os que desejam dizer o que estão fazendo no Twitter, função inicial da ferramenta. Para Simone, cada um desses grupos distintos pode ser impactado por uma ação específica. O mais importante é que esta ação seja pontual e imediata, e que ela mexa com quem está twittando. &#8220;As grandes oportunidades para as empresas estão nas hashtags de mimimi&#8221;. As hashtags são as palavras que vem depois do símbolo # e que dão o tom do assunto tratado em cada post. Os mimimis geralmente mostram algum tipo de insatisfação e podem motivar uma ação de marketing. &#8220;Quem vende sapato, chocolate ou bebida alcoólica tem que aproveitar essas oportunidades. É uma questão de timing&#8221;, diz Simone. Para ela, o SAC das empresas tem que atuar junto com o acompanhamento do Twitter. Segundo Simone, o Twitter não é uma ferramenta para atendimento ao cliente. </span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong><a href="http://twitter.com/lebravo" target="_blank">@lebravo</a> e o case da Best Shop</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;">Leandro Bravo trabalha com internet e webdesign há mais de dez anos. Em sua palestra, ele falou do <a href="http://www.twitcast.com.br/" target="_blank">Twitcast</a>, podcast criado por ele e um dos primeiros a ser dedicado inteiramente ao Twitter. Mas, o case da Best Shop foi o  tema que pontuou sua participação. Pra quem não sabe, a Best Shop divulgou uma promoção no Twitter que consistiu numa caça às ofertas e prometeu vender TVs LCD por R$ 200,00, durante as madrugadas. A ideia pegou carona na falha da FNAC, que teve uma alteração drástica nos seus preços recentemente, alegando que hackers teriam invadido seus sistema. LeBravo relatou que ele mesmo ficou acordado para comprar as TVs até uma da manhã, mas o site saiu do ar. No dia seguinte, eles prometeram vender as tais TVs, mas ninguém conseguiu comprar. Um #FAIL sem tamanho. A confusão que a Best Shop arrumou na web foi tão significativa que o case disseminou um certo ódio à empresa, que culminou na criação do <a href="http://euodeioabestshoptv.wordpress.com/" target="_blank">euodeioabestshoptv</a> pelo próprio Leandro Bravo. No site, está sendo proposta uma ação conjunta de processo. Isso vai dar pano pra manga. Como disse Nino Carvalho, as empresas não podem mais entrar de orelhada na web. Concordo plenamente.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2009/06/sou-mais-web-7o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-187" title="sou mais web 7o" src="http://www.meemblogando.com.br/wp-content/uploads/2009/06/sou-mais-web-7o.jpg" alt="" width="400" height="225" /></a><strong>A bancada &#8220;fera&#8221; do Sou+Web#7.  Foto: </strong><strong><a href="http://twitter.com/brunofontes" target="_blank">Bruno Fontes</a></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>&#8220;O Twitter cria redes sociais efêmeras&#8221; &#8211; Roberto Cassano</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">O último palestrante do dia foi Roberto Cassano, diretor de mídias socias da Frog, uma das mais respeitadas agências com foco em mídias sociais no Brasil. Segundo @rcassano, o Twitter é um formador de redes efêmeras. Como exemplo, ele citou as discussões sobre Fórmula 1, que se resumem estritamente ao acompanhamento das corridas e acabam quando elas terminam.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">Cassano também comentou a ação desastrosa da Best Shop, mas analisou o outro lado da história. &#8220;Só erra quem tenta.&#8221; Para ele, olhar o lado da empresa também deve ser levado em consideração, pois eventualmente todos vamos errar. Ele ainda comparou o Twitter às antigas BBS &#8211; bulletin board systems &#8211; em que existia a forma &#8220;reply to all&#8221;, que para Cassano é exatamente o que acontece com o Twitter hoje.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">Um assunto que também permeou a discussão do evento foi a humanização do Twitter. Cassano é o criador do @oleitorvoraz &#8211; Twitter da Frog que promove ações para a Ediouro. Para Cassano, o @oleitorvoraz é o case que ele vai guardar com carinho para toda a vida. O twitter da Ediouro virou um personagem tão humano que chegou a ser convidado para o amigo oculto de vários twitteiros. &#8220;O Twitter também é humano&#8221;, disse Cassano.