Arquivo do autor:Fábio Carvalho

“Não dá para controlar!” O novo 15 minutos já está no ar

Em um mundo onde crianças se alfabetizam com tablets e pessoas do outro lado do mundo criam livros colaborativos na internet, empresas andam na contramão de tudo isso, ainda tentando manter o controle da informação, como se ainda estivéssemos no século XX.

Estes e outros temas são discutidos por Cristiano SantosRoney BelhassofJosé Telmo e esse que vos escreve, no mais recente episódio do 15 minutos de fama; um projeto que acontece na ferramenta Hangout, do Google+, e fica disponibilizado também no canal do Cristiano, no YouTube.

Nesse episódio, José Telmo comentou sobre um aplicativo que tem um nome no mínimo polêmico para os brasileiros: o Rego. O app oferece um serviço semelhante ao Foursquare, que permite a marcação de lugares visitados por meio de geolocalização, mas que, segundo a empresa, é totalmente privado. É isso mesmo. Ninguém poderá ver o seu Rego! #piadapronta

A pauta do Roney e a minha trabalharam temas cada vez mais atuais e relevantes, especialmente para quem se interessa por educação, como eu: novas formas de aprendizado e educação colaborativa a distância. Roney falou sobre crianças etíopes que estão sendo alfabetizadas com a ajuda de tablets. Eu falei sobre um livro de histórias construído por um grupo de usuários do Google+, que editaram e publicaram seus contos, criadas colaborativamente na ferramenta social do Google.

A pauta mais pesada ficou a cargo do Cristiano Santos. Ele falou sobre o incidente com o suco Ades de maçã, que teve um lote contaminado por um produto nocivo aos consumidores. O designer criticou a lentidão da empresa fabricante do produto e o órgão regulamentador, que deveria também fiscalizar o problema. Esse é um assunto que daria um programa inteiro. Polêmico, informativo e divertido (especialmente, graças ao Roney), esse é o 15 minutos de fama. Confira!

Habemus Papam e ovos de Páscoa


A mais recente edição do 15 minutos de fama já está no ar. Nesse programa, Cristiano Santos, José Telmo, Roney Belhassof e eu falamos sobre o excesso de petições online que estão surgindo, a mais recente delas contra a marca Kinder, por ter lançado ovos de Páscoa orientando os pais por meio de cores para meninos e meninas. Uma ação de marketing que, na minha opinião, foi feita simplesmente para ajudar os consumidores a não comprar o ovo errado. Sabemos que as crianças, geralmente, querem mais os brinquedos que vem dentro dos ovos do que o chocolate em si.

O fim do Google Reader também foi pauta desse #15. José Telmo falou sobre opções que ele tem testado e o Cristiano mostrou toda a sua revolta contra a decisão do Google.

Meu assunto foi a reclamação descabida de um consumidor só porque sua esposa estava sofrendo “bulling” dos amigos por causa da roupa que adquiriu em uma loja. Baseado nisso, o marido pediu a devolução do dinheiro!!!

Outra questão foi a dica do nosso “fã”, Daniel Tiriba, sobre um programa no Nordeste, que abordou a morte do cantor Chorão (Charlie Brown Jr.) de forma completamente equivocada do ponto de vista jornalístico. Não dá pra descrever por aqui, somente. Vocês têm que assistir. A mensagem que fica sobre isso é que, em tempos de internet, não se faz mais comunicação para a sua cidade, estado ou país. A comunicação hoje é global. #ficaadica

Roney Belhassof, apesar de dar uns sinais de ter ingerido substâncias suspeitas (sic!) LOL!!! … trouxe uma pauta bacana sobre a profissionalização de video makers, falando sobre a Lindsey Stirling.

Assistam, curtam, comentem e a gente se vê no próximo #15.

Fim do Google Reader – Oportunidade para quem quiser

Um dos assuntos mais comentados na web essa semana foi o fim do Google Reader – agregador de feeds de RSS disponibilizado pelo Google. Segundo o gigante de Mountain View, a data para descontinuar o produto já está marcada: primeiro de julho de 2013.

Com o Reader sobrevivendo por mais alguns meses, o #mimimi cresceu. Posts sobre o assunto estão pipocando por todos os lugares. A maioria das publicações mostra alternativas ao Google Reader, como o post do Cristiano Web, no site do Carreira Solo. Mas pelo que tenho ouvido, nenhuma delas deve tocar os corações do fãs do agregador do Google.