</span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong>O efeito &#8220;todo mundo&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Cassano alertou para um efeito curioso provocado pelo Twitter. Ele consiste em se achar que todos estão falando sobre a mesma coisa na rede social e ao mesmo tempo. &#8221; Você tem a sensação com o Twitter de que todo mundo está falando sobre um determinado assunto e isso não é verdade. Esse é um fenômeno que permite ser trabalhado pelos marketeiros e pode ser interessante para as marcas.&#8221;, afirmou o jornalista.</p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong>&#8220;A marca só é bem aceita se falar &#8220;twittês&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;"><strong> </strong><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;"><strong> </strong><strong>&#8220;O Twitter vai morrer um dia&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p></blockquote>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Roberto Cassano</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">O sétimo Sou + Web foi interessante sobre vários aspectos, principalmente para ver que o Twitter, assim como outras redes sociais, ainda é uma área desconhecida para muitos, mas gera cada vez mais interesse. A discussão foi de alto nível e os palestrantes não decepcionaram aqueles que foram conferir.</p>
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">
<p style="text-align: left; display: inline !important;">Parabéns a todos.</p>
<p style="text-align: left;">Links relacionados:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.patriciahaddad.com/2009/06/01/souweb-7/" target="_blank">Blog S.O.B.R.E.T.U.D.O</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://estareiteirritando.blogspot.com/2009/05/twitter-alternativa-aos-call-centers.html" target="_blank">Senhor Estarei te irritando</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.thebest.blog.br/2009/06/01/7a-edicao-do-souweb-twitter/" target="_blank">Blog do The Best</a> &#8211; Sim, ele debate e ainda posta depois! O cara é o The Best, né?</p>
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		<title>To meme or not to meme</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 20:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana, o bicho pegou na blogosfera, especialmente por causa da forma como o Blogblogs, comunidade de blogueiros da qual faço parte, reformatou a maneira de ranquear seus membros. A coisa ficou mais séria depois que alguns blogs organizaram um meme para burlar o ranking do Blogblogs. Manoel Lemos fez um post no weblog oficial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana, o bicho pegou na blogosfera, especialmente por causa da forma como o <a href="http://blogblogs.com.br/">Blogblogs</a>, comunidade de blogueiros da qual faço parte, reformatou a maneira de ranquear seus membros. A coisa ficou mais séria depois que alguns blogs organizaram um <a href="http://verdadeabsoluta.net/va-news/o-que-e-meme-e-por-que-isso-me-irrita-tanto">meme</a> para burlar o ranking do Blogblogs. <a href="http://manoellemos.com/">Manoel Lemos</a> fez um <a href="http://blog.blogblogs.com.br/2008/11/25/sobre-memes-e-rankings/">post</a> no weblog oficial do Blogblogs, justificando a nova forma de ranking e surgiram diversas opiniões a favor e contra o novo modelo de classificação.</p>
<p>Eu penso que um blogueiro não deve procurar ser o primeiro de qualquer ranking. Se isso acontece, é fruto de um trabalho que oferece informação relevante na web, e que é acessado por um grande número de pessoas. Assim, ser o primeiro colocado é uma conseqüência natural desse processo.</p>
<p>O problema é que hoje blog dá dinheiro. Não é o caso do Me emblogando (ainda&#8230;rsrs). E muito blogueiros não querem perder suas posições de destaque na blogosfera, para poder continuar monetizando os seus blogs, gerando uma receita bastante razoável para estes tempos de crise, por conta de post patrocinados, publicidade em banners etc.</p>
<p>Acredito que informação de qualidade sempre terá uma grande procura. Portanto, a fogueira das vaidades da blogosfera nacional não deveria existir. Quem é bom se estabelece. E, cá entre nós, quem realmente aí sabe o que significa informação relevante, num mundo em que a cada dia surge um novo gerador de conteúdo, seja bom ou ruim?</p>
<p>Essa discussão não leva a lugar algum. Só acho que devemos sempre procurar ser úteis e produzir conteúdo que tenha alguma função positiva, mesmo que seja através de um meme. Há memes muito bem organizados e que devem continuar, pois informam internautas sobre produtos colocados no mercado, de maneira honesta.</p>
<p>Se essa é uma forma justa de monetizar um blog, que seja bem-vinda. O que não acho legal é ficar com briguinha porque um ou outro blog caiu de posição em um ranking. Vamos trabalhar mais e reclamar menos. Que tal?</p>
<p>Post relacionado no Verdade Absoluta, que vale muito a pena ler:</p>
<p><a href="http://diariodacriacao.blogspot.com/2008/11/ranking-do-blogblogs-google-bombs-novas.html">http://diariodacriacao.blogspot.com/2008/11/ranking-do-blogblogs-google-bombs-novas.html<br />
</a></p>
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		<title>O blog do cara</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 20:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[romário]]></category>

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		<description><![CDATA[Ilustres membros do conselho deliberativo do clube dos boleiros, adivinhem quem é o mais novo integrante do mundo dos blogs! Ele, o &#8220;peixe&#8221;, o &#8220;cara&#8221;, o homem dos mil gols, Romário de Souza Faria. O blog do Romário teve seu pontapé inicial este mês e promete ser mais um fenômeno da blogosfera. Romário dividiu o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ohtlg2Zexh4/SSXSZO2aCeI/AAAAAAAAAN4/liPCf68ubF8/s1600-h/romario.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Ohtlg2Zexh4/SSXSZO2aCeI/AAAAAAAAAN4/liPCf68ubF8/s320/romario.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: x-large;">I</span>lustres membros do conselho deliberativo do clube dos boleiros, adivinhem quem é o mais novo integrante do mundo dos blogs! Ele, o &#8220;peixe&#8221;, o &#8220;cara&#8221;, o homem dos mil gols, Romário de Souza Faria. O <a href="http://www.blogdoromario.com.br/">blog do Romário</a> teve seu pontapé inicial este mês e promete ser mais um fenômeno da blogosfera.</p>
<p>Romário dividiu o blog-site em quatro seções: o blog propriamente dito, onde o Baixinho mostra que gostou da escolha de Maradona para técnico da seleção argentina; Interzone ???, ainda não postada; Perfil, uma passada na carreira do craque; e as Bombas do Romário, onde ele promete detonar com quem bem entender.</p>
<p>Estranhei o texto no header do blog: &#8220;Esse é o cara&#8221;. Pra mim isso foi um &#8216;header FAIL&#8217;, Romário! Tudo bem que jogador de futebol adora falar na terceira pessoa, mas blog tem que ser pessoal, Baixinho! Tinha que ser &#8220;Eu sou o cara&#8221;. Troca, lá! Tem tempo, ainda. Afinal de contas, você já disse isso um montão de vezes!</p>
<p>Muito legal é a linguagem que Romário usa pra postar&#8230; bem carioca. Termos como &#8220;geral&#8221;, que quer dizer &#8220;todos&#8221;, no Rio, e &#8220;colé, parceiro&#8221; são impagáveis.</p>
<p>Apesar do grande potencial que tem de despertar a ira de muitos, pois Romário não tem papas na língua, o blog do peixe é a prova fiel de que os diários eletrônicos são a mais legítima, rápida (veja os diversos comentários nos posts), e independente forma de comunicação que existe. Parabéns, Baixinho! Que venham outros!</p>
<p>PS: E por falar em <a href="http://playboy.abril.com.br/revista/edicoes/362/aberto/reportagens/conteudo_85568.shtml">Maradona</a>, alguém já imaginou o blog do <a href="http://www.rivellinosportcenter.com.br/">Rivellino</a>? Ele pegou a bola, deu um &#8220;dibra&#8221; no zagueiro&#8230;rsrsrs <img src='http://www.meemblogando.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
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