Esse post não é só sobre o fim do Google Reader. Ele é sobre uma oportunidade.

O fim do Reader representa a criação de um “oceano azul” para desenvolvedores que queiram preencher essa lacuna deixada pelo produto. Então, para você que está reclamando da morte do Reader segue um conselho: arregace as mangas e crie uma opção legal de RSS. Quem sabe você não cria um produto tão bom quanto o Reader e consegue arrastar um bom secto de fãs para ele? Eu sempre encaro o fim de alguma coisa como o início de uma outra, às vezes, muito melhor, seja um emprego, relacionamento etc.

Eu adoraria usar o seu Feed de RSS. Se ele for bom mesmo, como o futuro finado Reader, faço um post de divulgação aqui no blog. Então, aceita o desafio? Bora! Mãos à obra!

15 minutos de fama – pra dar fôlego à semana

Há mais ou menos dois meses, venho participando com os amigos Cristiano Santos, Roney Belhasoff e José Telmo do projeto 15 minutos de fama; um videocast que trata dos assuntos mais relevantes na web, que é feito na ferramenta Hangout on Air, do Google+.

Neste domingo (10), gravamos mais um programa. Falamos sobre o novo visual do YouTube, o tweet equivocado enviado pela conta do Ministério da Defesa, uma ação de marketing “fail”, usando o ex-goleiro Bruno, condenado pelo assassinato de Eliza Samúdio, e a briga entre Facebook e Google+ pelo visual mais legal.

Confira o 15 minutos, que nunca é feito em 15 minutos, mas que garante ideias interessantes para a sua semana.

Redes sociais no trabalho: liberar ou não?

Antes de decidir se uma empresa deve permitir o acesso dos funcionários às redes sociais, deve-se analisar a sua cultura. Um dado interessante é que as características das empresas no mundo dos átomos, muitas vezes, refletem suas atitudes no mundo dos bytes, nas redes sociais.

Políticas de Comunicação Digital

Depois de se avaliar a cultura organizacional, é importante que as organizações desenvolvam políticas de comunicação digital. São elas que ditam as regras do jogo, ou seja, as políticas são instrumentos que orientam os funcionários e mostram o que pode e o que não pode ser postado. É muito importante que as políticas de comunicação digital tragam capítulos especiais sobre a natureza de cada rede, mostrando claramente para que elas servem, sua utilização e suas características únicas, além de exemplos de publicações de mau gosto e postagens indevidas. Dessa forma, todos estarão atentos e aptos a usar esses as redes sociais corretamente e em prol da empresa.

Tive a chance de participar da elaboração da política de comunicação digital de um grande grupo empresarial. Infelizmente, a determinação da organização era não permitir que os funcionários utilizassem redes sociais no trabalho. Sendo assim, não faria sentido uma política que propusesse o acesso às redes no ambiente profissional. Mas, de qualquer forma, aquele documento continuou tendo valor, pois orientava os funcionários a não expor o grupo e os próprios colegas a situações vexatórias e embaraçosas, em postagens feitas fora do ambiente de trabalho. Um outro passo que merece atenção é a apresentação da política aos funcionários e a sua distribuição na organização.

Minha opinião

Particularmente, sou extremamente a favor do uso das redes sociais no trabalho. Além de acelerarem a comunicação entre funcionários, evitando um número absurdo de e-mails, elas promovem o engajamento do público interno, colaboração e desenvolvimento de projetos profissionais. Funcionários bem orientados podem se transformar em verdadeiros hubs (disseminadores de mensagens-chaves) da empresa, isto é, verdadeiros vendedores das ideias da organização, trabalhando como divulgadores voluntários.

Dessa forma, as empresas mostram que confiam em seus funcionários e acreditam que eles podem seguir as orientações das políticas de comunicação. Em contrapartida, os funcionários devem agir com responsabilidade e saber que estão trabalhando. Simples assim.

Dedico esse post à consultora de marketing Denise Tonin. Foi em uma postagem dela no Google+ que começamos uma conversa, que me motivou a escrever sobre o assunto.

E aí, como é o acesso às redes sociais na sua empresa? Sua opinião aqui é totalmente liberada. =)